Contratação ilegal é culpa exclusiva da prefeitura, diz entidade investigada
Contratação ilegal é culpa exclusiva da prefeitura, diz entidade investigada

Contratação ilegal é culpa exclusiva da prefeitura, diz entidade investigada

Os pedidos de contratações por meio de convênios partiam da Prefeitura de Campo Grande, voltou a alegar a Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária em ação do MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) contra o presidente Gilbraz Marques da Silva.
“Ora, se as solicitações para contratação de pessoal visando atender o objetivo do convênio partiam exclusivamente do Município de Campo Grande”, argumenta a entidade, afirmando que a prefeitura também deveria responder à ação.
Investigação anterior do Ministério Público afirma que o convênio é irregular, pois cargos públicos devem ser ocupados por aprovados em concurso. Além disso, houve contratações ilegais e existência de funcionários fantasmas, aqueles que não trabalham, mas recebiam salários por meio da verba pública.
Conforme a Seleta, “nunca existiu má-fé ou desonestidade” no atendimento das solicitações de contratação de pessoas feitas pelo Município. O MPE afirma que as entidades, incluindo a Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escolar), desviaram o fim das verbas públicas recebidas com os convênios.
Nos autos do processo, o Ministério Público apontou que algumas pessoas contratadas por meio do convênio trabalhavam em outros locais, fora do Poder Público. A Seleta respondeu que o caso de uma mulher que estava atuando na AABB (Associação Atlética do Banco do Brasil), por exemplo, a contratação teria sido pedida pela própria prefeitura, “indicando nome, cargo, remuneração e local de lotação”.
Para a entidade, se houve casos de desvirtuamento ilícito, “foram casos isolados e ocorreram por culpa exclusiva dos agentes públicos” que pediram tais contratações. “E encaminharam o trabalhador para prestar serviços em locais que não executavam atividades de interesse público”.
Mesmo apontando a prefeitura como culpada, a Seleta diz que não tinha conhecimento da situação e que nem tinha a possibilidade de recusar contratações ilegais, por conta das obrigações assumidas no convênio. “Também por desconhecimento das atividades que eram desempenhadas nesses locais, por exemplo, tendo o Município definido tal local em parceria com o particular para servir de ponto de atendimento do poder público”.
Por fim, a entidade pede à Justiça que o presidente não seja afastado e também para incluir o município na ação e todos os outros envolvidos nas contratações.
A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com a prefeitura, que afirmou seguir o acordo judicial firmado em 13 de janeiro deste ano. O documento estabelece demissões progressivas e extinção definitiva dos contratos até julho deste ano. Até então, a informação era de que servidores fantasmas e em desvio de função seriam os primeiros desligados.
Campo Grande News
Os pedidos de contratações por meio de convênios partiam da Prefeitura de Campo Grande, voltou a alegar a Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária em ação do MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) contra o presidente Gilbraz Marques da Silva.
“Ora, se as solicitações para contratação de pessoal visando atender o objetivo do convênio partiam exclusivamente do Município de Campo Grande”, argumenta a entidade, afirmando que a prefeitura também deveria responder à ação.
Investigação anterior do Ministério Público afirma que o convênio é irregular, pois cargos públicos devem ser ocupados por aprovados em concurso. Além disso, houve contratações ilegais e existência de funcionários fantasmas, aqueles que não trabalham, mas recebiam salários por meio da verba pública.
Conforme a Seleta, “nunca existiu má-fé ou desonestidade” no atendimento das solicitações de contratação de pessoas feitas pelo Município. O MPE afirma que as entidades, incluindo a Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escolar), desviaram o fim das verbas públicas recebidas com os convênios.
Nos autos do processo, o Ministério Público apontou que algumas pessoas contratadas por meio do convênio trabalhavam em outros locais, fora do Poder Público. A Seleta respondeu que o caso de uma mulher que estava atuando na AABB (Associação Atlética do Banco do Brasil), por exemplo, a contratação teria sido pedida pela própria prefeitura, “indicando nome, cargo, remuneração e local de lotação”.
Para a entidade, se houve casos de desvirtuamento ilícito, “foram casos isolados e ocorreram por culpa exclusiva dos agentes públicos” que pediram tais contratações. “E encaminharam o trabalhador para prestar serviços em locais que não executavam atividades de interesse público”.
Mesmo apontando a prefeitura como culpada, a Seleta diz que não tinha conhecimento da situação e que nem tinha a possibilidade de recusar contratações ilegais, por conta das obrigações assumidas no convênio. “Também por desconhecimento das atividades que eram desempenhadas nesses locais, por exemplo, tendo o Município definido tal local em parceria com o particular para servir de ponto de atendimento do poder público”.
Por fim, a entidade pede à Justiça que o presidente não seja afastado e também para incluir o município na ação e todos os outros envolvidos nas contratações.
A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com a prefeitura, que afirmou seguir o acordo judicial firmado em 13 de janeiro deste ano. O documento estabelece demissões progressivas e extinção definitiva dos contratos até julho deste ano. Até então, a informação era de que servidores fantasmas e em desvio de função seriam os primeiros desligados.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.