Em Sidrolândia, mãe pede ajuda para custear cirurgia e retirar tumor no olho do filho de 11 anos
Em Sidrolândia, mãe pede ajuda para custear cirurgia e retirar tumor no olho do filho de 11 anos

Em Sidrolândia, mãe pede ajuda para custear cirurgia e retirar tumor no olho do filho de 11 anos

Antônia Celma Lima de Sousa, de 34 anos, moradora de Sidrolândia, está mobilizando a comunidade para ajudar o filho Hitalo Valtevir Sousa Silva, de 11 anos, que precisa passar por uma cirurgia para retirada de um tumor no olho.
Segundo Antônia, o problema começou há cerca de três meses, quando o menino apresentou um pequeno inchaço no olho. “Começou com um pequeno inchado, eu pensei que seria conjuntivite ou algo do tipo”, relatou.
A mãe conta que desde o início buscou atendimento em diferentes unidades de saúde, tanto na rede pública quanto particular, mas o diagnóstico demorou a ser definido.
“Eu fui no UPA, no hospital e até em clínica particular. Ele tomou remédios na veia, antibióticos fortes, mas nada resolvia. Só depois de fazer uma ressonância magnética é que a médica confirmou que se trata de um tumor”, explica Antônia.
O exame, segundo ela, só pôde ser realizado graças à ajuda de um conhecido. “Um patrão meu se comoveu com a situação e pagou o exame. Foi quando descobrimos que realmente era um tumor. Agora, a médica disse que precisa ser feita uma cirurgia urgente.”
Cirurgia custa cerca de R$ 50 mil
O procedimento, conforme orientação médica, só é realizado por uma especialista em Campo Grande, única profissional no Estado apta a realizar esse tipo de cirurgia. O atendimento é feito pelo SUS e também particular, mas a fila na rede pública ultrapassa duas mil pessoas.
Diante da gravidade e do rápido crescimento do tumor, a mãe decidiu tentar o atendimento particular. O valor, no entanto, é alto, cerca de R$ 50 mil.
“Estou com muito medo do pior. Meu filho sente dor todos os dias e o olho está crescendo muito rápido”, desabafa.
Com dificuldades financeiras, Antônia iniciou uma campanha para arrecadar recursos e garantir o tratamento do filho o quanto antes.
“A professora dele me sugeriu pedir ajuda. A gente está fazendo vaquinha, pedindo apoio de quem puder contribuir. Qualquer ajuda é bem-vinda”, conta a mãe.
Quem quiser ajudar pode entrar em contato diretamente com a mãe pelo WhatsApp: (67) 9 9291-0677.
Antônia Celma Lima de Sousa, de 34 anos, moradora de Sidrolândia, está mobilizando a comunidade para ajudar o filho Hitalo Valtevir Sousa Silva, de 11 anos, que precisa passar por uma cirurgia para retirada de um tumor no olho.
Segundo Antônia, o problema começou há cerca de três meses, quando o menino apresentou um pequeno inchaço no olho. “Começou com um pequeno inchado, eu pensei que seria conjuntivite ou algo do tipo”, relatou.
A mãe conta que desde o início buscou atendimento em diferentes unidades de saúde, tanto na rede pública quanto particular, mas o diagnóstico demorou a ser definido.
“Eu fui no UPA, no hospital e até em clínica particular. Ele tomou remédios na veia, antibióticos fortes, mas nada resolvia. Só depois de fazer uma ressonância magnética é que a médica confirmou que se trata de um tumor”, explica Antônia.
O exame, segundo ela, só pôde ser realizado graças à ajuda de um conhecido. “Um patrão meu se comoveu com a situação e pagou o exame. Foi quando descobrimos que realmente era um tumor. Agora, a médica disse que precisa ser feita uma cirurgia urgente.”
Cirurgia custa cerca de R$ 50 mil
O procedimento, conforme orientação médica, só é realizado por uma especialista em Campo Grande, única profissional no Estado apta a realizar esse tipo de cirurgia. O atendimento é feito pelo SUS e também particular, mas a fila na rede pública ultrapassa duas mil pessoas.
Diante da gravidade e do rápido crescimento do tumor, a mãe decidiu tentar o atendimento particular. O valor, no entanto, é alto, cerca de R$ 50 mil.
“Estou com muito medo do pior. Meu filho sente dor todos os dias e o olho está crescendo muito rápido”, desabafa.
Com dificuldades financeiras, Antônia iniciou uma campanha para arrecadar recursos e garantir o tratamento do filho o quanto antes.
“A professora dele me sugeriu pedir ajuda. A gente está fazendo vaquinha, pedindo apoio de quem puder contribuir. Qualquer ajuda é bem-vinda”, conta a mãe.
Quem quiser ajudar pode entrar em contato diretamente com a mãe pelo WhatsApp: (67) 9 9291-0677.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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