Índios ampliam invasões após STF suspender despejo, dizem sitiantes
Índios ampliam invasões após STF suspender despejo, dizem sitiantes

Índios ampliam invasões após STF suspender despejo, dizem sitiantes

Índios que há um ano ocupam cinco sítios nos arredores da reserva de Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, estão ampliando as invasões, construindo mais barracos, alguns até cobertos com telhas e com paredes de madeira. A afirmação foi feita por donos das propriedades, invadidos no dia 5 de março do ano passado.
Nesta terça-feira (21), o Campo Grande News percorreu um trecho do anel viário, que passa ao lado das propriedades ocupadas. É possível perceber vários barracos sendo construídos perto da estrada, mas os sitiantes afirmam que o maior número está sendo levantado nos fundos das propriedades, onde ninguém pode entrar.
“Agora está do jeito que a Funai queria. É fogo o dia todo nas nossas terras. Não tenho mais esperança de voltar para lá”, afirmou à reportagem uma das proprietárias dos sítios invadidos.
Campo Grande News
Índios que há um ano ocupam cinco sítios nos arredores da reserva de Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, estão ampliando as invasões, construindo mais barracos, alguns até cobertos com telhas e com paredes de madeira. A afirmação foi feita por donos das propriedades, invadidos no dia 5 de março do ano passado.
Nesta terça-feira (21), o Campo Grande News percorreu um trecho do anel viário, que passa ao lado das propriedades ocupadas. É possível perceber vários barracos sendo construídos perto da estrada, mas os sitiantes afirmam que o maior número está sendo levantado nos fundos das propriedades, onde ninguém pode entrar.
“Agora está do jeito que a Funai queria. É fogo o dia todo nas nossas terras. Não tenho mais esperança de voltar para lá”, afirmou à reportagem uma das proprietárias dos sítios invadidos.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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