Defesa do homem que cometeu homicídio qualificado em 2016 em Maracaju tenta mudar cidade de júri
Defesa do homem que cometeu homicídio qualificado em 2016 em Maracaju tenta mudar cidade de júri

Defesa do homem que cometeu homicídio qualificado em 2016 em Maracaju tenta mudar cidade de júri

Autor de homicídio praticado no dia 7 de setembro de 2016, em Maracaju, por medo de que os jurados sejam “influenciados por laços afetivos”, tentou transferir o processo para a Capital, mas os desembargadores da 2ª Vara Criminal de Mato Grosso do Sul negaram, por unanimidade, o pedido.
O crime ocorreu durante uma confraternização, a vítima era o dono da residência. O autor estava juntamente com sua mulher e alguns amigos. A mulher dançou com a vítima e o réu não gostou, começou a discutir com ela, a confusão aumentou e os convidados da festa tentaram separar. O autor, então, foi até o carro, a vítima aproveitou este momento para ligar para um amigo policial, mas antes mesmo de desligar o telefone foi surpreendido com várias facadas no pescoço. Ele morreu na hora.
O réu responde por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima e mandado para julgamento no Tribunal do Júri em Maracaju. Para tentar evitar a situação, a defesa dele recorreu aos desembargadores da 2ª Seção Criminal.
De acordo com informações, ao negar o pedido, o desembargador do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), Jonas Hass Silva Júnior, afirmou que, com a lista de jurados em mãos, a defesa pode impugnar os nomes que possam sofrer influência na decisão.
Com informações do Campo Grande News.
Autor de homicídio praticado no dia 7 de setembro de 2016, em Maracaju, por medo de que os jurados sejam “influenciados por laços afetivos”, tentou transferir o processo para a Capital, mas os desembargadores da 2ª Vara Criminal de Mato Grosso do Sul negaram, por unanimidade, o pedido.
O crime ocorreu durante uma confraternização, a vítima era o dono da residência. O autor estava juntamente com sua mulher e alguns amigos. A mulher dançou com a vítima e o réu não gostou, começou a discutir com ela, a confusão aumentou e os convidados da festa tentaram separar. O autor, então, foi até o carro, a vítima aproveitou este momento para ligar para um amigo policial, mas antes mesmo de desligar o telefone foi surpreendido com várias facadas no pescoço. Ele morreu na hora.
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De acordo com informações, ao negar o pedido, o desembargador do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), Jonas Hass Silva Júnior, afirmou que, com a lista de jurados em mãos, a defesa pode impugnar os nomes que possam sofrer influência na decisão.
Com informações do Campo Grande News.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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