Exército já utilizou 900 toneldas de asfalto e espera fim das chuvas para iniciar drenagem
Exército já utilizou 900 toneldas de asfalto e espera fim das chuvas para iniciar drenagem

Exército já utilizou 900 toneldas de asfalto e espera fim das chuvas para iniciar drenagem

Balanço divulgado na manhã desta terça-feira (4), sobre os primeiros 50 dias do trabalho de Requalificação Urbana do Corredor Sudoeste, mostra que já foram utilizadas 900 toneladas de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente). A primeira etapa deve ser concluída até o fim de abril e em seguida, com o fim das chuvas, serão realizadas as obras de remendo profundo e de microdrenagens, que inclui a mudança das tubulações de abastecimento de água, que passarão por baixo da calçada.
A alteração da rede de abastecimento foi solicitada pela administração municipal para evitar intervenções futuras. No último mês a empresa confirmou ao Jornal Midiamax que fará as mudanças nas ruas Guia Lopes, Brilhante, Marechal Deodoro e Bandeirantes.
O engenheiro chefe da Seção Técnica do 9º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção), Capitão Filipe Almeida Corrêa do Nascimento, explica que os trabalhos de remendo profundo e de microdrenagens são mais complexos e por isso serão realizados na segunda etapa.
|O remendo profundo consiste na substituição da base danificada por uma nova. Para fazer isso o tempo deve estar seco, sem chuva. O mesmo acontece com a drenagem que será feita em quase todos os cruzamentos especificados no projeto|, justifica.
Até o momento foram gastos R$ 650 mil dos R$ 23 milhões destinados ao convênio entre a Prefeitura e o Exército Brasileiro. O valor corresponde a 3% do total que será investido na recuperação dos 12,11 quilômetros de vias. |Concluímos a fresagem de quatro quadras inteiras da Rua Guia Lopes. Estamos fazendo a pintura de ligação para que possamos aplicar o CBUQ|, explica.
No mês passado, o Exército recusou três caminhões equivalentes a 30 m³ de material. O material foi rejeitado depois de passar por análise técnica. De acordo com o coronel Moacir Rangel Júnior, comandante do 3° Grupamento de Engenharia do Exército Brasileiro, a massa estava úmida e não poderia ser utilizada no recapeamento das ruas. Os militares ressaltam quea rejeição de material é prevista em até 5%.
O chefe da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutua e Serviços Públicos), Rudi Fiorese observa que após o recapeamento, a Prefeitura abrirá licitação para a sinalização das vias. |Esse trabalho será feito por uma empresa à parte por meio de licitação|, afirma.
A estimativa é de que sejam gastos R$ 108 mil apenas com a sinalização da Rua Guia Lopes. O valor total ainda não foi divulgado. A implantação das estações de embarque e desembarque de passageiros também será licitada.
Conforme cronograma divulgado no início das obras, será recapeado 1,57 km entre as ruas Guia Lopes e Brilhante. A partir daí são mais 2,75 km até o terminal Bandeirantes; mais 4,92 km deste local até o Terminal Aero Rancho; as duas pistas da Gunter Hans e na etapa final, 3,87 km ao longo da Bandeirantes. A previsão é de que os trablahos sejam concluídos no máximo em 24 meses.
Campo Grande News
Balanço divulgado na manhã desta terça-feira (4), sobre os primeiros 50 dias do trabalho de Requalificação Urbana do Corredor Sudoeste, mostra que já foram utilizadas 900 toneladas de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente). A primeira etapa deve ser concluída até o fim de abril e em seguida, com o fim das chuvas, serão realizadas as obras de remendo profundo e de microdrenagens, que inclui a mudança das tubulações de abastecimento de água, que passarão por baixo da calçada.
A alteração da rede de abastecimento foi solicitada pela administração municipal para evitar intervenções futuras. No último mês a empresa confirmou ao Jornal Midiamax que fará as mudanças nas ruas Guia Lopes, Brilhante, Marechal Deodoro e Bandeirantes.
O engenheiro chefe da Seção Técnica do 9º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção), Capitão Filipe Almeida Corrêa do Nascimento, explica que os trabalhos de remendo profundo e de microdrenagens são mais complexos e por isso serão realizados na segunda etapa.
|O remendo profundo consiste na substituição da base danificada por uma nova. Para fazer isso o tempo deve estar seco, sem chuva. O mesmo acontece com a drenagem que será feita em quase todos os cruzamentos especificados no projeto|, justifica.
Até o momento foram gastos R$ 650 mil dos R$ 23 milhões destinados ao convênio entre a Prefeitura e o Exército Brasileiro. O valor corresponde a 3% do total que será investido na recuperação dos 12,11 quilômetros de vias. |Concluímos a fresagem de quatro quadras inteiras da Rua Guia Lopes. Estamos fazendo a pintura de ligação para que possamos aplicar o CBUQ|, explica.
No mês passado, o Exército recusou três caminhões equivalentes a 30 m³ de material. O material foi rejeitado depois de passar por análise técnica. De acordo com o coronel Moacir Rangel Júnior, comandante do 3° Grupamento de Engenharia do Exército Brasileiro, a massa estava úmida e não poderia ser utilizada no recapeamento das ruas. Os militares ressaltam quea rejeição de material é prevista em até 5%.
O chefe da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutua e Serviços Públicos), Rudi Fiorese observa que após o recapeamento, a Prefeitura abrirá licitação para a sinalização das vias. |Esse trabalho será feito por uma empresa à parte por meio de licitação|, afirma.
A estimativa é de que sejam gastos R$ 108 mil apenas com a sinalização da Rua Guia Lopes. O valor total ainda não foi divulgado. A implantação das estações de embarque e desembarque de passageiros também será licitada.
Conforme cronograma divulgado no início das obras, será recapeado 1,57 km entre as ruas Guia Lopes e Brilhante. A partir daí são mais 2,75 km até o terminal Bandeirantes; mais 4,92 km deste local até o Terminal Aero Rancho; as duas pistas da Gunter Hans e na etapa final, 3,87 km ao longo da Bandeirantes. A previsão é de que os trablahos sejam concluídos no máximo em 24 meses.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.