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Em crise, shopping vai transformar hipermercado em centro de eventos

Em crise, shopping vai transformar hipermercado em centro de eventos

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Em crise, shopping vai transformar hipermercado em centro de eventos

Para enfrentar a recessão e tentar atrair público, o plano do Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, é abrir espaço para shows, espetáculos e até festas de formaturas no local onde funcionou o supermercado Walmart. Em um cenário onde há poucos clientes e muitas lojas vagas, a estratégia de expandir interesses voltados ao lazer ocorre em meio à instabilidade do varejo. que acarretou no fechamento de pelo menos duas lojas desde o início do ano.

O Walmart  encerrou as atividades do Bosque dos Ipês no fim de 2015. À época, a rede anunciou que o fechamento fazia parte do plano de reestruturação do grupo norte-americano. Desde então o espaço – o maior do centro comercial – está vago, e segundo Adriana Flores, superintendente do shopping, em um período de crise, quanto maior a diversidade do mix de lojas e serviços, maior será a resiliência do centro de compras. Segundo ela, já há eventos marcados: em fevereiro o espaço vai receber o show do grupo Cúmplices de um Resgate, e em março está previsto a Expo Noivas.

Ao longo do ano, o shopping não se restringiu ao varejo, e inaugurou opções em serviços com atendimento dos serviços públicos, como também uma clínica odontológica e escolas de dança e judô.

A superintendente do centro de compras destacou que a maior parte dos espaços ociosos eram ocupados por lojistas de pequeno e médio porte. Com a chegada da crise, avalia, não resistiram à baixa movimentação e acabaram desistindo do negócio. Além do Walmart, outras grandes marcam encerraram suas atividades no shopping desde que ele foi aberto, como a rede C&A, além de lojas do segmento de alimentação. Dos 167 espaços de área locada ocupados quando o prédio foi inaugurado, o número caiu para 149.

Apesar do cenário pouco animador, Adriana disse acreditar em uma melhora a partir do segundo semestre de 2017 com a abertura de 20 a 30 negócios no mix do shopping, e afirmou não descartar o retorno de um novo hipermercado. “Há investidores e estamos articulando.O top prioridades é fazer a reposição do Walmart com outro hipermercado, mas é um negócio complexo, ele não é tão rápido|, disse.

Pouco movimento - O Shopping Bosque dos Ipês foi inaugurado em 2013, e ainda está em sua fase de maturação, que é o período necessário para o aumento do fluxo de pessoas, ou seja, engrenar. Apesar de ainda estar no tempo hábil para sua consolidação, a tendência nacional do mercado aponta que nos shoppings abertos até 2012, o número de lojas fechadas não chega a 10%, cenário bem mais animador em relação aos ‘novatos’.

 O mercado indica ainda que, o tempo que os centros de compras levam para se consolidar no mercado depende de fatores como a localização, investimento e até a capacidade que os lojistas têm para atrair a clientela. Zonas mais movimentadas e com um comércio já estabelecido levam um tempo menor.

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Para enfrentar a recessão e tentar atrair público, o plano do Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, é abrir espaço para shows, espetáculos e até festas de formaturas no local onde funcionou o supermercado Walmart. Em um cenário onde há poucos clientes e muitas lojas vagas, a estratégia de expandir interesses voltados ao lazer ocorre em meio à instabilidade do varejo. que acarretou no fechamento de pelo menos duas lojas desde o início do ano.

O Walmart  encerrou as atividades do Bosque dos Ipês no fim de 2015. À época, a rede anunciou que o fechamento fazia parte do plano de reestruturação do grupo norte-americano. Desde então o espaço – o maior do centro comercial – está vago, e segundo Adriana Flores, superintendente do shopping, em um período de crise, quanto maior a diversidade do mix de lojas e serviços, maior será a resiliência do centro de compras. Segundo ela, já há eventos marcados: em fevereiro o espaço vai receber o show do grupo Cúmplices de um Resgate, e em março está previsto a Expo Noivas.

Ao longo do ano, o shopping não se restringiu ao varejo, e inaugurou opções em serviços com atendimento dos serviços públicos, como também uma clínica odontológica e escolas de dança e judô.

A superintendente do centro de compras destacou que a maior parte dos espaços ociosos eram ocupados por lojistas de pequeno e médio porte. Com a chegada da crise, avalia, não resistiram à baixa movimentação e acabaram desistindo do negócio. Além do Walmart, outras grandes marcam encerraram suas atividades no shopping desde que ele foi aberto, como a rede C&A, além de lojas do segmento de alimentação. Dos 167 espaços de área locada ocupados quando o prédio foi inaugurado, o número caiu para 149.

Apesar do cenário pouco animador, Adriana disse acreditar em uma melhora a partir do segundo semestre de 2017 com a abertura de 20 a 30 negócios no mix do shopping, e afirmou não descartar o retorno de um novo hipermercado. “Há investidores e estamos articulando.O top prioridades é fazer a reposição do Walmart com outro hipermercado, mas é um negócio complexo, ele não é tão rápido|, disse.

Pouco movimento - O Shopping Bosque dos Ipês foi inaugurado em 2013, e ainda está em sua fase de maturação, que é o período necessário para o aumento do fluxo de pessoas, ou seja, engrenar. Apesar de ainda estar no tempo hábil para sua consolidação, a tendência nacional do mercado aponta que nos shoppings abertos até 2012, o número de lojas fechadas não chega a 10%, cenário bem mais animador em relação aos ‘novatos’.

 O mercado indica ainda que, o tempo que os centros de compras levam para se consolidar no mercado depende de fatores como a localização, investimento e até a capacidade que os lojistas têm para atrair a clientela. Zonas mais movimentadas e com um comércio já estabelecido levam um tempo menor.

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