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Corretor de imóveis é condenado a 15 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato de empresário

Corretor de imóveis é condenado a 15 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato de empresário

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Corretor de imóveis é condenado a 15 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato de empresário

O corretor de imóveis Isaac Melim foi condenado a 15 anos e seis meses de prisão pela morte do empresário Adão Renato Martins Terra. O crime aconteceu dia 17 de fevereiro do ano passado em frente à empresa da vítima, em Sidrolândia.

Isaac chegou a fugir depois do crime e se apresentou na Delegacia de Polícia Civil uma semana depois. Na ocasião ele estava acompanhado pelo advogado David Moura de Olindo e optou por ficar em silêncio. Horas depois ele acabou sendo preso durante cumprimento de mandado.

Nesta quinta-feira (02), ele sentou no banco dos réus do Tribunal do Júri e alegou ter cometido o crime porque estava sendo pressionado pela vítima que cobrava dívida de R$ 150 mil. O advogado David Moura Olindo representou pela absolvição alegando que o autor estaria “sofrendo grande pressão de credores” e apenas intermediou a compra da soja entre Adão e outro empresário do ramo.

No entanto, Isaac acabou sendo condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo crime de homicídio qualificado e dois por porte ilegal de arma. Logo após a sentença, a defesa do acusado entrou com recurso e pedindo que o júri seja anulado por contradição dos jurados que derrubaram a qualificadora de motivo fútil ou que a pena seja reduzida em 12 anos e que seja reconhecida a confissão espontânea. 

O corretor de imóveis Isaac Melim foi condenado a 15 anos e seis meses de prisão pela morte do empresário Adão Renato Martins Terra. O crime aconteceu dia 17 de fevereiro do ano passado em frente à empresa da vítima, em Sidrolândia.

Isaac chegou a fugir depois do crime e se apresentou na Delegacia de Polícia Civil uma semana depois. Na ocasião ele estava acompanhado pelo advogado David Moura de Olindo e optou por ficar em silêncio. Horas depois ele acabou sendo preso durante cumprimento de mandado.

Nesta quinta-feira (02), ele sentou no banco dos réus do Tribunal do Júri e alegou ter cometido o crime porque estava sendo pressionado pela vítima que cobrava dívida de R$ 150 mil. O advogado David Moura Olindo representou pela absolvição alegando que o autor estaria “sofrendo grande pressão de credores” e apenas intermediou a compra da soja entre Adão e outro empresário do ramo.

No entanto, Isaac acabou sendo condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo crime de homicídio qualificado e dois por porte ilegal de arma. Logo após a sentença, a defesa do acusado entrou com recurso e pedindo que o júri seja anulado por contradição dos jurados que derrubaram a qualificadora de motivo fútil ou que a pena seja reduzida em 12 anos e que seja reconhecida a confissão espontânea. 

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