Inauguração de rodoviária é remarcada para junho após problemas na obra
Inauguração de rodoviária é remarcada para junho após problemas na obra

Inauguração de rodoviária é remarcada para junho após problemas na obra

A Prefeitura Municipal de Maracaju divulgou nesta segunda-feira (15) a possível nova data de inauguração da tão esperada rodoviária nova que teve os primeiros recursos federais liberados no final de 2010 e a obra estagnou em 2012.
Em 2017 o prefeito Maurílio Azambuja (PMDB) assumiu a responsabilidade de entregar a obra e determinou isso aos seus secretários que anunciaram estimativa de conclusão dos serviços para dezembro do mesmo ano.
Contudo, a inauguração do terminal rodoviário foi reprogramada para no máximo até o mês de junho de 2018, tudo depende muito, pois a equipe alega falhas e inconsistência de projeto, atrasos de repasse e fragilidades da estrutura.
Segundo o Secretário de Obras Thiago Caminha, foram vários os motivos que impediram a conclusão da obra, entre eles está o repasse de verba federal que seria de R$ 400 mil reais para conclusão dos serviços, mas foram repassados apenas metade disso, sendo R$ 200 mil reais.
Os maiores problemas encontrados concentram-se, segundo o Engenheiro Alexandre Luiz S. Soares (Capacete) nas fragilidades, falhas e inconsistências dos projetos executivos contratados (Água que não chega ao pavimento superior, projeto de incêndio e pânico precisando de ajustes e subdimensionados para a legislação atual, rede estruturada sem projetos, área de alimentação sem infraestrutura adequada projetada, etc.).
Ainda de acordo com a equipe da prefeitura, muitos serviços estão sendo refeitos principalmente por estarem mal executados desde o início da obra: existem problemas hidráulicos com canos que saem da caixa e não chegam a lugar nenhum, foram identificados cerca de 20 vazamentos em várias partes da obra, cobertura com calhas insuficientes e tubos de queda entupidos (com massa de reboco velho) e medidores de proteção das instalações elétricas defasados para as leis atuais. Alguns desses problemas encontrados precisam ser avaliados e liberados pelo governo federal para poder avançar na execução da obra.
Essas burocracias somadas ás falhas atrasam a conclusão da construção, além disso, o recurso para que esses reparos possam ser feitos são de responsabilidade da Prefeitura Municipal (recurso próprio) que além da contra partida de R$ 400 mil já colocados na obra, aportará nessas correções mais de R$ 150 mil reais.
“Existem outros problemas, além desses que a população desconhece : problemas de mobilidade, o prédio foi construído em um entroncamento de rodovia e teremos que projetar uma solução segura para o trânsito, na chegada e saída dos Ônibus e carros dos usuários. A rodoviária ainda não está pronta por questões estruturais, a obra é do município e os recursos são da população, e vamos sim terminar e entregar. Com a Caixa Econômica Federal temos prazo até Maio deste ano (2018), podendo se estender até junho no máximo”, finalizou o Secretário Thiago.
(Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura)
Douglas Amaral – Noticidade
A Prefeitura Municipal de Maracaju divulgou nesta segunda-feira (15) a possível nova data de inauguração da tão esperada rodoviária nova que teve os primeiros recursos federais liberados no final de 2010 e a obra estagnou em 2012.
Em 2017 o prefeito Maurílio Azambuja (PMDB) assumiu a responsabilidade de entregar a obra e determinou isso aos seus secretários que anunciaram estimativa de conclusão dos serviços para dezembro do mesmo ano.
Contudo, a inauguração do terminal rodoviário foi reprogramada para no máximo até o mês de junho de 2018, tudo depende muito, pois a equipe alega falhas e inconsistência de projeto, atrasos de repasse e fragilidades da estrutura.
Segundo o Secretário de Obras Thiago Caminha, foram vários os motivos que impediram a conclusão da obra, entre eles está o repasse de verba federal que seria de R$ 400 mil reais para conclusão dos serviços, mas foram repassados apenas metade disso, sendo R$ 200 mil reais.
Os maiores problemas encontrados concentram-se, segundo o Engenheiro Alexandre Luiz S. Soares (Capacete) nas fragilidades, falhas e inconsistências dos projetos executivos contratados (Água que não chega ao pavimento superior, projeto de incêndio e pânico precisando de ajustes e subdimensionados para a legislação atual, rede estruturada sem projetos, área de alimentação sem infraestrutura adequada projetada, etc.).
Ainda de acordo com a equipe da prefeitura, muitos serviços estão sendo refeitos principalmente por estarem mal executados desde o início da obra: existem problemas hidráulicos com canos que saem da caixa e não chegam a lugar nenhum, foram identificados cerca de 20 vazamentos em várias partes da obra, cobertura com calhas insuficientes e tubos de queda entupidos (com massa de reboco velho) e medidores de proteção das instalações elétricas defasados para as leis atuais. Alguns desses problemas encontrados precisam ser avaliados e liberados pelo governo federal para poder avançar na execução da obra.
Essas burocracias somadas ás falhas atrasam a conclusão da construção, além disso, o recurso para que esses reparos possam ser feitos são de responsabilidade da Prefeitura Municipal (recurso próprio) que além da contra partida de R$ 400 mil já colocados na obra, aportará nessas correções mais de R$ 150 mil reais.
“Existem outros problemas, além desses que a população desconhece : problemas de mobilidade, o prédio foi construído em um entroncamento de rodovia e teremos que projetar uma solução segura para o trânsito, na chegada e saída dos Ônibus e carros dos usuários. A rodoviária ainda não está pronta por questões estruturais, a obra é do município e os recursos são da população, e vamos sim terminar e entregar. Com a Caixa Econômica Federal temos prazo até Maio deste ano (2018), podendo se estender até junho no máximo”, finalizou o Secretário Thiago.
(Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura)

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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