Ferrovia que ligará Maracaju ao porto de Paranaguá entra na fase de análise técnica
Ferrovia que ligará Maracaju ao porto de Paranaguá entra na fase de análise técnica

Ferrovia que ligará Maracaju ao porto de Paranaguá entra na fase de análise técnica

Por meio de trilhos, a partir de Maracaju, será possível chegar à cidade portuária de Paranaguá, no Paraná, aumentando a competitividade das commodities produzidas em território sul-mato-grossense.
A Ferroeste deve destinar R$ 2,85 bilhões à construção de 76 quilômetros de ferrovia em Mato Grosso do Sul, conectando o município de Maracaju a Dourados.
O investimento será realizado no âmbito do Pro Trilhos, programa de autorizações ferroviárias do Governo Federal, conforme medida provisória publicada.
De acordo com a Ferroeste, em breve devem ser concluídos os estudos técnicos, jurídicos, econômicos e ambientais relacionados ao novo projeto. Tais análises indicarão o melhor traçado, questões ambientais de maior relevância e o formato do contrato de modernização e ampliação da estrada de ferro.
Um dos pontos mais importantes da estratégia da implementação da nova ferrovia está relacionado ao modelo de projeto, se será concessão ou privatização. O foco do estudo jurídico, um dos que estão em andamento, é identificar qual a melhor estratégia para oferecer a Nova Ferroeste para a iniciativa privada.
“Até agora, por exemplo, a concessão tem se mostrado a melhor escolha. Nesse caso, o Paraná vai subconceder a concessão do governo federal que a Ferroeste detém para a construção e exploração da ferrovia por algum período pré-determinado, estimado em 60 anos. Hoje a Ferroeste tem contrato de concessão com a União, em vigor desde 1989. Este contrato, com prazo de 90 anos, passou a valer em 1997, podendo ser renovado por igual período”, lê-se em publicação no site da concessionária.
O projeto de 1.285 quilômetros que vai beneficiar Mato Grosso do Sul prevê a revitalização e modernização do trecho existente e a ampliação do traçado, ligando Guarapuava a Paranaguá, no Litoral do Paraná, e Cascavel a Maracaju, no Mato Grosso do Sul. Também será construído um ramal ferroviário entre Cascavel e Foz do Iguaçu, favorecendo a produção do Oeste e dos países vizinhos.
Por meio de trilhos, a partir de Maracaju, será possível chegar à cidade portuária de Paranaguá, no Paraná, aumentando a competitividade das commodities produzidas em território sul-mato-grossense.
A Ferroeste deve destinar R$ 2,85 bilhões à construção de 76 quilômetros de ferrovia em Mato Grosso do Sul, conectando o município de Maracaju a Dourados.
O investimento será realizado no âmbito do Pro Trilhos, programa de autorizações ferroviárias do Governo Federal, conforme medida provisória publicada.
De acordo com a Ferroeste, em breve devem ser concluídos os estudos técnicos, jurídicos, econômicos e ambientais relacionados ao novo projeto. Tais análises indicarão o melhor traçado, questões ambientais de maior relevância e o formato do contrato de modernização e ampliação da estrada de ferro.
Um dos pontos mais importantes da estratégia da implementação da nova ferrovia está relacionado ao modelo de projeto, se será concessão ou privatização. O foco do estudo jurídico, um dos que estão em andamento, é identificar qual a melhor estratégia para oferecer a Nova Ferroeste para a iniciativa privada.
“Até agora, por exemplo, a concessão tem se mostrado a melhor escolha. Nesse caso, o Paraná vai subconceder a concessão do governo federal que a Ferroeste detém para a construção e exploração da ferrovia por algum período pré-determinado, estimado em 60 anos. Hoje a Ferroeste tem contrato de concessão com a União, em vigor desde 1989. Este contrato, com prazo de 90 anos, passou a valer em 1997, podendo ser renovado por igual período”, lê-se em publicação no site da concessionária.
O projeto de 1.285 quilômetros que vai beneficiar Mato Grosso do Sul prevê a revitalização e modernização do trecho existente e a ampliação do traçado, ligando Guarapuava a Paranaguá, no Litoral do Paraná, e Cascavel a Maracaju, no Mato Grosso do Sul. Também será construído um ramal ferroviário entre Cascavel e Foz do Iguaçu, favorecendo a produção do Oeste e dos países vizinhos.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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