Em Maracaju e Sidrolândia, mais de 1500 caminhoneiros aderem à paralisação geral
Em Maracaju e Sidrolândia, mais de 1500 caminhoneiros aderem à paralisação geral

Em Maracaju e Sidrolândia, mais de 1500 caminhoneiros aderem à paralisação geral

Adesão dos caminhoneiros de MS a paralisação nacional foi grande, em Sidrolândia e Maracaju, mais de 1500 profissionais aderiram aos manifestos durante os três dias.
Nesta quarta-feira (23) as paralisações vão completar três dias em diversas rodovias que cortam o Mato Grosso do Sul, ontem (22), o protesto de caminhoneiros contra o aumento sucessível do diesel, no Estado, seguiu noite adentro.
O monitoramento é feito pela CCR-MSVia e também pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) que também confirma que os manifestantes permanecem nos 17 pontos interditados em MS, neste terceiro dia de protestos.
Neste momento, na BR-163, os bloqueios seguem nos trechos entre Sonora até Eldorado. Em quatro dos trechos, por Campo grande, Naviraí, Eldorado e Bandeirantes, a interdição é total para veículos comerciais. Ou seja, caminhões. Mas a maioria dos bloqueios está sendo parcial, estando livre a passagem de veículos de passeio. Por conta disso, os congestionamentos registrados tem somados apenas um quilômetro em cada um dos pontos de manifestação.
Também há registro de manifestações na BR-060 e MS-162 em Sidrolândia (Auto Posto Taurus) ; Camapuã BR-060- km 204; e Chapadão do Sul - km 11. Na BR-262, há bloqueio no km 5, em Três Lagoas. Na BR-267 as interdições são nos trechos: km 364, em Maracaju; e km 249, em Nova Alvorada do Sul - onde a manifestação havia sido encerrada às 12h30 de ontem, mas voltou a interromper o trânsito por volta das 16h. Outro ponto ainda interditado é o do km 5 da BR-158, em Cassilândia.
Em Rio Brilhante, mesmo diante do frio intenso os manifestantes ressaltaram que vão permanecer interditando parcialmente as pistas, durante esta quarta-feira e sem previsão para pararem o protesto até que o Governo Federal negocie com os representantes do setor de cargas e transporte. Eles pedem redução de 30% no preço do diesel.
Em alguns trechos, os manifestantes contam com o apoio de agricultores, empresários e pecuaristas, que também precisam do combustível por conta do manuseio com tratores.
Douglas Amaral – Noticidade
Adesão dos caminhoneiros de MS a paralisação nacional foi grande, em Sidrolândia e Maracaju, mais de 1500 profissionais aderiram aos manifestos durante os três dias.
Nesta quarta-feira (23) as paralisações vão completar três dias em diversas rodovias que cortam o Mato Grosso do Sul, ontem (22), o protesto de caminhoneiros contra o aumento sucessível do diesel, no Estado, seguiu noite adentro.
O monitoramento é feito pela CCR-MSVia e também pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) que também confirma que os manifestantes permanecem nos 17 pontos interditados em MS, neste terceiro dia de protestos.
Neste momento, na BR-163, os bloqueios seguem nos trechos entre Sonora até Eldorado. Em quatro dos trechos, por Campo grande, Naviraí, Eldorado e Bandeirantes, a interdição é total para veículos comerciais. Ou seja, caminhões. Mas a maioria dos bloqueios está sendo parcial, estando livre a passagem de veículos de passeio. Por conta disso, os congestionamentos registrados tem somados apenas um quilômetro em cada um dos pontos de manifestação.
Também há registro de manifestações na BR-060 e MS-162 em Sidrolândia (Auto Posto Taurus) ; Camapuã BR-060- km 204; e Chapadão do Sul - km 11. Na BR-262, há bloqueio no km 5, em Três Lagoas. Na BR-267 as interdições são nos trechos: km 364, em Maracaju; e km 249, em Nova Alvorada do Sul - onde a manifestação havia sido encerrada às 12h30 de ontem, mas voltou a interromper o trânsito por volta das 16h. Outro ponto ainda interditado é o do km 5 da BR-158, em Cassilândia.
Em Rio Brilhante, mesmo diante do frio intenso os manifestantes ressaltaram que vão permanecer interditando parcialmente as pistas, durante esta quarta-feira e sem previsão para pararem o protesto até que o Governo Federal negocie com os representantes do setor de cargas e transporte. Eles pedem redução de 30% no preço do diesel.
Em alguns trechos, os manifestantes contam com o apoio de agricultores, empresários e pecuaristas, que também precisam do combustível por conta do manuseio com tratores.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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