Izabel batia no filho, mas, quando o perdeu, bebeu até morrer
Izabel batia no filho, mas, quando o perdeu, bebeu até morrer

Izabel batia no filho, mas, quando o perdeu, bebeu até morrer

“A promessa foi cumprida. Ela dizia que se perdesse o filho de 8 anos, beberia até morrer”. O relato é de uma cuidadora de 40 anos, que pediu para não ser identificada. Ela é amiga de Izabel da Costa Vasques, 39 anos, encontrada morta na tarde de ontem (11), em frente à residência onde morava, na Rua Vitória Zardo, no Jardim São Conrado, região sul de Campo Grande.
Izabel era alcoólatra, sofria de diabetes e havia amputado uma das pernas. A suspeita é de que a mulher tenha bebido até morrer, após ter tido o filho levado para um abrigo.
Por volta das 20h30 de quarta-feira (8), a criança foi encontrada suja, sem comida e trancada sozinha em uma peça com banheiro, onde morava com a mãe. O garoto disse à polícia que apanhava da mãe toda vez que pedia comida. Na ocasião, Izabel não foi encontrada. A equipe policial, então, encaminhou o menino para o Conselho tutelar.A cuidadora conta que a amiga estava desgostosa com a vida. Há um ano o pai da criança não pagava pensão. Izabel já não estava dando conta de cuidar do filho sozinha. Mesmo com a aposentadoria, a mulher fazia faxina para pagar o aluguel da residência. “Ela era doente. Bebia todos os dias. Ontem, quando foi avisada sobre a situação, pensou que havia perdido o filho. Desgostosa com a vida, bebeu até morrer”, conta.Ontem à tarde, Orestes Avelino da Costa Vasques, 41 anos, irmão de Izabel, disse que a irmã ficou muito triste por ter tido o filho levado pelo Conselho Tutelar. “Ela ficou mal e chorava muito. Pois, apesar dos problemas, amava muito a criança”.O idoso de 83 anos, que alugava o imóvel para Izabel, relatou que se tivesse condições boas de saúde tomava conta do menino. “Gosto muito dele”, relata. Ele confirma que o garoto apanhava quase que diariamente da mãe. Izabel foi velada durante duas horas, na manhã desta sexta-feira, em uma capela na Rua Maracaju. O corpo foi enterrado por volta das 10h no cemitério Santo Amaro. No velório, a família se limitou a dizer que o menino continua sob os cuidados do Conselho Tutelar. A mãe e uma das irmãs de Izabel também são deficientes e usam cadeiras de rodas. Caso - Depois de ter o filho levado pelo Conselho Tutelar por deixá-lo trancado em casa, sujo e sem comida, Izabel foi encontrada morta. A mulher deitou no banco por volta das 13h. Até o fim da tarde não havia se levantado. Os vizinhos estranharam a situação. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros, que quando chegou ao local, constatou a morte. No corpo dela, não havia marcas de violência ou agressão.
Por volta das 20h30 de quarta-feira (8), a criança foi encontrada suja, sem comida e trancada sozinha em uma peça com banheiro, onde morava com a mãe. O garoto disse à polícia que apanhava da mãe toda vez que pedia comida. Na ocasião, Izabel não foi encontrada. A equipe policial, então, encaminhou o menino para o Conselho tutelar.
A cuidadora conta que a amiga estava desgostosa com a vida. Há um ano o pai da criança não pagava pensão. Izabel já não estava dando conta de cuidar do filho sozinha. Mesmo com a aposentadoria, a mulher fazia faxina para pagar o aluguel da residência. “Ela era doente. Bebia todos os dias. Ontem, quando foi avisada sobre a situação, pensou que havia perdido o filho. Desgostosa com a vida, bebeu até morrer”, conta.
Ontem à tarde, Orestes Avelino da Costa Vasques, 41 anos, irmão de Izabel, disse que a irmã ficou muito triste por ter tido o filho levado pelo Conselho Tutelar. “Ela ficou mal e chorava muito. Pois, apesar dos problemas, amava muito a criança”.
O idoso de 83 anos, que alugava o imóvel para Izabel, relatou que se tivesse condições boas de saúde tomava conta do menino. “Gosto muito dele”, relata. Ele confirma que o garoto apanhava quase que diariamente da mãe.
Izabel foi velada durante duas horas, na manhã desta sexta-feira, em uma capela na Rua Maracaju. O corpo foi enterrado por volta das 10h no cemitério Santo Amaro. No velório, a família se limitou a dizer que o menino continua sob os cuidados do Conselho Tutelar. A mãe e uma das irmãs de Izabel também são deficientes e usam cadeiras de rodas.
