Jovem feito refém por ‘tribunal do crime’, diz ter sobrevivido após fugir e se esconder em templo
Jovem feito refém por ‘tribunal do crime’, diz ter sobrevivido após fugir e se esconder em templo

Jovem feito refém por ‘tribunal do crime’, diz ter sobrevivido após fugir e se esconder em templo

O jovem de 20 anos de idade, feito refém na noite de ontem, domingo (28), após ser rendido pelo “tribunal do crime”, possivelmente a mando do PCC (Primeiro Comando da Capital), relatou aos policiais militares que o atenderam que só conseguiu sobreviver, após fugir enquanto seu “vigia” pegou no sono e ter se escondido em uma igreja.
De acordo com as informações do jovem, ele teria sido abordado em frente a sua residência e forçado a entrar em um veículo onde foi levado até uma residência no Bairro São Bento, onde outros membros da facção se juntaram para realizar uma sessão de tortura e ameaças de morte.
Segundo a vítima, quatro indivíduos estavam na casa e se comunicavam possivelmente com membros de dentro de uma prisão, ele foi informado que estava no Tribunal do Crime onde seria decidido se teria o braço quebrado ou se morreria.
Durante as conversas, a vítima foi colocada em um dos cômodos da casa sob a supervisão de um dos membros da facção, porém o “vigia” acabou pegando no sono e a vítima aproveitou para empreender fuga.
Com medo de ser alcançado pelos bandidos, a vítima se escondeu em uma igreja nas proximidades do Posto Pé de Cedro e usando um telefone público, acionou a Polícia Militar.
O jovem foi encontrado somente de cueca e camisa e relatou aos policiais o que havia acabado de passar, ele indicou a residência onde os fatos ocorreram e os militares se deslocaram até o endereço, onde acabaram encontrando os suspeitos em uma casa ao lado, após movimentação estranha com a chegada da viatura.
A vítima reconheceu os suspeitos como os autores das agressões e ameaças e os indivíduos foram identificados como três maiores de idade e um menor, de 17 anos.
Somente o motorista do veículo utilizado no sequestro não foi localizado, assim como o carro, os demais envolvidos receberam voz de prisão e foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil para que fossem tomadas as providências cabíveis.
Redação – Noticidade
O jovem de 20 anos de idade, feito refém na noite de ontem, domingo (28), após ser rendido pelo “tribunal do crime”, possivelmente a mando do PCC (Primeiro Comando da Capital), relatou aos policiais militares que o atenderam que só conseguiu sobreviver, após fugir enquanto seu “vigia” pegou no sono e ter se escondido em uma igreja.
De acordo com as informações do jovem, ele teria sido abordado em frente a sua residência e forçado a entrar em um veículo onde foi levado até uma residência no Bairro São Bento, onde outros membros da facção se juntaram para realizar uma sessão de tortura e ameaças de morte.
Segundo a vítima, quatro indivíduos estavam na casa e se comunicavam possivelmente com membros de dentro de uma prisão, ele foi informado que estava no Tribunal do Crime onde seria decidido se teria o braço quebrado ou se morreria.
Durante as conversas, a vítima foi colocada em um dos cômodos da casa sob a supervisão de um dos membros da facção, porém o “vigia” acabou pegando no sono e a vítima aproveitou para empreender fuga.
Com medo de ser alcançado pelos bandidos, a vítima se escondeu em uma igreja nas proximidades do Posto Pé de Cedro e usando um telefone público, acionou a Polícia Militar.
O jovem foi encontrado somente de cueca e camisa e relatou aos policiais o que havia acabado de passar, ele indicou a residência onde os fatos ocorreram e os militares se deslocaram até o endereço, onde acabaram encontrando os suspeitos em uma casa ao lado, após movimentação estranha com a chegada da viatura.
A vítima reconheceu os suspeitos como os autores das agressões e ameaças e os indivíduos foram identificados como três maiores de idade e um menor, de 17 anos.
Somente o motorista do veículo utilizado no sequestro não foi localizado, assim como o carro, os demais envolvidos receberam voz de prisão e foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil para que fossem tomadas as providências cabíveis.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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