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Comércio de Maracaju não poderá abrir em horário especial de Natal

Comércio de Maracaju não poderá abrir em horário especial de Natal

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Comércio de Maracaju não poderá abrir em horário especial de Natal

A exemplo de Campo Grande, o comércio de Maracaju também não terá horário especial de Natal porque ainda não fechou a Convenção Coletiva de Trabalho – CCT 2018/19 com o Sindicato dos Empregados no Comércio, como manda a lei.

O presidente do sindicato, Clodoaldo Fernandes Alves informou que os empresários estão dificultando as negociações e pior: estão querendo tirar direitos já adquiridos pelos empregados.

Diante desse impasse, o comércio de Maracaju não poderá abrir em horário especial neste mês de dezembro, enquanto não acertar com os trabalhadores. Além do horário especial, o comércio não poderá também funcionar nos feriados normalmente negociados entre as duas partes e até aos sábados à tarde também não poderá abrir.

Clodoaldo Fernandes Alves informou que o principal entrave das negociações é que os empresários que aprovam suas próprias contribuições empresariais, não querem ceder aos sindicatos à negociação da contribuição laboral. Daí o impasse, informa o líder sindical.

O sindicato espera que a comissão patronal use de bom senso e feche a convenção de maneira que os trabalhadores e a entidade que os representam não sejam prejudicados e que tenham boa remuneração pelos serviços prestados e ambientes adequados para o exercício profissional.

De acordo com a ASSEMA, a Convenção de 2018/2019 não foi fechada em virtude do Sindicato dos Trabalhadores dificultar negociação e não querer abrir mão da contribuição confederativa laboral. O Sintracom não aceitou a proposta de colocar na convenção que os funcionários poderiam optar pelo não pagamento da contribuição. Segundo o Sindicato ele quer que todos os funcionários do comércio sejam obrigados a pagar, mesmo os não associados ao sindicato.

Outro ponto em questão foi à homologação da rescisão do contrato de trabalho que a nova lei permite que se realize somente dos funcionários que assim desejarem, mas o Sintracom quer que todos os funcionários com mais de um ano de registro sejam obrigados a fazer a homologação no sindicato.

CAPITAL – Em Campo Grande, o presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS, Pedro Lima, acompanhou o presidente do SECCG, Idelmar da Mota Lima, aos órgãos de fiscalização do comércio, para pedir que o setor não abra em horário especial enquanto não negociar com os trabalhadores a CCT 2018/19.

Redação – Noticidade 

A exemplo de Campo Grande, o comércio de Maracaju também não terá horário especial de Natal porque ainda não fechou a Convenção Coletiva de Trabalho – CCT 2018/19 com o Sindicato dos Empregados no Comércio, como manda a lei.

O presidente do sindicato, Clodoaldo Fernandes Alves informou que os empresários estão dificultando as negociações e pior: estão querendo tirar direitos já adquiridos pelos empregados.

Diante desse impasse, o comércio de Maracaju não poderá abrir em horário especial neste mês de dezembro, enquanto não acertar com os trabalhadores. Além do horário especial, o comércio não poderá também funcionar nos feriados normalmente negociados entre as duas partes e até aos sábados à tarde também não poderá abrir.

Clodoaldo Fernandes Alves informou que o principal entrave das negociações é que os empresários que aprovam suas próprias contribuições empresariais, não querem ceder aos sindicatos à negociação da contribuição laboral. Daí o impasse, informa o líder sindical.

O sindicato espera que a comissão patronal use de bom senso e feche a convenção de maneira que os trabalhadores e a entidade que os representam não sejam prejudicados e que tenham boa remuneração pelos serviços prestados e ambientes adequados para o exercício profissional.

De acordo com a ASSEMA, a Convenção de 2018/2019 não foi fechada em virtude do Sindicato dos Trabalhadores dificultar negociação e não querer abrir mão da contribuição confederativa laboral. O Sintracom não aceitou a proposta de colocar na convenção que os funcionários poderiam optar pelo não pagamento da contribuição. Segundo o Sindicato ele quer que todos os funcionários do comércio sejam obrigados a pagar, mesmo os não associados ao sindicato.

Outro ponto em questão foi à homologação da rescisão do contrato de trabalho que a nova lei permite que se realize somente dos funcionários que assim desejarem, mas o Sintracom quer que todos os funcionários com mais de um ano de registro sejam obrigados a fazer a homologação no sindicato.

CAPITAL – Em Campo Grande, o presidente da Federação dos Empregados no Comércio de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS, Pedro Lima, acompanhou o presidente do SECCG, Idelmar da Mota Lima, aos órgãos de fiscalização do comércio, para pedir que o setor não abra em horário especial enquanto não negociar com os trabalhadores a CCT 2018/19.

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