Familiares de vítima de feminicídio em Bandeirantes oferecem recompensa por paradeiro do suspeito
Familiares de vítima de feminicídio em Bandeirantes oferecem recompensa por paradeiro do suspeito

Familiares de vítima de feminicídio em Bandeirantes oferecem recompensa por paradeiro do suspeito

Familiares e amigos de Andrea Ferreira, de 40 anos, morta a tiros na noite de domingo (12), em Bandeirantes, estão usando as redes sociais para tentar localizar o principal suspeito do crime, o companheiro Carlos Alberto da Silva, de 38 anos. Uma imagem divulgada na internet mostra a foto do homem e oferece recompensa a quem souber informar seu paradeiro.
Na publicação, que circula em grupos locais, os familiares afirmam que o suspeito pode estar na região de Bandeirantes ou em cidades próximas e pedem que qualquer informação seja repassada. A Polícia Civil já investiga o caso e segue em busca do autor, que fugiu após o assassinato.
Andrea foi morta dentro de casa, no bairro Cohab II, após uma discussão com o companheiro em um evento religioso. Em casa, a briga continuou e, durante o desentendimento, Carlos atirou duas vezes contra Andreia. Um tiro atingiu o pescoço e outro a nuca. Ambos tinham ingerido bebida alcoólica
A mulher foi socorrida e levada ao hospital de Bandeirantes, mas foi a óbito antes de chegar na unidade. A filha de Andreia, uma adolescente, estava na casa com o namorado e presenciou o crime. Segundo o relato, ela tentou estancar o sangue da mãe após os disparos.
No local, a Polícia Militar encontrou uma faca, uma pedra, poça de sangue e o carro do suspeito danificado. Conforme as investigações, antes dos tiros, Andreia teria danificado o veículo do companheiro, quebrando o vidro traseiro, furando os pneus e arremessando pedras contra o automóvel.
A vítima possuía dois registros de violência doméstica contra o autor, um em 2023 e outro em 2024. O suspeito, por sua vez, havia registrado uma ocorrência por dano ao veículo. Eles teriam reatado o relacionamento há duas semanas.
O corpo de Andreia foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) de Campo Grande. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar de Bandeirantes seguem em busca de Carlos, que continua foragido.
Familiares e amigos de Andrea Ferreira, de 40 anos, morta a tiros na noite de domingo (12), em Bandeirantes, estão usando as redes sociais para tentar localizar o principal suspeito do crime, o companheiro Carlos Alberto da Silva, de 38 anos. Uma imagem divulgada na internet mostra a foto do homem e oferece recompensa a quem souber informar seu paradeiro.
Na publicação, que circula em grupos locais, os familiares afirmam que o suspeito pode estar na região de Bandeirantes ou em cidades próximas e pedem que qualquer informação seja repassada. A Polícia Civil já investiga o caso e segue em busca do autor, que fugiu após o assassinato.
Andrea foi morta dentro de casa, no bairro Cohab II, após uma discussão com o companheiro em um evento religioso. Em casa, a briga continuou e, durante o desentendimento, Carlos atirou duas vezes contra Andreia. Um tiro atingiu o pescoço e outro a nuca. Ambos tinham ingerido bebida alcoólica
A mulher foi socorrida e levada ao hospital de Bandeirantes, mas foi a óbito antes de chegar na unidade. A filha de Andreia, uma adolescente, estava na casa com o namorado e presenciou o crime. Segundo o relato, ela tentou estancar o sangue da mãe após os disparos.
No local, a Polícia Militar encontrou uma faca, uma pedra, poça de sangue e o carro do suspeito danificado. Conforme as investigações, antes dos tiros, Andreia teria danificado o veículo do companheiro, quebrando o vidro traseiro, furando os pneus e arremessando pedras contra o automóvel.
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O corpo de Andreia foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) de Campo Grande. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar de Bandeirantes seguem em busca de Carlos, que continua foragido.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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