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Justiça pede prisão preventiva de agente acusado de matar esposa

Justiça pede prisão preventiva de agente acusado de matar esposa

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Justiça pede prisão preventiva de agente acusado de matar esposa

Foi expedida a ordem de prisão preventiva do agente penitenciário acusado de matar a esposa no bairro Jardim Novo Aeroporto, em Três Lagoas, cidade 338 km de Campo Grande. A decisão é do juiz Rodrigo Pedrini Marcos, da 1ª Vara Criminal do município. O caso aconteceu em 2011.

Conforme denúncia, por volta das 22h30 a vítima teria saído para atender um chamado quando foi atingida por quatro disparos de autor não identificado. Na ocasião, a filha mais velha do casal afirmou que presencionu discussões entre os dois, onde o agente teria feito ameaças a esposa. Em uma delas, ele teria forçado a mulher a ingerir vários medicamentos enquanto a ameaçava com uma arma.

Durante investigações, foi revelado que o acusado teria relacionamento extraconjugal, fato que foi de encontro as ameaças que a vítima estava recebendo por telefone.

“Apesar de ambos os réus, em seus interrogatórios, negarem qualquer participação no crime e os argumentos das defesas em alegações finais, nos autos é possível colher provas que indicam que os dois participaram ativamente do homicídio de J.A. de O., havendo indícios de ser E.L.C. o mandante e S.M.M. dos S. coautora/partícipe do crime”, afirmou o juiz.

Por ser agente penitenciário, o acusado será recolhido em cela especial, com preferência em um dos estabelecimentos prisionais de Campo Grande.

Campo Grande News

Foi expedida a ordem de prisão preventiva do agente penitenciário acusado de matar a esposa no bairro Jardim Novo Aeroporto, em Três Lagoas, cidade 338 km de Campo Grande. A decisão é do juiz Rodrigo Pedrini Marcos, da 1ª Vara Criminal do município. O caso aconteceu em 2011.

Conforme denúncia, por volta das 22h30 a vítima teria saído para atender um chamado quando foi atingida por quatro disparos de autor não identificado. Na ocasião, a filha mais velha do casal afirmou que presencionu discussões entre os dois, onde o agente teria feito ameaças a esposa. Em uma delas, ele teria forçado a mulher a ingerir vários medicamentos enquanto a ameaçava com uma arma.

Durante investigações, foi revelado que o acusado teria relacionamento extraconjugal, fato que foi de encontro as ameaças que a vítima estava recebendo por telefone.

“Apesar de ambos os réus, em seus interrogatórios, negarem qualquer participação no crime e os argumentos das defesas em alegações finais, nos autos é possível colher provas que indicam que os dois participaram ativamente do homicídio de J.A. de O., havendo indícios de ser E.L.C. o mandante e S.M.M. dos S. coautora/partícipe do crime”, afirmou o juiz.

Por ser agente penitenciário, o acusado será recolhido em cela especial, com preferência em um dos estabelecimentos prisionais de Campo Grande.

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