“Ele não é inocente”, diz mãe ao afirmar que suspeito tentou sequestrar filha dela; homem nega e diz que estava em surto
“Ele não é inocente”, diz mãe ao afirmar que suspeito tentou sequestrar filha dela; homem nega e diz que estava em surto

“Ele não é inocente”, diz mãe ao afirmar que suspeito tentou sequestrar filha dela; homem nega e diz que estava em surto

Na noite de segunda-feira (21), um caso incomum repercutiu em Sidrolândia sobre uma possível tentativa de sequestro. Familiares publicaram um vídeo onde é possível ver um homem correndo pelas ruas do Bairro Sidrolar II e alegaram que ele tentou sequestrar uma criança de três anos.
A reportagem do Noticidade conversou com ambas as partes, Karol Barbosa, irmã da criança, alegou que a mãe dela havia estacionado a moto na garagem quando a criança foi em direção à casa vizinha, onde reside a tia. “Minha mãe tinha acabado de chegar da UPA com ela, foi questão de ela colocar a moto para dentro de casa”, contou Karol.
Ainda segundo Karol, o homem teria se aproximado da criança quando uma prima interviu. “Minha prima viu a movimentação, correu e pegou ela”, relatou Karol. Imagens de câmeras de segurança de uma residência próxima mostram um homem correndo e olhando para trás.
“Inocente ele não é, porque uma pessoa que usa tornozeleira (eletrônica) e 2h da manhã, depois do fato que aconteceu com a minha filha, ele retirou, para mim, ele não é inocente”, disse Neia, mãe da criança.
Em contato com Marcelo, homem flagrado pelas câmeras, ele alegou que sofre de síndrome do pânico e que não é a primeira vez que tem crise. “Não é a primeira vez que eu sofro esse surto, na outra vez eu morava em morava em outro endereço, chamei os policiais e falei que tinha alguém tentando me matar, eles foram lá e não tinha nada. Aí ontem de novo, eu tive um surto, sai correndo pelas ruas e voltei correndo para casa”.
Segundo de Marcelo, ele afirma que não chegou perto da criança em nenhum momento. Apesar de alegar que sofre com a síndrome, não possui nenhum laudo que confirme o transtorno mental. Ele se colocou à disposição da Polícia para que os fatos sejam esclarecidos.
Na noite de segunda-feira (21), um caso incomum repercutiu em Sidrolândia sobre uma possível tentativa de sequestro. Familiares publicaram um vídeo onde é possível ver um homem correndo pelas ruas do Bairro Sidrolar II e alegaram que ele tentou sequestrar uma criança de três anos.
A reportagem do Noticidade conversou com ambas as partes, Karol Barbosa, irmã da criança, alegou que a mãe dela havia estacionado a moto na garagem quando a criança foi em direção à casa vizinha, onde reside a tia. “Minha mãe tinha acabado de chegar da UPA com ela, foi questão de ela colocar a moto para dentro de casa”, contou Karol.
Ainda segundo Karol, o homem teria se aproximado da criança quando uma prima interviu. “Minha prima viu a movimentação, correu e pegou ela”, relatou Karol. Imagens de câmeras de segurança de uma residência próxima mostram um homem correndo e olhando para trás.
“Inocente ele não é, porque uma pessoa que usa tornozeleira (eletrônica) e 2h da manhã, depois do fato que aconteceu com a minha filha, ele retirou, para mim, ele não é inocente”, disse Neia, mãe da criança.
Em contato com Marcelo, homem flagrado pelas câmeras, ele alegou que sofre de síndrome do pânico e que não é a primeira vez que tem crise. “Não é a primeira vez que eu sofro esse surto, na outra vez eu morava em morava em outro endereço, chamei os policiais e falei que tinha alguém tentando me matar, eles foram lá e não tinha nada. Aí ontem de novo, eu tive um surto, sai correndo pelas ruas e voltei correndo para casa”.
Segundo de Marcelo, ele afirma que não chegou perto da criança em nenhum momento. Apesar de alegar que sofre com a síndrome, não possui nenhum laudo que confirme o transtorno mental. Ele se colocou à disposição da Polícia para que os fatos sejam esclarecidos.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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