Em protesto, moradores arrancam bloqueio instalado pela CCR na BR-163
Em protesto, moradores arrancam bloqueio instalado pela CCR na BR-163

Em protesto, moradores arrancam bloqueio instalado pela CCR na BR-163

Usando uma máquina retroescavadeira, moradores de bairros próximos à BR-163, em Dourados, arrancaram o guard hail instalado ontem (10) pela concessionária CR MSVia. A proteção tinha interditado o principal acesso às Sitiocas Campo Belo, bairro localizado na margem da rodovia, na saída pra Caarapó.
Ontem, os moradores chegaram a bloquear a rodovia perto da Embrapa Agropecuária Oeste para protestar contra a instalação dos guard hails. Mesmo com o protesto a proteção foi instalada e arrancada horas depois.
Hoje de manhã, uma comissão representando os moradores foi até a prefeitura para pedir apoio. De acordo com a assessoria, a prefeitura pediu e a CCR concordou em suspender a instalação até quinta-feira (13), quando haverá uma audiência em Brasília para discutir o problema.
A concessionária informou ontem ao Campo Grande News que as interdições são para garantir mais segurança. “A CCR MSVia informa que está regularizando todos os acessos na BR-163/MS, visando promover a segurança dos usuários da rodovia e seguindo determinações da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)”.
Com ministro – Na quinta-feira, a prefeita Délia Razuk (PR) e o secretário municipal de Planejamento, José Elias Moreira, vão se reunir com o ministro dos Transportes Maurício Quintela, para tratar dos acessos à BR-163 no perímetro urbano de Dourados.
Apesar de a concessionária afirmar que o bloqueio é para dar mais segurança aos moradores, a prefeita afirma que a medida prejudica a população, já que até mesmo o acesso de viaturas da polícia e do Samu (Serviço Móvel de Urgência) terão dificuldade de chegar a esses bairros.
A assessoria da prefeitura informou que a viagem está mantida, apesar de a prefeita estar de repouso desde ontem, após ter uma alteração de pressão arterial. Ela chegou a ficar algumas horas em observação no Hospital do Coração e não cumpre agenda hoje.
Campo Grande News
Usando uma máquina retroescavadeira, moradores de bairros próximos à BR-163, em Dourados, arrancaram o guard hail instalado ontem (10) pela concessionária CR MSVia. A proteção tinha interditado o principal acesso às Sitiocas Campo Belo, bairro localizado na margem da rodovia, na saída pra Caarapó.
Ontem, os moradores chegaram a bloquear a rodovia perto da Embrapa Agropecuária Oeste para protestar contra a instalação dos guard hails. Mesmo com o protesto a proteção foi instalada e arrancada horas depois.
Hoje de manhã, uma comissão representando os moradores foi até a prefeitura para pedir apoio. De acordo com a assessoria, a prefeitura pediu e a CCR concordou em suspender a instalação até quinta-feira (13), quando haverá uma audiência em Brasília para discutir o problema.
A concessionária informou ontem ao Campo Grande News que as interdições são para garantir mais segurança. “A CCR MSVia informa que está regularizando todos os acessos na BR-163/MS, visando promover a segurança dos usuários da rodovia e seguindo determinações da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)”.
Com ministro – Na quinta-feira, a prefeita Délia Razuk (PR) e o secretário municipal de Planejamento, José Elias Moreira, vão se reunir com o ministro dos Transportes Maurício Quintela, para tratar dos acessos à BR-163 no perímetro urbano de Dourados.
Apesar de a concessionária afirmar que o bloqueio é para dar mais segurança aos moradores, a prefeita afirma que a medida prejudica a população, já que até mesmo o acesso de viaturas da polícia e do Samu (Serviço Móvel de Urgência) terão dificuldade de chegar a esses bairros.
A assessoria da prefeitura informou que a viagem está mantida, apesar de a prefeita estar de repouso desde ontem, após ter uma alteração de pressão arterial. Ela chegou a ficar algumas horas em observação no Hospital do Coração e não cumpre agenda hoje.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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