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Fenômeno luminoso registrado no ceú de MS se trata de lixo espacial, diz físico da UFMS

Fenômeno luminoso registrado no ceú de MS se trata de lixo espacial, diz físico da UFMS

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Fenômeno luminoso registrado no ceú de MS se trata de lixo espacial, diz físico da UFMS

Na noite de sexta-feira (20), moradores de diversas regiões de Mato Grosso do Sul, como Sidrolândia e Maracaju, registraram um fenômeno no céu, que gerou grande repercussão nas redes sociais.

Segundo o professor Hamilton Correa, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), o fenômenno se trata de uma reentrada de lixo espacial na atmosfera. "Trata-se de detrito espacial, comumente chamado de lixo espacial. Acredito. O aspecto é semelhante a outras quedas do mesmo tipo, como a avistada no Nordeste a um ano. Quando o traçado da queima atravessa o céu, normalmente é detrito".

A Bramon (Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros) informou que o objeto era provavelmente um fragmento de foguete, ainda em processo de identificação.

Conforme o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), lixo espacial é formado por peças de foguetes, satélites desativados e outros materiais que ficam orbitando a Terra sem qualquer função. Esses objetos são atraídos pela gravidade, entram na atmosfera e se incendeiam por causa do atrito com o ar, formando clarões no céu.

A rede responsável pelo monitoramento do céu explicou que esse tipo de ocorrência é comum e geralmente não representa perigo, porque a maior parte dos detritos se desintegra antes de atingir o solo. O fenômeno observado nesta sexta teve características típicas desse processo.

(Com informações do site Campo Grande News).

Na noite de sexta-feira (20), moradores de diversas regiões de Mato Grosso do Sul, como Sidrolândia e Maracaju, registraram um fenômeno no céu, que gerou grande repercussão nas redes sociais.

Segundo o professor Hamilton Correa, da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), o fenômenno se trata de uma reentrada de lixo espacial na atmosfera. "Trata-se de detrito espacial, comumente chamado de lixo espacial. Acredito. O aspecto é semelhante a outras quedas do mesmo tipo, como a avistada no Nordeste a um ano. Quando o traçado da queima atravessa o céu, normalmente é detrito".

A Bramon (Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros) informou que o objeto era provavelmente um fragmento de foguete, ainda em processo de identificação.

Conforme o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), lixo espacial é formado por peças de foguetes, satélites desativados e outros materiais que ficam orbitando a Terra sem qualquer função. Esses objetos são atraídos pela gravidade, entram na atmosfera e se incendeiam por causa do atrito com o ar, formando clarões no céu.

A rede responsável pelo monitoramento do céu explicou que esse tipo de ocorrência é comum e geralmente não representa perigo, porque a maior parte dos detritos se desintegra antes de atingir o solo. O fenômeno observado nesta sexta teve características típicas desse processo.

(Com informações do site Campo Grande News).

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