Em cinco anos, número de mortes em acidentes de trânsito caiu 34,1%
Em cinco anos, número de mortes em acidentes de trânsito caiu 34,1%

Em cinco anos, número de mortes em acidentes de trânsito caiu 34,1%

O número de acidentes com morte caiu 34,1% na zona urbana de Campo Grande em um período de cinco anos. De acordo com órgãos responsáveis pelo levantamento, a diminuição se deve, principalmente, às ações de educação no trânsito e blitze policiais nas vias mais perigosas da cidade, onde o fluxo é intenso e os motoristas abusam da velocidade.
As estatísticas da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), por meio do GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito), são bem-vindas em pleno mês do Maio Amarelo, movimento que promove ações em prol de um trânsito mais seguro, consciente e sem mortes.
Entre janeiro e dezembro de 2012, foram registrados 126 óbitos nas ruas da Capital. No mesmo período de 2016 foram contabilizadas 83 mortes, entre acidentes com vítimas nos veículos e atropelamentos.
Os dados indicam que nos anos de 2013, 2014 e 2015, foi registrado total de 116, 112 e 96 mortes, respectivamente. Também houve leve queda no número de óbitos em relação à 2017. Esse ano já foram registradas 27 ocorrências, sendo que nos 4 primeiros meses de 2012, 31 pessoas perderam a vida em decorrência de acidentes no trânsito.
Os dados revelam ainda que a maioria das vítimas é motociclista, seguido de pedestres, ciclistas e condutores/passageiros. Grande parte dos acidentes acontece aos sábados, domingos e segundas-feiras, principalmente a partir das 18 horas, com picos após as 21 horas aos fins de semana.
As vítimas que apresentam estado grave por conta dos acidentes, concentram-se na população jovem, com faixa etária entre 18 e 25 anos.
O último acidente com morte registrado em Campo Grande ocorreu no dia 24 de abril. O estudante Daniel Pontes Contenção, 17 anos, morreu após pegar a motocicleta do pai escondido, por volta de 1h30, na Avenida Guaicurus, no Jardim Itamaracá.
Campo Grande News
O número de acidentes com morte caiu 34,1% na zona urbana de Campo Grande em um período de cinco anos. De acordo com órgãos responsáveis pelo levantamento, a diminuição se deve, principalmente, às ações de educação no trânsito e blitze policiais nas vias mais perigosas da cidade, onde o fluxo é intenso e os motoristas abusam da velocidade.
As estatísticas da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), por meio do GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito), são bem-vindas em pleno mês do Maio Amarelo, movimento que promove ações em prol de um trânsito mais seguro, consciente e sem mortes.
Entre janeiro e dezembro de 2012, foram registrados 126 óbitos nas ruas da Capital. No mesmo período de 2016 foram contabilizadas 83 mortes, entre acidentes com vítimas nos veículos e atropelamentos.
Os dados indicam que nos anos de 2013, 2014 e 2015, foi registrado total de 116, 112 e 96 mortes, respectivamente. Também houve leve queda no número de óbitos em relação à 2017. Esse ano já foram registradas 27 ocorrências, sendo que nos 4 primeiros meses de 2012, 31 pessoas perderam a vida em decorrência de acidentes no trânsito.
Os dados revelam ainda que a maioria das vítimas é motociclista, seguido de pedestres, ciclistas e condutores/passageiros. Grande parte dos acidentes acontece aos sábados, domingos e segundas-feiras, principalmente a partir das 18 horas, com picos após as 21 horas aos fins de semana.
As vítimas que apresentam estado grave por conta dos acidentes, concentram-se na população jovem, com faixa etária entre 18 e 25 anos.
O último acidente com morte registrado em Campo Grande ocorreu no dia 24 de abril. O estudante Daniel Pontes Contenção, 17 anos, morreu após pegar a motocicleta do pai escondido, por volta de 1h30, na Avenida Guaicurus, no Jardim Itamaracá.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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