Em Sidrolândia e na Capital, moradores estão há mais de 48 horas sem energia
Em Sidrolândia e na Capital, moradores estão há mais de 48 horas sem energia

Em Sidrolândia e na Capital, moradores estão há mais de 48 horas sem energia

A reportagem do Noticidade recebeu inúmeras mensagens de moradores de Sidrolândia e também de Campo Grande reclamando da falta de energia na região em pontos isolados, isso porque na maioria dos casos, na mesma Rua há residências com e sem energia desde o temporal de sexta-feira (15).
Eles informaram que vão acionar a Justiça contra a Energisa e cobrar os prejuízos causados, pois a empresa responsável pela distribuição elétrica não atende os chamados e não apresenta nenhuma previsão de fazer os reparos para restabelecer a energia, a aflição aumenta a cada hora, com a falta de energia, comerciantes também registraram perdas de produtos alimentícios. Muitas donas de casa já não sabem o que fazer e a situação está piorando, pois há registro de falta de água também em vários pontos.
Em Sidrolândia, há registros de falta de energia em vários locais, dentre eles: Rua Dona Tutinha no Bairro Sol Nascente, Jardim Petrópolis, Rua Romano Rossato no Bairro Santa Marta, Rua Alberto Hortenci e Rua Rio de Janeiro no Jardim do Sul, Bairro Carandazal, Bairro Sol Nascente, parte da Rua Mato Grosso, nos Assentamentos Santa Lúcia, Alambari Faf, Cut e parte do Eldorado, além de fazendas e parte da Aldeia Tereré.
Devido ao grande número de chamados por falta de energia, em nota à Imprensa, a Energisa disse que a rede do 0800 está congestionada e apresentou problemas, a empresa orienta os consumidores a priorizar o atendimento pelo WhatsApp (Gisa): (67) 9 9980-0698 e aplicativo Energisa On, disponível no Google Play ou App Store do celular.
A Energisa disse ainda que a tempestade foi muito agressiva, a pior nos últimos 50 anos, trazendo várias ordens de serviço de grande complexidade. “Estamos focados em restabelecer o mais rápido possível”, relatou em nota. Equipes de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia, Acre, Paraíba e Sergipe chegaram ontem para auxiliar os trabalhadores em Mato Grosso do Sul.
A reportagem do Noticidade recebeu inúmeras mensagens de moradores de Sidrolândia e também de Campo Grande reclamando da falta de energia na região em pontos isolados, isso porque na maioria dos casos, na mesma Rua há residências com e sem energia desde o temporal de sexta-feira (15).
Eles informaram que vão acionar a Justiça contra a Energisa e cobrar os prejuízos causados, pois a empresa responsável pela distribuição elétrica não atende os chamados e não apresenta nenhuma previsão de fazer os reparos para restabelecer a energia, a aflição aumenta a cada hora, com a falta de energia, comerciantes também registraram perdas de produtos alimentícios. Muitas donas de casa já não sabem o que fazer e a situação está piorando, pois há registro de falta de água também em vários pontos.
Em Sidrolândia, há registros de falta de energia em vários locais, dentre eles: Rua Dona Tutinha no Bairro Sol Nascente, Jardim Petrópolis, Rua Romano Rossato no Bairro Santa Marta, Rua Alberto Hortenci e Rua Rio de Janeiro no Jardim do Sul, Bairro Carandazal, Bairro Sol Nascente, parte da Rua Mato Grosso, nos Assentamentos Santa Lúcia, Alambari Faf, Cut e parte do Eldorado, além de fazendas e parte da Aldeia Tereré.
Devido ao grande número de chamados por falta de energia, em nota à Imprensa, a Energisa disse que a rede do 0800 está congestionada e apresentou problemas, a empresa orienta os consumidores a priorizar o atendimento pelo WhatsApp (Gisa): (67) 9 9980-0698 e aplicativo Energisa On, disponível no Google Play ou App Store do celular.
A Energisa disse ainda que a tempestade foi muito agressiva, a pior nos últimos 50 anos, trazendo várias ordens de serviço de grande complexidade. “Estamos focados em restabelecer o mais rápido possível”, relatou em nota. Equipes de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia, Acre, Paraíba e Sergipe chegaram ontem para auxiliar os trabalhadores em Mato Grosso do Sul.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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