Comerciantes reclamam, mas ainda acreditam no aumento das vendas de produtos da seleção
Comerciantes reclamam, mas ainda acreditam no aumento das vendas de produtos da seleção

Comerciantes reclamam, mas ainda acreditam no aumento das vendas de produtos da seleção

“Esperava bem mais”, é o que afirma uma das comerciantes de lojas do ramo de confecção no tocante as vendas de produtos da seleção brasileira para esta Copa do Mundo. O ritmo de vendas continua lento e muito tímido.
A reportagem do Noticidade foi às ruas e conversou com vários comerciantes que a princípio reclamam das vendas, porém acreditam que isso seja revertido com a classificação da seleção para as oitavas de final da competição, isso deve se confirmar com mais uma vitória da equipe na próxima partida contra a Sérvia.
O resultado do jogo de hoje (22) foi muito importante, a seleção brasileira conseguiu sobreviver para chegar à última rodada dependendo apenas do seu resultado para avançar. Muito, na visão de Tite, por conta do segundo tempo realizado pela Seleção nesta sexta-feira, na vitória por 2 a 0 diante da Costa Rica.
De acordo com os comerciantes o resultado esperado nas vendas oscila muito entre os diferentes segmentos, consolidando no comércio uma expectativa de crescimento nas vendas de pelo menos 12,64% e em serviços de 10,28%, na comparação com a Copa passada.
A avaliação mostra também que cerca de 60% dos sidrolandenses pretendem comprar algum produto durante os jogos. “Os clientes deixam para comprar bem em cima da hora dos jogos e os resultados são determinantes no impulso da compra”, destacou o comerciante Ethervaldo Luis Gomes da Silva de 55 anos que está no ramo há muito tempo juntamente com sua família e comercializa seus produtos no centro comercial de Sidrolândia, o popular “camelódromo”.
Dentre os que responderam que não irão comprar durante a Copa, cerca de metade deles 45% declararam que o motivo é por não gostarem de futebol. Os produtos de maior preferência de compra no período da Copa são; vestuário, camisetas, bonés e acessórios temáticos como bandeiras.
Obadia Escobar-Noticidade
“Esperava bem mais”, é o que afirma uma das comerciantes de lojas do ramo de confecção no tocante as vendas de produtos da seleção brasileira para esta Copa do Mundo. O ritmo de vendas continua lento e muito tímido.
A reportagem do Noticidade foi às ruas e conversou com vários comerciantes que a princípio reclamam das vendas, porém acreditam que isso seja revertido com a classificação da seleção para as oitavas de final da competição, isso deve se confirmar com mais uma vitória da equipe na próxima partida contra a Sérvia.
O resultado do jogo de hoje (22) foi muito importante, a seleção brasileira conseguiu sobreviver para chegar à última rodada dependendo apenas do seu resultado para avançar. Muito, na visão de Tite, por conta do segundo tempo realizado pela Seleção nesta sexta-feira, na vitória por 2 a 0 diante da Costa Rica.
De acordo com os comerciantes o resultado esperado nas vendas oscila muito entre os diferentes segmentos, consolidando no comércio uma expectativa de crescimento nas vendas de pelo menos 12,64% e em serviços de 10,28%, na comparação com a Copa passada.
A avaliação mostra também que cerca de 60% dos sidrolandenses pretendem comprar algum produto durante os jogos. “Os clientes deixam para comprar bem em cima da hora dos jogos e os resultados são determinantes no impulso da compra”, destacou o comerciante Ethervaldo Luis Gomes da Silva de 55 anos que está no ramo há muito tempo juntamente com sua família e comercializa seus produtos no centro comercial de Sidrolândia, o popular “camelódromo”.
Dentre os que responderam que não irão comprar durante a Copa, cerca de metade deles 45% declararam que o motivo é por não gostarem de futebol. Os produtos de maior preferência de compra no período da Copa são; vestuário, camisetas, bonés e acessórios temáticos como bandeiras.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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