Convênio de R$ 50 milhões vai reforçar tapa-buraco por cinco meses
Convênio de R$ 50 milhões vai reforçar tapa-buraco por cinco meses

Convênio de R$ 50 milhões vai reforçar tapa-buraco por cinco meses

Com valor de R$ 50 milhões, o convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande, assinado nesta quinta-feira (19), vai reforçar o serviço de tapa-buracos por cinco meses, ampliar as equipes e, a partir do segundo semestre, custear recapeamento em avenidas.
Metade do dinheiro é proveniente do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) e os outros R$ 25 milhões serão pagos, de forma parcelada, pela administração municipal. A origem do recurso será a arrecadação de impostos.
Conforme levantamento da prefeitura, a malha viária da Capital tem 250 mil buracos, sendo 15 mil fechados em 14 dias úteis. De acordo com o prefeito Marquinhos Trad (PSD), o certo seria recapear, mas não há como esperar os oito meses do processo de licitação.
“Pela primeira vez, não não vejo as pessoas pedindo por educação, saúde e segurança, mas sim para tapar buracos. Pedi ajuda porque o Estado não pode deixar de atender aos municípios”, diz Marquinhos. O recapeamento, a partir do segundo semestre, será nas avenidas Bandeirantes, Bandeiras, Ernesto Geisel e Mato Grosso.
Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, dentro de 30 dias o recurso já vai resultar em ampliação de 19 para 30 equipes, além da compra de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente).
Licenciado, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) interrompeu as férias e participou da assinatura do convênio na manhã desta quinta-feira (dia 19), na Governadoria, no Parque dos Poderes.
“Dividimos a responsabilidade de recapear algumas vias para dar mais segurança ao cidadão, a exemplo do que o governo já faz na [avenida] Euler de Azevedo. Na gestão anterior, não teve a mesma abertura para diálogo. A intenção é que as ruas pudessem ser recapeadas, mas, pelo momento crítico, existe a necessidade de tapar o buraco”, afirma Azambuja.
Ainda segundo o governador, as obras emergenciais no Estado consumiram R$ 70 milhões, principalmente na região Sul, com queda de pontes.
Governadora em exercício, Rose Modesto (PSDB) declarou que a parceria de hoje enche seu coração de alegria por fazer o bem para Campo Grande. “Aquilo que a gente pregava na campanha era autêntico. O Estado só vai bem se os municípios estão bem. Hoje, está a prova de que a parceria vai fazer a diferença”, diz Rose. Ela e Marquinhos disputaram um acirrado segundo turno pela prefeitura da Capital.
Campo Grande News
Com valor de R$ 50 milhões, o convênio entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Campo Grande, assinado nesta quinta-feira (19), vai reforçar o serviço de tapa-buracos por cinco meses, ampliar as equipes e, a partir do segundo semestre, custear recapeamento em avenidas.
Metade do dinheiro é proveniente do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) e os outros R$ 25 milhões serão pagos, de forma parcelada, pela administração municipal. A origem do recurso será a arrecadação de impostos.
Conforme levantamento da prefeitura, a malha viária da Capital tem 250 mil buracos, sendo 15 mil fechados em 14 dias úteis. De acordo com o prefeito Marquinhos Trad (PSD), o certo seria recapear, mas não há como esperar os oito meses do processo de licitação.
“Pela primeira vez, não não vejo as pessoas pedindo por educação, saúde e segurança, mas sim para tapar buracos. Pedi ajuda porque o Estado não pode deixar de atender aos municípios”, diz Marquinhos. O recapeamento, a partir do segundo semestre, será nas avenidas Bandeirantes, Bandeiras, Ernesto Geisel e Mato Grosso.
Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, dentro de 30 dias o recurso já vai resultar em ampliação de 19 para 30 equipes, além da compra de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente).
Licenciado, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) interrompeu as férias e participou da assinatura do convênio na manhã desta quinta-feira (dia 19), na Governadoria, no Parque dos Poderes.
“Dividimos a responsabilidade de recapear algumas vias para dar mais segurança ao cidadão, a exemplo do que o governo já faz na [avenida] Euler de Azevedo. Na gestão anterior, não teve a mesma abertura para diálogo. A intenção é que as ruas pudessem ser recapeadas, mas, pelo momento crítico, existe a necessidade de tapar o buraco”, afirma Azambuja.
Ainda segundo o governador, as obras emergenciais no Estado consumiram R$ 70 milhões, principalmente na região Sul, com queda de pontes.
Governadora em exercício, Rose Modesto (PSDB) declarou que a parceria de hoje enche seu coração de alegria por fazer o bem para Campo Grande. “Aquilo que a gente pregava na campanha era autêntico. O Estado só vai bem se os municípios estão bem. Hoje, está a prova de que a parceria vai fazer a diferença”, diz Rose. Ela e Marquinhos disputaram um acirrado segundo turno pela prefeitura da Capital.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.