Delegada pede revogação da prisão de pedreiro preso por morte de Mayara
Delegada pede revogação da prisão de pedreiro preso por morte de Mayara

Delegada pede revogação da prisão de pedreiro preso por morte de Mayara

A polícia não encontrou indícios do envolvimento de Anderson Sanches Pereira, 31 anos, na morte da violonista Mayara Amaral, 27 anos. O pedreiro está preso desde o dia 26 de julho, porque era suspeito de ter colaborado com o crime. Mas, no inquérito entregue ao Ministério Público Estadual na última sexta-feira (4), a delegada Gabriela Stainle pediu a revogação da prisão.
No documento, Stainle afirma que ficou comprovado que Anderson não teve envolvimento com os crimes de latrocínio e ocultação de cadáver, “tampouco não havendo indícios de que tenha envolvimento com tráfico de drogas, tendo sido responsabilizado no inquérito somente pelo delito de receptação”, explicou a delegada. Sanches teria participado da compra do carro de Mayara.
Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, conhecido como “Cachorrão”, foi indiciado por tráfico de drogas, por ter fornecido entorpecentes a Luís Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, este sim indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e ocultação de cadáver.
Para chegar à conclusão, a polícia tomou como base as imagens das câmeras de segurança do motel, onde o homicídio aconteceu na noite do dia 25 de julho, e de outros locais onde o músico esteve. As rotas traçadas pelo serviço geolocalização do celular de Mayara também foram determinantes.
Campo Grande News
A polícia não encontrou indícios do envolvimento de Anderson Sanches Pereira, 31 anos, na morte da violonista Mayara Amaral, 27 anos. O pedreiro está preso desde o dia 26 de julho, porque era suspeito de ter colaborado com o crime. Mas, no inquérito entregue ao Ministério Público Estadual na última sexta-feira (4), a delegada Gabriela Stainle pediu a revogação da prisão.
No documento, Stainle afirma que ficou comprovado que Anderson não teve envolvimento com os crimes de latrocínio e ocultação de cadáver, “tampouco não havendo indícios de que tenha envolvimento com tráfico de drogas, tendo sido responsabilizado no inquérito somente pelo delito de receptação”, explicou a delegada. Sanches teria participado da compra do carro de Mayara.
Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, conhecido como “Cachorrão”, foi indiciado por tráfico de drogas, por ter fornecido entorpecentes a Luís Alberto Bastos Barbosa, 29 anos, este sim indiciado por latrocínio - roubo seguido de morte - e ocultação de cadáver.
Para chegar à conclusão, a polícia tomou como base as imagens das câmeras de segurança do motel, onde o homicídio aconteceu na noite do dia 25 de julho, e de outros locais onde o músico esteve. As rotas traçadas pelo serviço geolocalização do celular de Mayara também foram determinantes.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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