Grupo técnico visita o marco zero da Nova Ferroeste em Maracaju
Grupo técnico visita o marco zero da Nova Ferroeste em Maracaju

Grupo técnico visita o marco zero da Nova Ferroeste em Maracaju

O grupo formado para desenvolver o projeto da Nova Ferroeste começou a desbravar o traçado estipulado para receber a ferrovia. A visita começou por Maracaju, cidade considerada o marco zero do novo corredor de exportação. Integram o comitê técnicos dos governos do Paraná e do Mato Grosso do Sul, parceiros na obra.
O Prefeito Marcos Calderan (PSDB) acompanhou o grupo durante a visita. É por Maracaju que vai começar a ligação férrea com ponto final no Porto de Paranaguá.
Serão 1.285 quilômetros de extensão. O projeto contempla a construção de uma rota nova, de Maracaju à Cascavel. De lá, ela se incorpora à atual Ferroeste, que será remodelada e revitalizada para ganhar mais competitividade.
Estudo destaca que Nova Ferroeste vai diminuir em 27% o Custo Brasil
Ainda não há definição de valor final para a construção justamente pelo projeto estar em fase preliminar. A expectativa, contudo, é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, até novembro de 2021. O consórcio que arrematar a concessão será responsável pelas obras.
Em Maracaju, o grupo visitou as áreas do futuro terminal que está contemplado no projeto e de uma antiga estação férrea desativada que pode ser integrada ao desenho da Nova Ferroeste. Além disso, os técnicos conheceram o ponto de ligação com a malha Oeste, antiga Noroeste do Brasil, que será licitada novamente pelo Governo Federal após desistência da Rumo – a empresa administrativa o trecho entre Mairinque (SP) a Corumbá (MS).
“Foi um dia muito proveitoso. Pudemos ver a realidade da cidade e como a implantação deste modal moderno tem a capacidade de revolucionar toda a logística do Mato Grosso do Sul e do Paraná”, afirmou o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagundes. “O terminal de Maracaju será, ao lado do de Cascavel, o maior em movimentação de todo o trecho”.
Ferroeste fecha 2020 com lucro e movimentação recordes
A comitiva apresentou também o estudo de traçado e demanda para autoridades locais. O projeto ganhou apoio imediato de diferentes setores econômicos e industriais da cidade. “É uma ligação muito importante para o escoamento da safra. E também para trazer outros produtos na via inversa. Nos dá um horizonte de desenvolvimento para o município”, explicou o prefeito Marcos Calderan. “Vamos unir forças, agregar produtores ao processo e fazer o possível para o projeto acontecer”, acrescentou.
Diretor-presidente da Ferroeste e um dos coordenadores da proposta, André Gonçalves reforçou que a nova malha ferroviária tem como um dos principais objetivos diminuir o custo logístico do setor produtivo, o chamado Custo Brasil. A expectativa, disse ele, é de uma redução de 27% nas despesas com a operação de exportação. “Viemos aqui ver de perto as condições e convidar todos de Maracaju a abraçar o projeto”, ressaltou.
Paraná e Mato Grosso do Sul alinham detalhes da Nova Ferroeste
FERROVIA – O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro. Apenas a malha paulista teria capacidade maior.
A área de influência indireta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
A expectativa, de acordo com os técnicos, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 54 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região. 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.
AGENDA – O grupo técnico segue a expedição pela rota programada para receber a rodovia até quinta-feira (25), quando uma reunião com parte do setor produtivo paranaense, em Cascavel, encerra a agenda. Nesta terça-feira (23) eles fazem visitas às cooperativas Coamo, em Dourados, e Lar, em Caarapó. Ambas têm origem no Paraná. O grupo passará ainda por outras áreas que deverão receber os trilhos da Nova Ferroeste.
