Em sete dias, quantidade de buracos tapados equivale a 1,6 km de rua
Em sete dias, quantidade de buracos tapados equivale a 1,6 km de rua

Em sete dias, quantidade de buracos tapados equivale a 1,6 km de rua

Se todos os buracos tapados desde o dia 1º janeiro fossem juntados numa só rua, seriam capazes de asfaltar 1.600 metros, conforme o balanço apresentado pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos nesta terça-feira (10). Os números revelam investimentos de R$ 945.162,49 em pouco mais de uma semana, justamente na área que não recebia a devida atenção há alguns meses.
Já no primeiro dia de gestão, em 2 de janeiro, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) reuniu-se à portas fechadas com as empresas responsáveis pela operação tapa-buracos na Capital e que estavam com os contratos suspensos. Ao término do encontro, anunciou a retomada dos serviços |com força total|, incluindo aumento de 10 para 17 equipes nas ruas, com |pechinha| e redução no valor mensal dos contratos, de R$ 4,5 milhões para R$ 3,2 milhões.
Estava feita |as pazes| com as empresas Pavitec, Selco e Wala Engenharia. A partir daquela tarde de segunda-feira, buracos começaram a ser tapados novamente, |a quente, do jeito certo, com rolo compressor|. As 17 equipes somavam 250 homens nas ruas e um prefeito fiscalizando o serviços pessoalmente, in loco, todos dias. Desde então, foram tapados mais de 6,7 mil buracos, ao preço médio de R$ 82,65 por metro quadrado.
O relatório mostra ainda a utilização de 1,3 tonelada de CBUQ (Concreto Asfaltico Usinado a Quente) - material derivado do petróleo que custa R$ 358,45 m2, e que reponde por metade do custo total da operação tapa-buraco.
Para evitar o surgimento de novas crateras com as chuvas, o prefeito orientou que as equipes retirem as fissuras do asfalto em locais de situação crítica. “Isto dá maior durabilidade ao serviço, pois reduz o nível de infiltração da enxurrada”, explicou o engenheiro Edvaldo Aquino.
Ao Campo Grande News, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, revelou buscar alternativas para aumentar o efetivo de homens atuando. |Queremos chegar a 20 equipes trabalhando nas ruas|. Cada uma delas é formada, em média, por 12 trabalhadores.
Parceria x mais asfalto - Um convênio firmado Governo do Estado e a Prefeitura garantirá R$ 50 milhões para ampliação do serviço de tapa-buraco e recapeamento das principais vias da cidade. O acordo foi anunciado esta manhã, durante encontro do prefeito Marquinhos Trad e a governadora em exercício Rose Modesto (PSDB), no Paço Municipal.
Onde as equipes estão hoje - Lagoa da Prata; Evelina Selingard; Avenida Monte Castelo; Aeroporto; Rua Pio Rojas; Avenida João Arinos; Rua Coronel Cacildo Arantes; ruas Montese, Trindade; Rui Barbosa; da Divisão;Campestre; Gury Marques; Antônio Maria Coelho; Estefania; Pedro Martins; Avenida Souto Maior; Mato Grosso; Fátima do Sul; Avenida Roseira; Manoel Joaquim de Moraes; Avenida Senador Filinto Muller; Rua Naviraí; Roddolfo José Pinho, Giocondo e Avenida Cônsul Assaf Trad.
Campo Grande News
Se todos os buracos tapados desde o dia 1º janeiro fossem juntados numa só rua, seriam capazes de asfaltar 1.600 metros, conforme o balanço apresentado pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos nesta terça-feira (10). Os números revelam investimentos de R$ 945.162,49 em pouco mais de uma semana, justamente na área que não recebia a devida atenção há alguns meses.
Já no primeiro dia de gestão, em 2 de janeiro, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) reuniu-se à portas fechadas com as empresas responsáveis pela operação tapa-buracos na Capital e que estavam com os contratos suspensos. Ao término do encontro, anunciou a retomada dos serviços |com força total|, incluindo aumento de 10 para 17 equipes nas ruas, com |pechinha| e redução no valor mensal dos contratos, de R$ 4,5 milhões para R$ 3,2 milhões.
Estava feita |as pazes| com as empresas Pavitec, Selco e Wala Engenharia. A partir daquela tarde de segunda-feira, buracos começaram a ser tapados novamente, |a quente, do jeito certo, com rolo compressor|. As 17 equipes somavam 250 homens nas ruas e um prefeito fiscalizando o serviços pessoalmente, in loco, todos dias. Desde então, foram tapados mais de 6,7 mil buracos, ao preço médio de R$ 82,65 por metro quadrado.
O relatório mostra ainda a utilização de 1,3 tonelada de CBUQ (Concreto Asfaltico Usinado a Quente) - material derivado do petróleo que custa R$ 358,45 m2, e que reponde por metade do custo total da operação tapa-buraco.
Para evitar o surgimento de novas crateras com as chuvas, o prefeito orientou que as equipes retirem as fissuras do asfalto em locais de situação crítica. “Isto dá maior durabilidade ao serviço, pois reduz o nível de infiltração da enxurrada”, explicou o engenheiro Edvaldo Aquino.
Ao Campo Grande News, o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, revelou buscar alternativas para aumentar o efetivo de homens atuando. |Queremos chegar a 20 equipes trabalhando nas ruas|. Cada uma delas é formada, em média, por 12 trabalhadores.
Parceria x mais asfalto - Um convênio firmado Governo do Estado e a Prefeitura garantirá R$ 50 milhões para ampliação do serviço de tapa-buraco e recapeamento das principais vias da cidade. O acordo foi anunciado esta manhã, durante encontro do prefeito Marquinhos Trad e a governadora em exercício Rose Modesto (PSDB), no Paço Municipal.
Onde as equipes estão hoje - Lagoa da Prata; Evelina Selingard; Avenida Monte Castelo; Aeroporto; Rua Pio Rojas; Avenida João Arinos; Rua Coronel Cacildo Arantes; ruas Montese, Trindade; Rui Barbosa; da Divisão;Campestre; Gury Marques; Antônio Maria Coelho; Estefania; Pedro Martins; Avenida Souto Maior; Mato Grosso; Fátima do Sul; Avenida Roseira; Manoel Joaquim de Moraes; Avenida Senador Filinto Muller; Rua Naviraí; Roddolfo José Pinho, Giocondo e Avenida Cônsul Assaf Trad.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.