Justiça manda MPE refazer denúncia contra procurador da Câmara
Justiça manda MPE refazer denúncia contra procurador da Câmara

Justiça manda MPE refazer denúncia contra procurador da Câmara

Antes de decidir se aceita ou não a denúncia contra o procurador da Câmara Municipal, André Scaff, suspeito de receber R$ 10 milhões em propina por parte de empresas, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) quer que o MPE-MS (Ministério Público Estadual de MS), autor da denúncia, desmembre a ação e explique melhor os crimes imputados a cada um dos denunciados.
Ao todo, são 37 pessoas citadas. Além de Scaff e de sua esposa Karina Scaff, estão sócios e proprietários de empresas que mantêm contratos milionários com o Poder Público. Eles foram denunciados por terem supostamente repassado quantias ao procurador, que teria utilizado de sua influência e poder para facilitar contratos.
Em sua manifestação, a Justiça afirma que os 37 denunciados e os fatos espalhados em 184 páginas de ação dificultam a efetivação de um prazo razoável de análise, bem como a análise do juiz sobre a ação. No prazo de 30 dias, o Ministério Público terá de desmembrar a ação em outras, com número máximo de 10 pessoas em cada.
Além disso, a decisão judicial lembra que, junto com o desmembramento, o MPE deve indicar “de forma objetiva e clara” qual a respectiva conduta atribuída a cada um dos 37 denunciados. Embora a Promotoria tenha indicado dados, não expôs esclarecimento de como, de fato, teria acontecido a influência de Scaff dentro do Executivo Municipal, com quem as empresas firmavam convênios milionários.
Denúncia – A suspeita é de que André Scaff recebeu dinheiro para manter as empresas contratadas pela prefeitura de Campo Grande em convênios que somam pelo menos R$ 66 milhões. Para a investigação, em regra, os empresários ofereciam e pagavam vantagens indevidas a Scaff, por conta de suas funções na Câmara Municipal.
Campo Grande News
Antes de decidir se aceita ou não a denúncia contra o procurador da Câmara Municipal, André Scaff, suspeito de receber R$ 10 milhões em propina por parte de empresas, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) quer que o MPE-MS (Ministério Público Estadual de MS), autor da denúncia, desmembre a ação e explique melhor os crimes imputados a cada um dos denunciados.
Ao todo, são 37 pessoas citadas. Além de Scaff e de sua esposa Karina Scaff, estão sócios e proprietários de empresas que mantêm contratos milionários com o Poder Público. Eles foram denunciados por terem supostamente repassado quantias ao procurador, que teria utilizado de sua influência e poder para facilitar contratos.
Em sua manifestação, a Justiça afirma que os 37 denunciados e os fatos espalhados em 184 páginas de ação dificultam a efetivação de um prazo razoável de análise, bem como a análise do juiz sobre a ação. No prazo de 30 dias, o Ministério Público terá de desmembrar a ação em outras, com número máximo de 10 pessoas em cada.
Além disso, a decisão judicial lembra que, junto com o desmembramento, o MPE deve indicar “de forma objetiva e clara” qual a respectiva conduta atribuída a cada um dos 37 denunciados. Embora a Promotoria tenha indicado dados, não expôs esclarecimento de como, de fato, teria acontecido a influência de Scaff dentro do Executivo Municipal, com quem as empresas firmavam convênios milionários.
Denúncia – A suspeita é de que André Scaff recebeu dinheiro para manter as empresas contratadas pela prefeitura de Campo Grande em convênios que somam pelo menos R$ 66 milhões. Para a investigação, em regra, os empresários ofereciam e pagavam vantagens indevidas a Scaff, por conta de suas funções na Câmara Municipal.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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