Depois de 5 anos, PM que atirou em condutor após acidente vai a júri hoje
Depois de 5 anos, PM que atirou em condutor após acidente vai a júri hoje

Depois de 5 anos, PM que atirou em condutor após acidente vai a júri hoje

Acusado de tentativa de homicídio, o policial militar Kenny Willian Costa do Nascimento Rosa, 31 anos, vai a julgamento às 8h desta terça-feira (9), na 1ª Vara do Tribunal do Júri. O crime ocorreu no dia 16 de fevereiro de 2012, no Jardim Tijuca, em Campo Grande.
Conforme denúncia do Ministério Público, o réu se envolveu em acidente de trânsito no cruzamento das ruas Nhambiquara e Severino Pinheiro. Após a colisão, os dois motoristas decidiram ir, cada um em seu carro, a uma oficina na região para avaliar os danos nos automóveis.No entanto, durante o trajeto, a vítima de 44 anos parou três vezes e questionou ao policial onde, afinal, era a oficina. O PM, então, teria discutido com a vítima, sacado uma arma de fogo e disparado em sua direção. O condutor não foi atingido porque fugiu. Os tiros acertaram a porta ao lado do motorista. Para o Ministério Público, o fato se trata de uma tentativa de homicídio com motivo torpe, uma vez que, o acusado tentou matar a vítima por vingança, por causa do acidente de trânsito ocorrido. Após ter analisado o laudo feito no carro da vítima e interrogado o policial, o juiz Carlos Alberto Garcete, confirmou sua ação, ainda que sob a justificativa de legítima defesa, julgou estarem presentes indícios suficientes para submetê-lo a julgamento pelo júri.
Conforme denúncia do Ministério Público, o réu se envolveu em acidente de trânsito no cruzamento das ruas Nhambiquara e Severino Pinheiro. Após a colisão, os dois motoristas decidiram ir, cada um em seu carro, a uma oficina na região para avaliar os danos nos automóveis.
No entanto, durante o trajeto, a vítima de 44 anos parou três vezes e questionou ao policial onde, afinal, era a oficina. O PM, então, teria discutido com a vítima, sacado uma arma de fogo e disparado em sua direção. O condutor não foi atingido porque fugiu. Os tiros acertaram a porta ao lado do motorista.
Para o Ministério Público, o fato se trata de uma tentativa de homicídio com motivo torpe, uma vez que, o acusado tentou matar a vítima por vingança, por causa do acidente de trânsito ocorrido. Após ter analisado o laudo feito no carro da vítima e interrogado o policial, o juiz Carlos Alberto Garcete, confirmou sua ação, ainda que sob a justificativa de legítima defesa, julgou estarem presentes indícios suficientes para submetê-lo a julgamento pelo júri.
Campo Grande News
Acusado de tentativa de homicídio, o policial militar Kenny Willian Costa do Nascimento Rosa, 31 anos, vai a julgamento às 8h desta terça-feira (9), na 1ª Vara do Tribunal do Júri. O crime ocorreu no dia 16 de fevereiro de 2012, no Jardim Tijuca, em Campo Grande.
Conforme denúncia do Ministério Público, o réu se envolveu em acidente de trânsito no cruzamento das ruas Nhambiquara e Severino Pinheiro. Após a colisão, os dois motoristas decidiram ir, cada um em seu carro, a uma oficina na região para avaliar os danos nos automóveis.No entanto, durante o trajeto, a vítima de 44 anos parou três vezes e questionou ao policial onde, afinal, era a oficina. O PM, então, teria discutido com a vítima, sacado uma arma de fogo e disparado em sua direção. O condutor não foi atingido porque fugiu. Os tiros acertaram a porta ao lado do motorista. Para o Ministério Público, o fato se trata de uma tentativa de homicídio com motivo torpe, uma vez que, o acusado tentou matar a vítima por vingança, por causa do acidente de trânsito ocorrido. Após ter analisado o laudo feito no carro da vítima e interrogado o policial, o juiz Carlos Alberto Garcete, confirmou sua ação, ainda que sob a justificativa de legítima defesa, julgou estarem presentes indícios suficientes para submetê-lo a julgamento pelo júri.
Conforme denúncia do Ministério Público, o réu se envolveu em acidente de trânsito no cruzamento das ruas Nhambiquara e Severino Pinheiro. Após a colisão, os dois motoristas decidiram ir, cada um em seu carro, a uma oficina na região para avaliar os danos nos automóveis.
No entanto, durante o trajeto, a vítima de 44 anos parou três vezes e questionou ao policial onde, afinal, era a oficina. O PM, então, teria discutido com a vítima, sacado uma arma de fogo e disparado em sua direção. O condutor não foi atingido porque fugiu. Os tiros acertaram a porta ao lado do motorista.
Para o Ministério Público, o fato se trata de uma tentativa de homicídio com motivo torpe, uma vez que, o acusado tentou matar a vítima por vingança, por causa do acidente de trânsito ocorrido. Após ter analisado o laudo feito no carro da vítima e interrogado o policial, o juiz Carlos Alberto Garcete, confirmou sua ação, ainda que sob a justificativa de legítima defesa, julgou estarem presentes indícios suficientes para submetê-lo a julgamento pelo júri.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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