Frigorífico de peixe consome R$ 1 milhão e está abandonado há 4 anos
Frigorífico de peixe consome R$ 1 milhão e está abandonado há 4 anos

Frigorífico de peixe consome R$ 1 milhão e está abandonado há 4 anos

Após consumir R$ 1 milhão, a construção de um frigorífico que deveria atender 700 produtores de peixe da região está parada há quatro anos em Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande. Localizada na saída para a Capital, no trevo das BR-163 com a MS-376, a obra está cercada de mato e não há previsão de quando será retomada.
Nesta segunda-feira (20), a prefeitura informou que busca recursos do Ministério da Agricultura para a retomada das obras. Conforme o secretário municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária, Landmark Ferreira Rios, o investimento de R$ 1 milhão foi referente à primeira etapa. Para a segunda e última etapa são necessários pelo menos R$ 6,8 milhões.
“O valor seria para asfalto, equipamentos, cercamento”, afirmou Landmark, que ocupou o mesmo cargo na gestão de Murilo Zauith (PSB). Segundo ele, a conclusão do frigorífico é prioridade para a prefeita Délia Razuk (PR).
A prefeitura informou que em 2015 a União devolveu ao município R$ 272 mil que estavam depositados em uma conta do Ministério da Agricultura, já que o projeto não foi efetivado.
Segundo Landmark, o município cumpriu todas as exigências para a instalação do frigorífico, mas o governo federal não repassou os recursos.
Campo Grande News
Após consumir R$ 1 milhão, a construção de um frigorífico que deveria atender 700 produtores de peixe da região está parada há quatro anos em Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande. Localizada na saída para a Capital, no trevo das BR-163 com a MS-376, a obra está cercada de mato e não há previsão de quando será retomada.
Nesta segunda-feira (20), a prefeitura informou que busca recursos do Ministério da Agricultura para a retomada das obras. Conforme o secretário municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária, Landmark Ferreira Rios, o investimento de R$ 1 milhão foi referente à primeira etapa. Para a segunda e última etapa são necessários pelo menos R$ 6,8 milhões.
“O valor seria para asfalto, equipamentos, cercamento”, afirmou Landmark, que ocupou o mesmo cargo na gestão de Murilo Zauith (PSB). Segundo ele, a conclusão do frigorífico é prioridade para a prefeita Délia Razuk (PR).
A prefeitura informou que em 2015 a União devolveu ao município R$ 272 mil que estavam depositados em uma conta do Ministério da Agricultura, já que o projeto não foi efetivado.
Segundo Landmark, o município cumpriu todas as exigências para a instalação do frigorífico, mas o governo federal não repassou os recursos.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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