Frigoríficos dizem ter pago propina para ex-chefe da Casa Civil
Frigoríficos dizem ter pago propina para ex-chefe da Casa Civil

Frigoríficos dizem ter pago propina para ex-chefe da Casa Civil

O Fantástico denunciou o pagamento de propina para o ex-secretário da Casa Civil, Sérgio de Paula. Conforme reportagem exibida ontem no programa da TV Globo, os empresários Benilson Tangerino e José Alberto Berger, respectivamente dono de frigorífico e fábrica de couro, dizem ter feito pagamento ilegal.
José Alberto relatou que em 4 de novembro teria recebido e-mail apontando irregularidade e teve autorização para compra de gado suspensa. Em seguida, conta que procurou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que o encaminhou para Sergio de Paula.
O intermediário para pagamento de propina com destino ao então chefe da Casa Civil seria José Ricardo Guitti, conhecido como Polaco. José Alberto diz ter pago propina de R$ 500 mil em duas parcelas de R$ 250 mil, sendo a última em 10 de novembro, mesmo dia em que a licença teria sido reativada.
Diante de uma nova cobrança, o empresário gravou a entrega de R$ 30 mil para José Ricardo no dia 8 de dezembro de 2016. Ainda de acordo com José Alberto, o pedido era pagamento de R$ 150 mil por mês. Ele negou, a empresa perdeu novamente a autorização e foi multada em R$ 7 milhões por sonegação fiscal. Atualmente, o funcionamento foi garantido por liminar da Justiça.
Benilson Tangerino disse que o pedido de propina de R$ 300 mil teria sido feito no gabinete de Sérgio de Paula, na Governadoria. O dinheiro foi entregue numa mala. Contudo, Benilson conta que também se negou a pagar mensalidade de R$ 150 mil.
Reinaldo Azambuja afirma que os denunciantes são sonegadores de impostos. Sobre Sérgio de Paula, o governador relatou ter amizade antiga e que se ele usou o seu nome foi sem autorização.
Por meio de nota, Sérgio de Paula nega ter recebido dinheiro ou autorizado alguém a fazê-lo em seu nome. José Ricardo Guitti também negou o recebimento de valores. Sérgio de Paula foi exonerado do cargo em março de 2017.
Campo Grande News
O Fantástico denunciou o pagamento de propina para o ex-secretário da Casa Civil, Sérgio de Paula. Conforme reportagem exibida ontem no programa da TV Globo, os empresários Benilson Tangerino e José Alberto Berger, respectivamente dono de frigorífico e fábrica de couro, dizem ter feito pagamento ilegal.
José Alberto relatou que em 4 de novembro teria recebido e-mail apontando irregularidade e teve autorização para compra de gado suspensa. Em seguida, conta que procurou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que o encaminhou para Sergio de Paula.
O intermediário para pagamento de propina com destino ao então chefe da Casa Civil seria José Ricardo Guitti, conhecido como Polaco. José Alberto diz ter pago propina de R$ 500 mil em duas parcelas de R$ 250 mil, sendo a última em 10 de novembro, mesmo dia em que a licença teria sido reativada.
Diante de uma nova cobrança, o empresário gravou a entrega de R$ 30 mil para José Ricardo no dia 8 de dezembro de 2016. Ainda de acordo com José Alberto, o pedido era pagamento de R$ 150 mil por mês. Ele negou, a empresa perdeu novamente a autorização e foi multada em R$ 7 milhões por sonegação fiscal. Atualmente, o funcionamento foi garantido por liminar da Justiça.
Benilson Tangerino disse que o pedido de propina de R$ 300 mil teria sido feito no gabinete de Sérgio de Paula, na Governadoria. O dinheiro foi entregue numa mala. Contudo, Benilson conta que também se negou a pagar mensalidade de R$ 150 mil.
Reinaldo Azambuja afirma que os denunciantes são sonegadores de impostos. Sobre Sérgio de Paula, o governador relatou ter amizade antiga e que se ele usou o seu nome foi sem autorização.
Por meio de nota, Sérgio de Paula nega ter recebido dinheiro ou autorizado alguém a fazê-lo em seu nome. José Ricardo Guitti também negou o recebimento de valores. Sérgio de Paula foi exonerado do cargo em março de 2017.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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