Justiça aceita denúncia contra traficantes de bando de chefão do PCC
Justiça aceita denúncia contra traficantes de bando de chefão do PCC

Justiça aceita denúncia contra traficantes de bando de chefão do PCC

A Justiça Federal aceitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) de Mato Grosso do Sul contra dez pessoas presas e outras sete investigadas pela Polícia Federal durante a Operação All In, deflagrada em março deste ano para coibir o tráfico internacional de drogas entre Brasil e Bolívia.
O principal dos nomes é o de Gerson Palermo, 59 anos, líder da quadrilha e ex-líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado, preso durante a operação. Assim como os comparsas, ele foi indiciado por tráfico internacional, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, a quadrilha realizava o transporte aéreo de entorpecentes da Bolívia até o interior do Paraná, por meio de uma pista de pouso em Corumbá (a 419 km de Campo Grande).
As drogas seguiam, então, de caminhão para estados do sul e sudeste do país, onde eram distribuídas. Em duas apreensões feitas pela PF, mais de 810 quilos de cocaína foram encontrados com os criminosos.
Para lavar o dinheiro oriundo do tráfico, a organização criminosa utilizava nomes de ‘laranjas’ ou ‘testas de ferro’ para movimentar contas bancárias e transferir a posse dos veículos utilizados no transporte das drogas.
Caminhões, carretas, carros de passeio, moto e até aeronaves foram registradas em nome de terceiros para ocultar o lucro das drogas. De acordo com as investigações, ao menos 21 vezes, de abril de 2016 a março de 2017, dinheiro oriundo do tráfico foi lavado pela quadrilha.
Na denúncia recebida pela Justiça, além da condenação criminal dos réus, o Ministério Público pede o perdimento de 22 veículos, quatro aeronaves e três imóveis utilizados em proveito do tráfico, um total de aproximadamente R$ 7,5 milhões em bens, que tem o processo de leilão judicial já encaminhado.
Dos 17 denunciados, os dez já presos estão divididos em penitenciárias de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
Campo Grande News
A Justiça Federal aceitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) de Mato Grosso do Sul contra dez pessoas presas e outras sete investigadas pela Polícia Federal durante a Operação All In, deflagrada em março deste ano para coibir o tráfico internacional de drogas entre Brasil e Bolívia.
O principal dos nomes é o de Gerson Palermo, 59 anos, líder da quadrilha e ex-líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado, preso durante a operação. Assim como os comparsas, ele foi indiciado por tráfico internacional, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, a quadrilha realizava o transporte aéreo de entorpecentes da Bolívia até o interior do Paraná, por meio de uma pista de pouso em Corumbá (a 419 km de Campo Grande).
As drogas seguiam, então, de caminhão para estados do sul e sudeste do país, onde eram distribuídas. Em duas apreensões feitas pela PF, mais de 810 quilos de cocaína foram encontrados com os criminosos.
Para lavar o dinheiro oriundo do tráfico, a organização criminosa utilizava nomes de ‘laranjas’ ou ‘testas de ferro’ para movimentar contas bancárias e transferir a posse dos veículos utilizados no transporte das drogas.
Caminhões, carretas, carros de passeio, moto e até aeronaves foram registradas em nome de terceiros para ocultar o lucro das drogas. De acordo com as investigações, ao menos 21 vezes, de abril de 2016 a março de 2017, dinheiro oriundo do tráfico foi lavado pela quadrilha.
Na denúncia recebida pela Justiça, além da condenação criminal dos réus, o Ministério Público pede o perdimento de 22 veículos, quatro aeronaves e três imóveis utilizados em proveito do tráfico, um total de aproximadamente R$ 7,5 milhões em bens, que tem o processo de leilão judicial já encaminhado.
Dos 17 denunciados, os dez já presos estão divididos em penitenciárias de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.

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Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.