Governo sanciona lei que permite renegociar R$ 343 milhões com BNDES
Governo sanciona lei que permite renegociar R$ 343 milhões com BNDES

Governo sanciona lei que permite renegociar R$ 343 milhões com BNDES

Foi oficializada, nesta quarta-feira (19), a autorização para o governo de Mato Grosso do Sul renegociar a dívida de R$ 343 milhões com BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O projeto foi aprovado em 12 de julho na Assembleia Legislativa e hoje o governo sancionou a proposta.
Conforme o texto, o Estado fica autorizado a “renegociar as operações de créditos firmadas com recursos” do BNDES. O governo estima, com a repactuação, fôlego de R$ 93 milhões durante quatro anos, período de carência para início do pagamento.Este valor, conforme informou a própria instituição financeira, corresponde à parcela da dívida, com garantia da União. Em todo o País, são R$ 20,87 bilhões. Lei, aprovada no fim do ano passado, permite aos estados repactuar esses débitos, alongando o prazo de pagamento por dez anos, com carência de até cinco anos. Quando às demais dívidas, o BNDES ainda analisa quais serão os critérios de negociação.A dívida de MS corresponde a duas operações de crédito: a Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados) e PEF II (Programa Emergencial de Financiamento).Os Estados têm até o dia 31 deste mês para apresentarem propostas ao banco. Na ocasião da aprovação do projeto, o líder do PSDB na Assembleia, deputado Beto Pereira disse que o governo deverá deixar de destinar R$ 1,9 milhão por mês ao BNDES.Além disso, o encerramento da dívida passa de 2033 para o ano de 2043. A lei sancionada começa a valer hoje mesmo.A reportagem tentou contato com os secretários de Administração, Carlos Alberto Assis, de Fazenda, Márcio Monteiro e o de Governo, Eduardo Riedel, mas eles não atenderam às ligações. Como o prazo para entrega da proposta ao banco termina no fim do mês, o governo precisa enviar uma proposta de renegociação ao banco o mais rápido possível.
Conforme o texto, o Estado fica autorizado a “renegociar as operações de créditos firmadas com recursos” do BNDES. O governo estima, com a repactuação, fôlego de R$ 93 milhões durante quatro anos, período de carência para início do pagamento.
Este valor, conforme informou a própria instituição financeira, corresponde à parcela da dívida, com garantia da União. Em todo o País, são R$ 20,87 bilhões. Lei, aprovada no fim do ano passado, permite aos estados repactuar esses débitos, alongando o prazo de pagamento por dez anos, com carência de até cinco anos. Quando às demais dívidas, o BNDES ainda analisa quais serão os critérios de negociação.
A dívida de MS corresponde a duas operações de crédito: a Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados) e PEF II (Programa Emergencial de Financiamento).
Os Estados têm até o dia 31 deste mês para apresentarem propostas ao banco. Na ocasião da aprovação do projeto, o líder do PSDB na Assembleia, deputado Beto Pereira disse que o governo deverá deixar de destinar R$ 1,9 milhão por mês ao BNDES.
Além disso, o encerramento da dívida passa de 2033 para o ano de 2043. A lei sancionada começa a valer hoje mesmo.
A reportagem tentou contato com os secretários de Administração, Carlos Alberto Assis, de Fazenda, Márcio Monteiro e o de Governo, Eduardo Riedel, mas eles não atenderam às ligações.
Como o prazo para entrega da proposta ao banco termina no fim do mês, o governo precisa enviar uma proposta de renegociação ao banco o mais rápido possível.
Campo Grande News
Foi oficializada, nesta quarta-feira (19), a autorização para o governo de Mato Grosso do Sul renegociar a dívida de R$ 343 milhões com BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O projeto foi aprovado em 12 de julho na Assembleia Legislativa e hoje o governo sancionou a proposta.
Conforme o texto, o Estado fica autorizado a “renegociar as operações de créditos firmadas com recursos” do BNDES. O governo estima, com a repactuação, fôlego de R$ 93 milhões durante quatro anos, período de carência para início do pagamento.Este valor, conforme informou a própria instituição financeira, corresponde à parcela da dívida, com garantia da União. Em todo o País, são R$ 20,87 bilhões. Lei, aprovada no fim do ano passado, permite aos estados repactuar esses débitos, alongando o prazo de pagamento por dez anos, com carência de até cinco anos. Quando às demais dívidas, o BNDES ainda analisa quais serão os critérios de negociação.A dívida de MS corresponde a duas operações de crédito: a Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados) e PEF II (Programa Emergencial de Financiamento).Os Estados têm até o dia 31 deste mês para apresentarem propostas ao banco. Na ocasião da aprovação do projeto, o líder do PSDB na Assembleia, deputado Beto Pereira disse que o governo deverá deixar de destinar R$ 1,9 milhão por mês ao BNDES.Além disso, o encerramento da dívida passa de 2033 para o ano de 2043. A lei sancionada começa a valer hoje mesmo.A reportagem tentou contato com os secretários de Administração, Carlos Alberto Assis, de Fazenda, Márcio Monteiro e o de Governo, Eduardo Riedel, mas eles não atenderam às ligações. Como o prazo para entrega da proposta ao banco termina no fim do mês, o governo precisa enviar uma proposta de renegociação ao banco o mais rápido possível.
Conforme o texto, o Estado fica autorizado a “renegociar as operações de créditos firmadas com recursos” do BNDES. O governo estima, com a repactuação, fôlego de R$ 93 milhões durante quatro anos, período de carência para início do pagamento.
Este valor, conforme informou a própria instituição financeira, corresponde à parcela da dívida, com garantia da União. Em todo o País, são R$ 20,87 bilhões. Lei, aprovada no fim do ano passado, permite aos estados repactuar esses débitos, alongando o prazo de pagamento por dez anos, com carência de até cinco anos. Quando às demais dívidas, o BNDES ainda analisa quais serão os critérios de negociação.
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Além disso, o encerramento da dívida passa de 2033 para o ano de 2043. A lei sancionada começa a valer hoje mesmo.
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Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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