Já posso morrer, comemora padre sobre definição de padroeira de MS
Já posso morrer, comemora padre sobre definição de padroeira de MS

Já posso morrer, comemora padre sobre definição de padroeira de MS

|Temos uma padroeira no nosso querido Mato Grosso do Sul|, comemora o padre Dirson Gonçalves, líder da igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Campo Grande. A proposta torna a santa que dá o nome ao santuário a padroeira do Estado.
Sob protestos de evangélicos, a medida foi aprovada na sessão de quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa de MS. Ainda falta a sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), mas já é motivo de comemoração pelo padre.Em um áudio emocionado divulgado ontem, o líder católico afirma que a oficialização de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um |prêmio|. |Se eu morresse hoje à tarde, morreria feliz. Porque deixamos Nossa Senhora oficialmente padroeira do Estado. É uma coisa que não tem preço|.Dirson afirma na gravação que o governador prometeu anteriormente que sancionaria o nome. O padre é famoso não só nas novenas que ministra às quartas-feiras, mas também nas redes sociais, onde mantém pelo menos 40 mil seguidores.Votação - O projeto, de autoria do deputado Paulo Siufi (PMDB), causou desconforto em parte dos deputados, principalmente os que compõem a bancada evangélica. Durante a sessão o deputado Herculano Borges (SD), pediu uma análise da proposta e o adiamento da votação, o que foi rejeitado pela maioria dos deputados.Em seu argumento, Borges afirmou que o assunto é delicado e apesar de respeitar o catolicismo e o próprio deputado Paulo Siufi, acreditava que um projeto que contempla apenas parte de uma população não deve ser constitucional. O deputado apontou ainda que as reclamações não se limitavam aos evangélicos, mas também a alguns católicos.Paulo Siufi lembrou que a decisão não interfere nos padroeiros já definidos pelo municípios, e também não resultará em um novo feriado.
Sob protestos de evangélicos, a medida foi aprovada na sessão de quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa de MS. Ainda falta a sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), mas já é motivo de comemoração pelo padre.
Em um áudio emocionado divulgado ontem, o líder católico afirma que a oficialização de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um |prêmio|. |Se eu morresse hoje à tarde, morreria feliz. Porque deixamos Nossa Senhora oficialmente padroeira do Estado. É uma coisa que não tem preço|.
Dirson afirma na gravação que o governador prometeu anteriormente que sancionaria o nome. O padre é famoso não só nas novenas que ministra às quartas-feiras, mas também nas redes sociais, onde mantém pelo menos 40 mil seguidores.
Votação - O projeto, de autoria do deputado Paulo Siufi (PMDB), causou desconforto em parte dos deputados, principalmente os que compõem a bancada evangélica. Durante a sessão o deputado Herculano Borges (SD), pediu uma análise da proposta e o adiamento da votação, o que foi rejeitado pela maioria dos deputados.
Em seu argumento, Borges afirmou que o assunto é delicado e apesar de respeitar o catolicismo e o próprio deputado Paulo Siufi, acreditava que um projeto que contempla apenas parte de uma população não deve ser constitucional. O deputado apontou ainda que as reclamações não se limitavam aos evangélicos, mas também a alguns católicos.
Paulo Siufi lembrou que a decisão não interfere nos padroeiros já definidos pelo municípios, e também não resultará em um novo feriado.
Campo Grande News
|Temos uma padroeira no nosso querido Mato Grosso do Sul|, comemora o padre Dirson Gonçalves, líder da igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Campo Grande. A proposta torna a santa que dá o nome ao santuário a padroeira do Estado.
Sob protestos de evangélicos, a medida foi aprovada na sessão de quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa de MS. Ainda falta a sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), mas já é motivo de comemoração pelo padre.Em um áudio emocionado divulgado ontem, o líder católico afirma que a oficialização de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um |prêmio|. |Se eu morresse hoje à tarde, morreria feliz. Porque deixamos Nossa Senhora oficialmente padroeira do Estado. É uma coisa que não tem preço|.Dirson afirma na gravação que o governador prometeu anteriormente que sancionaria o nome. O padre é famoso não só nas novenas que ministra às quartas-feiras, mas também nas redes sociais, onde mantém pelo menos 40 mil seguidores.Votação - O projeto, de autoria do deputado Paulo Siufi (PMDB), causou desconforto em parte dos deputados, principalmente os que compõem a bancada evangélica. Durante a sessão o deputado Herculano Borges (SD), pediu uma análise da proposta e o adiamento da votação, o que foi rejeitado pela maioria dos deputados.Em seu argumento, Borges afirmou que o assunto é delicado e apesar de respeitar o catolicismo e o próprio deputado Paulo Siufi, acreditava que um projeto que contempla apenas parte de uma população não deve ser constitucional. O deputado apontou ainda que as reclamações não se limitavam aos evangélicos, mas também a alguns católicos.Paulo Siufi lembrou que a decisão não interfere nos padroeiros já definidos pelo municípios, e também não resultará em um novo feriado.
Sob protestos de evangélicos, a medida foi aprovada na sessão de quarta-feira (21) na Assembleia Legislativa de MS. Ainda falta a sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), mas já é motivo de comemoração pelo padre.
Em um áudio emocionado divulgado ontem, o líder católico afirma que a oficialização de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um |prêmio|. |Se eu morresse hoje à tarde, morreria feliz. Porque deixamos Nossa Senhora oficialmente padroeira do Estado. É uma coisa que não tem preço|.
Dirson afirma na gravação que o governador prometeu anteriormente que sancionaria o nome. O padre é famoso não só nas novenas que ministra às quartas-feiras, mas também nas redes sociais, onde mantém pelo menos 40 mil seguidores.
Votação - O projeto, de autoria do deputado Paulo Siufi (PMDB), causou desconforto em parte dos deputados, principalmente os que compõem a bancada evangélica. Durante a sessão o deputado Herculano Borges (SD), pediu uma análise da proposta e o adiamento da votação, o que foi rejeitado pela maioria dos deputados.
Em seu argumento, Borges afirmou que o assunto é delicado e apesar de respeitar o catolicismo e o próprio deputado Paulo Siufi, acreditava que um projeto que contempla apenas parte de uma população não deve ser constitucional. O deputado apontou ainda que as reclamações não se limitavam aos evangélicos, mas também a alguns católicos.
Paulo Siufi lembrou que a decisão não interfere nos padroeiros já definidos pelo municípios, e também não resultará em um novo feriado.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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