Grupo Jotapar acusa empresa de invadir área judicializada na região do Quebra Coco
Grupo Jotapar acusa empresa de invadir área judicializada na região do Quebra Coco

Grupo Jotapar acusa empresa de invadir área judicializada na região do Quebra Coco

Um conflito entre o Grupo Jotapar, BS1 Agro e a BAMS Participações, inclusive com homens armados gera tensão na região das áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar no distrito do Quebra Coco em Sidrolândia.
Em nota, o Grupo Jotapar diz que toda a área é de sua propriedade, “o Grupo mantém a posse efetiva das áreas, alojando seus funcionários nos imóveis e conduzindo plena atividade agrícola, com 90% das áreas cultivadas com lavouras de soja. Uma outra observação relevante é a disparidade no número de pessoas envolvidas na disputa. Enquanto a Jotapar conta com 3 funcionários tentando evitar a invasão, a BS1 e a Bams possui aproximadamente 15 pessoas, muitas delas armadas. Isso contradiz a alegação da BS1 de que a Jotapar está utilizando pessoal armado”.
Ainda de acordo com o Grupo Jotapar, após a realização de um leilão judicial no contexto do processo de recuperação judicial do Grupo CBAA, as áreas pertencentes à antiga fazenda St. Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar, foram arrematadas. O lance foi efetuado utilizando créditos habilitados no processo de recuperação, supostamente adquiridos de outros credores. Contudo, antes da imissão na posse pelos arrematantes, surgiu a notícia de fraude relacionada à aquisição dos créditos utilizados pela Bams Participações para a aquisição das terras. Isso levanta suspeitas de que os créditos utilizados no lance não pertenciam, de fato, à Bams Participações.
Neste momento, há um inquérito policial em andamento para investigação criminal, desencadeado pela denúncia do possuidor original do crédito, que alega não ter vendido o referido crédito para a Bams, tornando o processo irregular.
Por outro lado, a BS1 Agro e BAMS Participações alegam ter arrematado o imóvel perante a 8ª Vara Cível da Comarca de São José do Rio Preto/SP, dentro da legalidade e afirma que a Jotapar entrou com uma liminar de Interdito Proibitório alegando posse sobre as terras. Contudo, a Justiça de Sidrolândia rejeitou o pedido ontem.
A disputa permanece judicializada, sem decisão favorável para nenhum dos lados até o momento. Atualmente, a Jotapar ainda é a proprietária da área, a BS1 tenta assumir o local alegando ter a posse da propriedade por meio do leilão.
O Grupo Jotapar registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia por ameaça e esbulho possessório.
Um conflito entre o Grupo Jotapar, BS1 Agro e a BAMS Participações, inclusive com homens armados gera tensão na região das áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar no distrito do Quebra Coco em Sidrolândia.
Em nota, o Grupo Jotapar diz que toda a área é de sua propriedade, “o Grupo mantém a posse efetiva das áreas, alojando seus funcionários nos imóveis e conduzindo plena atividade agrícola, com 90% das áreas cultivadas com lavouras de soja. Uma outra observação relevante é a disparidade no número de pessoas envolvidas na disputa. Enquanto a Jotapar conta com 3 funcionários tentando evitar a invasão, a BS1 e a Bams possui aproximadamente 15 pessoas, muitas delas armadas. Isso contradiz a alegação da BS1 de que a Jotapar está utilizando pessoal armado”.
Ainda de acordo com o Grupo Jotapar, após a realização de um leilão judicial no contexto do processo de recuperação judicial do Grupo CBAA, as áreas pertencentes à antiga fazenda St. Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar, foram arrematadas. O lance foi efetuado utilizando créditos habilitados no processo de recuperação, supostamente adquiridos de outros credores. Contudo, antes da imissão na posse pelos arrematantes, surgiu a notícia de fraude relacionada à aquisição dos créditos utilizados pela Bams Participações para a aquisição das terras. Isso levanta suspeitas de que os créditos utilizados no lance não pertenciam, de fato, à Bams Participações.
Neste momento, há um inquérito policial em andamento para investigação criminal, desencadeado pela denúncia do possuidor original do crédito, que alega não ter vendido o referido crédito para a Bams, tornando o processo irregular.
Por outro lado, a BS1 Agro e BAMS Participações alegam ter arrematado o imóvel perante a 8ª Vara Cível da Comarca de São José do Rio Preto/SP, dentro da legalidade e afirma que a Jotapar entrou com uma liminar de Interdito Proibitório alegando posse sobre as terras. Contudo, a Justiça de Sidrolândia rejeitou o pedido ontem.
A disputa permanece judicializada, sem decisão favorável para nenhum dos lados até o momento. Atualmente, a Jotapar ainda é a proprietária da área, a BS1 tenta assumir o local alegando ter a posse da propriedade por meio do leilão.
O Grupo Jotapar registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia por ameaça e esbulho possessório.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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