Indígenas de Sidrolândia manifestam na Capital por troca do comando da Funai
Indígenas de Sidrolândia manifestam na Capital por troca do comando da Funai

Indígenas de Sidrolândia manifestam na Capital por troca do comando da Funai

Indígenas de Sidrolândia juntamente com representantes de Dois Irmãos do Buriti, ocuparam o prédio da Funai (Fundação Nacional do Índio) na Capital, em protesto que exige a troca do comando da entidade.
Durante a manifestação, funcionários do órgão não estavam trabalhando e segundo o coordenador regional, Paulo Rios, o clima era tenso no local, o chefe da Funai na Capital afirmou que foi agredido ao chegar para trabalhar pela manhã. Ele foi à sede da PF (Polícia Federal) para registrar boletim de ocorrência.
Otoniel Gabriel, liderança da região da Terra Indígena Buriti e porta-voz dos manifestantes, rebate as acusações. “Nosso protesto é pacífico, não impedimos ninguém de entrar”. Ele afirma ainda que Paulo Rios não foi agredido. “Ele veio aqui, mas não quis falar com a gente, nós insistimos, mas ele ignorou e saiu correndo”.
O líder Terena relata que o chefe da Funai se atirou no asfalto. “Isso mostra um total descontrole por parte do atual coordenador”.
Rios disse que foi agredido com paus e jogado no chão. Um funcionário, que pediu para ter a identidade preservada, dá uma terceira versão. Ele afirma que viu o coordenador ser cercado por um grupo de indígenas e depois cair na calçada, ao tentar correr, mas não sabe dizer se o chefe foi derrubado.
Ex-assessor do ministro da Secretaria da Presidência, Carlos Marun (MDB), Paulo Rios Júnior assumiu o comando da Funai no dia 28 de setembro do ano passado.
Na época, a escolha já havia gerado protestos de servidores da Funai e lideranças indígenas. “Os servidores da Funai desde 31/12/16, mobilizados, tentavam barrar essa nomeação, e embora tenham enviado diversos documentos para Presidência da Funai, Ministério da Justiça e Presidência da República, contrários à indicação e pedindo a nomeação de servidor do quadro da fundação, em nenhum momento foram chamados para serem ouvidos”, comentou um funcionário em uma página do Facebook que reúne servidores no dia da nomeação.
O comando da Funai em Mato Grosso do Sul estava vago desde 12 de dezembro de 2016, quando o coronel reformado do Exército Brasileiro, Renato Vida SantAnna, também sugestão de Marun, pediu exoneração do cargo. (Com informações do Campo Grande News)
Rallph Barbosa – Noticidade
Indígenas de Sidrolândia juntamente com representantes de Dois Irmãos do Buriti, ocuparam o prédio da Funai (Fundação Nacional do Índio) na Capital, em protesto que exige a troca do comando da entidade.
Durante a manifestação, funcionários do órgão não estavam trabalhando e segundo o coordenador regional, Paulo Rios, o clima era tenso no local, o chefe da Funai na Capital afirmou que foi agredido ao chegar para trabalhar pela manhã. Ele foi à sede da PF (Polícia Federal) para registrar boletim de ocorrência.
Otoniel Gabriel, liderança da região da Terra Indígena Buriti e porta-voz dos manifestantes, rebate as acusações. “Nosso protesto é pacífico, não impedimos ninguém de entrar”. Ele afirma ainda que Paulo Rios não foi agredido. “Ele veio aqui, mas não quis falar com a gente, nós insistimos, mas ele ignorou e saiu correndo”.
O líder Terena relata que o chefe da Funai se atirou no asfalto. “Isso mostra um total descontrole por parte do atual coordenador”.
Rios disse que foi agredido com paus e jogado no chão. Um funcionário, que pediu para ter a identidade preservada, dá uma terceira versão. Ele afirma que viu o coordenador ser cercado por um grupo de indígenas e depois cair na calçada, ao tentar correr, mas não sabe dizer se o chefe foi derrubado.
Ex-assessor do ministro da Secretaria da Presidência, Carlos Marun (MDB), Paulo Rios Júnior assumiu o comando da Funai no dia 28 de setembro do ano passado.
Na época, a escolha já havia gerado protestos de servidores da Funai e lideranças indígenas. “Os servidores da Funai desde 31/12/16, mobilizados, tentavam barrar essa nomeação, e embora tenham enviado diversos documentos para Presidência da Funai, Ministério da Justiça e Presidência da República, contrários à indicação e pedindo a nomeação de servidor do quadro da fundação, em nenhum momento foram chamados para serem ouvidos”, comentou um funcionário em uma página do Facebook que reúne servidores no dia da nomeação.
O comando da Funai em Mato Grosso do Sul estava vago desde 12 de dezembro de 2016, quando o coronel reformado do Exército Brasileiro, Renato Vida SantAnna, também sugestão de Marun, pediu exoneração do cargo. (Com informações do Campo Grande News)

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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