Integrante de grupo ostentação do tráfico é preso em Campo Grande
Integrante de grupo ostentação do tráfico é preso em Campo Grande

Integrante de grupo ostentação do tráfico é preso em Campo Grande

Acusado de ser um dos chefes de uma quadrilha especializada em roubos a bancos, Marcus Vinícius Fraga Soares, conhecido como ‘Pato’, foi preso na manhã de ontem (4) em Campo Grande. Ele foi detido por uma equipe do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), durante a Operação Luxus deflagrada em Mato Grosso, pela GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado), da Polícia Judiciária Civil.
Suspeita de roubar pelo menos dez agências bancarias no Estado, a quadrilha liderada por Marcus Vinícius e Gilberto Silva Brasil, o ‘Beto’, faturou pelo menos R$ 5 milhões em seis meses, período em que a polícia passou a investigar o bando. Dos 17 envolvidos, 13 foram detidos pela equipe policial. Quatro ainda continuam foragidos.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Mato Grosso, a quadrilha passou a levantar suspeitas pela vida de luxo que ostentava nas redes sociais, com passeios de lancha, helicóptero e inúmeras viagens por praias do País. Nenhum dos suspeitos tinha atividade lícita que pudesse pagar pelo estilo que levavam, o que reforçou as investigações sobre a possibilidade dos roubos.
Ainda conforme a polícia, os ladrões contavam com uma espécie de maleta capaz de desarmar alarmes ou equipamentos de fibra óptica. O material era utilizado tanto em Mato Grosso quanto em outros Estados, para onde o grupo também estendia sua atuação, como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rondônia.
Durante a operação, foram apreendidos carros, como um Corolla e um Vera Cruz, e diversas ferramentas utilizadas nos roubos. Por onde passava, a quadrilha deixava um rastro de destruição nas instalações físicas das agências e a população sem os serviços bancários. De acordo com a assessoria de imprensa, Marcus não morava em Campo Grande.
Campo Grande News
Acusado de ser um dos chefes de uma quadrilha especializada em roubos a bancos, Marcus Vinícius Fraga Soares, conhecido como ‘Pato’, foi preso na manhã de ontem (4) em Campo Grande. Ele foi detido por uma equipe do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), durante a Operação Luxus deflagrada em Mato Grosso, pela GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado), da Polícia Judiciária Civil.
Suspeita de roubar pelo menos dez agências bancarias no Estado, a quadrilha liderada por Marcus Vinícius e Gilberto Silva Brasil, o ‘Beto’, faturou pelo menos R$ 5 milhões em seis meses, período em que a polícia passou a investigar o bando. Dos 17 envolvidos, 13 foram detidos pela equipe policial. Quatro ainda continuam foragidos.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Mato Grosso, a quadrilha passou a levantar suspeitas pela vida de luxo que ostentava nas redes sociais, com passeios de lancha, helicóptero e inúmeras viagens por praias do País. Nenhum dos suspeitos tinha atividade lícita que pudesse pagar pelo estilo que levavam, o que reforçou as investigações sobre a possibilidade dos roubos.
Ainda conforme a polícia, os ladrões contavam com uma espécie de maleta capaz de desarmar alarmes ou equipamentos de fibra óptica. O material era utilizado tanto em Mato Grosso quanto em outros Estados, para onde o grupo também estendia sua atuação, como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rondônia.
Durante a operação, foram apreendidos carros, como um Corolla e um Vera Cruz, e diversas ferramentas utilizadas nos roubos. Por onde passava, a quadrilha deixava um rastro de destruição nas instalações físicas das agências e a população sem os serviços bancários. De acordo com a assessoria de imprensa, Marcus não morava em Campo Grande.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.