Em MS, caminhoneiros permanecem paralisados em 44 pontos e negam desmobilização
Em MS, caminhoneiros permanecem paralisados em 44 pontos e negam desmobilização

Em MS, caminhoneiros permanecem paralisados em 44 pontos e negam desmobilização

A greve dos caminhoneiros contra o preço do diesel está completando oito dias nesta segunda-feira (28) e mantém 44 pontos de bloqueio em Mato Grosso do Sul. Até o último sábado (26) a paralisação mantinha 74 pontos de bloqueio em rodovias federais e estaduais. A desmobilização e redução de manifestantes foram registradas em todo o país.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) revelou que 19 pontos em rodovias federais do Estado permanecem bloqueados. Já o comandante da Polícia Rodoviária Estadual, tenente-coronel Wagner Ferreira da Silva aponta 25 pontos nas rodovias estaduais.
Vale ressaltar que apenas cinco rodovias federais que cortam o Estado estão sob bloqueios, sendo elas: BR-262 (Campo Grande, Anastácio, Corumbá, Terenos e Três Lagoas), BR-267 (Bataguassu, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Guia Lopes da Laguna), BR-060 (Bela Vista, Camapuã, Chapadão do Sul, Paraíso das Águas, e Sidrolândia), BR-158 (Brasilândia, Cassilândia, Paranaíba e Três Lagoas);
Por fim, a BR-163, uma das mais movimentadas do Estado, apresenta interdições em Bandeirantes, Caarapó, Campo Grande (nos quilômetros 477, 462 e 492), Coxim, Dourados (em três pontos, km 256, 266 e 281) Eldorado, Naviraí, Rio Brilhante, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora.
A Polícia Rodoviária Federal mantém corredores para a circulação de transporte de animais vivos, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, medicamentos, combustíveis e outras cargas sensíveis estão sendo mantidos pela PRF, além de prestação de apoio aos manifestantes durante a desmobilização no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais.
Em Sidrolândia e Maracaju, as mobilizações somam mais de 3 mil caminhoneiros que ainda resistem e negam retornar as atividades caso o governo não anuncie medidas de redução no preço dos combustíveis.
Douglas Amaral – Noticidade
A greve dos caminhoneiros contra o preço do diesel está completando oito dias nesta segunda-feira (28) e mantém 44 pontos de bloqueio em Mato Grosso do Sul. Até o último sábado (26) a paralisação mantinha 74 pontos de bloqueio em rodovias federais e estaduais. A desmobilização e redução de manifestantes foram registradas em todo o país.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) revelou que 19 pontos em rodovias federais do Estado permanecem bloqueados. Já o comandante da Polícia Rodoviária Estadual, tenente-coronel Wagner Ferreira da Silva aponta 25 pontos nas rodovias estaduais.
Vale ressaltar que apenas cinco rodovias federais que cortam o Estado estão sob bloqueios, sendo elas: BR-262 (Campo Grande, Anastácio, Corumbá, Terenos e Três Lagoas), BR-267 (Bataguassu, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Guia Lopes da Laguna), BR-060 (Bela Vista, Camapuã, Chapadão do Sul, Paraíso das Águas, e Sidrolândia), BR-158 (Brasilândia, Cassilândia, Paranaíba e Três Lagoas);
Por fim, a BR-163, uma das mais movimentadas do Estado, apresenta interdições em Bandeirantes, Caarapó, Campo Grande (nos quilômetros 477, 462 e 492), Coxim, Dourados (em três pontos, km 256, 266 e 281) Eldorado, Naviraí, Rio Brilhante, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora.
A Polícia Rodoviária Federal mantém corredores para a circulação de transporte de animais vivos, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, medicamentos, combustíveis e outras cargas sensíveis estão sendo mantidos pela PRF, além de prestação de apoio aos manifestantes durante a desmobilização no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais.
Em Sidrolândia e Maracaju, as mobilizações somam mais de 3 mil caminhoneiros que ainda resistem e negam retornar as atividades caso o governo não anuncie medidas de redução no preço dos combustíveis.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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