O grupo formado para desenvolver o projeto da Nova Ferroeste começou a desbravar o traçado estipulado para receber a ferrovia. A visita começou por Maracaju, cidade considerada o marco zero do novo corredor de exportação. Integram o comitê técnicos dos governos do Paraná e do Mato Grosso do Sul, parceiros na obra.
O Prefeito Marcos Calderan (PSDB) acompanhou o grupo durante a visita. É por Maracaju que vai começar a ligação férrea com ponto final no Porto de Paranaguá.
Serão 1.285 quilômetros de extensão. O projeto contempla a construção de uma rota nova, de Maracaju à Cascavel. De lá, ela se incorpora à atual Ferroeste, que será remodelada e revitalizada para ganhar mais competitividade.
Estudo destaca que Nova Ferroeste vai diminuir em 27% o Custo Brasil
Ainda não há definição de valor final para a construção justamente pelo projeto estar em fase preliminar. A expectativa, contudo, é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, até novembro de 2021. O consórcio que arrematar a concessão será responsável pelas obras.
Em Maracaju, o grupo visitou as áreas do futuro terminal que está contemplado no projeto e de uma antiga estação férrea desativada que pode ser integrada ao desenho da Nova Ferroeste. Além disso, os técnicos conheceram o ponto de ligação com a malha Oeste, antiga Noroeste do Brasil, que será licitada novamente pelo Governo Federal após desistência da Rumo – a empresa administrativa o trecho entre Mairinque (SP) a Corumbá (MS).
“Foi um dia muito proveitoso. Pudemos ver a realidade da cidade e como a implantação deste modal moderno tem a capacidade de revolucionar toda a logística do Mato Grosso do Sul e do Paraná”, afirmou o coordenador do Grupo de Trabalho Ferroviário do Estado do Paraná, Luiz Henrique Fagundes. “O terminal de Maracaju será, ao lado do de Cascavel, o maior em movimentação de todo o trecho”.
Ferroeste fecha 2020 com lucro e movimentação recordes
A comitiva apresentou também o estudo de traçado e demanda para autoridades locais. O projeto ganhou apoio imediato de diferentes setores econômicos e industriais da cidade. “É uma ligação muito importante para o escoamento da safra. E também para trazer outros produtos na via inversa. Nos dá um horizonte de desenvolvimento para o município”, explicou o prefeito Marcos Calderan. “Vamos unir forças, agregar produtores ao processo e fazer o possível para o projeto acontecer”, acrescentou.
Diretor-presidente da Ferroeste e um dos coordenadores da proposta, André Gonçalves reforçou que a nova malha ferroviária tem como um dos principais objetivos diminuir o custo logístico do setor produtivo, o chamado Custo Brasil. A expectativa, disse ele, é de uma redução de 27% nas despesas com a operação de exportação. “Viemos aqui ver de perto as condições e convidar todos de Maracaju a abraçar o projeto”, ressaltou.
Paraná e Mato Grosso do Sul alinham detalhes da Nova Ferroeste
FERROVIA – O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro. Apenas a malha paulista teria capacidade maior.
A área de influência indireta abrange 925 municípios de três países. São 773 do Brasil, 114 do Paraguai e 38 da Argentina. No Brasil, impacta diretamente 425 cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, totalizando cerca de 9 milhões de pessoas. A área representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
A expectativa, de acordo com os técnicos, é que pela Nova Ferroeste seja possível o transporte de 54 milhões de toneladas por ano – ou aproximadamente 2/3 da produção da região. 74% seriam de cargas destinadas para a exportação.
AGENDA – O grupo técnico segue a expedição pela rota programada para receber a rodovia até quinta-feira (25), quando uma reunião com parte do setor produtivo paranaense, em Cascavel, encerra a agenda. Nesta terça-feira (23) eles fazem visitas às cooperativas Coamo, em Dourados, e Lar, em Caarapó. Ambas têm origem no Paraná. O grupo passará ainda por outras áreas que deverão receber os trilhos da Nova Ferroeste.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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