Caso - Depois de ter o filho levado pelo Conselho Tutelar por deixá-lo trancado em casa, sujo e sem comida, Izabel foi encontrada morta. A mulher deitou no banco por volta das 13h. Até o fim da tarde não havia se levantado. Os vizinhos estranharam a situação. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros, que quando chegou ao local, constatou a morte. No corpo dela, não havia marcas de violência ou agressão.
Campo Grande News
“A promessa foi cumprida. Ela dizia que se perdesse o filho de 8 anos, beberia até morrer”. O relato é de uma cuidadora de 40 anos, que pediu para não ser identificada. Ela é amiga de Izabel da Costa Vasques, 39 anos, encontrada morta na tarde de ontem (11), em frente à residência onde morava, na Rua Vitória Zardo, no Jardim São Conrado, região sul de Campo Grande.
Izabel era alcoólatra, sofria de diabetes e havia amputado uma das pernas. A suspeita é de que a mulher tenha bebido até morrer, após ter tido o filho levado para um abrigo.
Por volta das 20h30 de quarta-feira (8), a criança foi encontrada suja, sem comida e trancada sozinha em uma peça com banheiro, onde morava com a mãe. O garoto disse à polícia que apanhava da mãe toda vez que pedia comida. Na ocasião, Izabel não foi encontrada. A equipe policial, então, encaminhou o menino para o Conselho tutelar.A cuidadora conta que a amiga estava desgostosa com a vida. Há um ano o pai da criança não pagava pensão. Izabel já não estava dando conta de cuidar do filho sozinha. Mesmo com a aposentadoria, a mulher fazia faxina para pagar o aluguel da residência. “Ela era doente. Bebia todos os dias. Ontem, quando foi avisada sobre a situação, pensou que havia perdido o filho. Desgostosa com a vida, bebeu até morrer”, conta.Ontem à tarde, Orestes Avelino da Costa Vasques, 41 anos, irmão de Izabel, disse que a irmã ficou muito triste por ter tido o filho levado pelo Conselho Tutelar. “Ela ficou mal e chorava muito. Pois, apesar dos problemas, amava muito a criança”.O idoso de 83 anos, que alugava o imóvel para Izabel, relatou que se tivesse condições boas de saúde tomava conta do menino. “Gosto muito dele”, relata. Ele confirma que o garoto apanhava quase que diariamente da mãe. Izabel foi velada durante duas horas, na manhã desta sexta-feira, em uma capela na Rua Maracaju. O corpo foi enterrado por volta das 10h no cemitério Santo Amaro. No velório, a família se limitou a dizer que o menino continua sob os cuidados do Conselho Tutelar. A mãe e uma das irmãs de Izabel também são deficientes e usam cadeiras de rodas. Caso - Depois de ter o filho levado pelo Conselho Tutelar por deixá-lo trancado em casa, sujo e sem comida, Izabel foi encontrada morta. A mulher deitou no banco por volta das 13h. Até o fim da tarde não havia se levantado. Os vizinhos estranharam a situação. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros, que quando chegou ao local, constatou a morte. No corpo dela, não havia marcas de violência ou agressão.
Por volta das 20h30 de quarta-feira (8), a criança foi encontrada suja, sem comida e trancada sozinha em uma peça com banheiro, onde morava com a mãe. O garoto disse à polícia que apanhava da mãe toda vez que pedia comida. Na ocasião, Izabel não foi encontrada. A equipe policial, então, encaminhou o menino para o Conselho tutelar.
A cuidadora conta que a amiga estava desgostosa com a vida. Há um ano o pai da criança não pagava pensão. Izabel já não estava dando conta de cuidar do filho sozinha. Mesmo com a aposentadoria, a mulher fazia faxina para pagar o aluguel da residência. “Ela era doente. Bebia todos os dias. Ontem, quando foi avisada sobre a situação, pensou que havia perdido o filho. Desgostosa com a vida, bebeu até morrer”, conta.
Ontem à tarde, Orestes Avelino da Costa Vasques, 41 anos, irmão de Izabel, disse que a irmã ficou muito triste por ter tido o filho levado pelo Conselho Tutelar. “Ela ficou mal e chorava muito. Pois, apesar dos problemas, amava muito a criança”.
O idoso de 83 anos, que alugava o imóvel para Izabel, relatou que se tivesse condições boas de saúde tomava conta do menino. “Gosto muito dele”, relata. Ele confirma que o garoto apanhava quase que diariamente da mãe.
Izabel foi velada durante duas horas, na manhã desta sexta-feira, em uma capela na Rua Maracaju. O corpo foi enterrado por volta das 10h no cemitério Santo Amaro. No velório, a família se limitou a dizer que o menino continua sob os cuidados do Conselho Tutelar. A mãe e uma das irmãs de Izabel também são deficientes e usam cadeiras de rodas.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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