Comando Militar diz que operação na Máxima foi decidida há 2 dias
Comando Militar diz que operação na Máxima foi decidida há 2 dias

Comando Militar diz que operação na Máxima foi decidida há 2 dias

A operação militar para revista de celas no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande que acontece na manhã desta quarta-feira (15) foi decidida há dois dias em reunião do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com o comando-geral do Comando Militar do Oeste, responsável por Mato Grosso do Sul.
Cerca de 800 homens ao todos, sendo 500 do Exército, atuam na operação da Máxima nesta manhã. A atividade busca exatamente encontrar celulares, armas e drogas escondidos nas celas e deve perdurar até esta tarde.
Segundo o major Marcelo Machado, porta-voz do CMO, desde a assinatura do decreto pelo presidente Michel Temer (PMDB) no dia 18 de janeiro, que autorizava o uso das Forças Armadas nos presídios, as tropas locais começaram a ser treinadas para a tarefa.
|O trabalho de reconhecimento de terreno é algo que já faz parte do treinamento do Exército, apenas adaptamos para esta realidade|, disse.
Há cerca de uma semana, segundo ele, a cúpula da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) entrou em contato planejando a ação.
Duas reuniões foram feitas desde então com lideranças das polícias Militar e Civil para se organizar a atuação conjunta. Ministério Público e Poder Judiciário, além dos agentes penitenciários, também participaram do planejamento. Todos estão presentes também nas dependências da Máxima.A ação acontece um dia após o Estado-Maior das Forças Armadas anunciar que adiou a realização de operações em presídios por considerar que as tropas necessitavam de treinamento específico para a tarefa e estava sobrecarregada tendo que auxiliar na segurança pública de Rio de Janeiro e Espírito Santo por conta da greve das PMs locais.Além disso, a Sejusp falava que esperava secreto específico de Temer para atuação militar no Estado. |Temos um entendimento diferente, de que a partir do momento que foi autorizado inicialmente e Mato Grosso do Sul formalizou seu pedido, já estaríamos aptos a planejar e executar a tarefa|, disse Machado.Pessoas da cúpula da Sejusp avaliam que a operação pode ter sido antecipada pelo governador por conta da visita ao Estado do ministro interino da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, na próxima sexta-feira (17).
Duas reuniões foram feitas desde então com lideranças das polícias Militar e Civil para se organizar a atuação conjunta. Ministério Público e Poder Judiciário, além dos agentes penitenciários, também participaram do planejamento. Todos estão presentes também nas dependências da Máxima.
A ação acontece um dia após o Estado-Maior das Forças Armadas anunciar que adiou a realização de operações em presídios por considerar que as tropas necessitavam de treinamento específico para a tarefa e estava sobrecarregada tendo que auxiliar na segurança pública de Rio de Janeiro e Espírito Santo por conta da greve das PMs locais.
Além disso, a Sejusp falava que esperava secreto específico de Temer para atuação militar no Estado. |Temos um entendimento diferente, de que a partir do momento que foi autorizado inicialmente e Mato Grosso do Sul formalizou seu pedido, já estaríamos aptos a planejar e executar a tarefa|, disse Machado.
Pessoas da cúpula da Sejusp avaliam que a operação pode ter sido antecipada pelo governador por conta da visita ao Estado do ministro interino da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, na próxima sexta-feira (17).
Campo Grande News
A operação militar para revista de celas no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande que acontece na manhã desta quarta-feira (15) foi decidida há dois dias em reunião do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com o comando-geral do Comando Militar do Oeste, responsável por Mato Grosso do Sul.
Cerca de 800 homens ao todos, sendo 500 do Exército, atuam na operação da Máxima nesta manhã. A atividade busca exatamente encontrar celulares, armas e drogas escondidos nas celas e deve perdurar até esta tarde.
Segundo o major Marcelo Machado, porta-voz do CMO, desde a assinatura do decreto pelo presidente Michel Temer (PMDB) no dia 18 de janeiro, que autorizava o uso das Forças Armadas nos presídios, as tropas locais começaram a ser treinadas para a tarefa.
|O trabalho de reconhecimento de terreno é algo que já faz parte do treinamento do Exército, apenas adaptamos para esta realidade|, disse.
Há cerca de uma semana, segundo ele, a cúpula da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) entrou em contato planejando a ação.
Duas reuniões foram feitas desde então com lideranças das polícias Militar e Civil para se organizar a atuação conjunta. Ministério Público e Poder Judiciário, além dos agentes penitenciários, também participaram do planejamento. Todos estão presentes também nas dependências da Máxima.A ação acontece um dia após o Estado-Maior das Forças Armadas anunciar que adiou a realização de operações em presídios por considerar que as tropas necessitavam de treinamento específico para a tarefa e estava sobrecarregada tendo que auxiliar na segurança pública de Rio de Janeiro e Espírito Santo por conta da greve das PMs locais.Além disso, a Sejusp falava que esperava secreto específico de Temer para atuação militar no Estado. |Temos um entendimento diferente, de que a partir do momento que foi autorizado inicialmente e Mato Grosso do Sul formalizou seu pedido, já estaríamos aptos a planejar e executar a tarefa|, disse Machado.Pessoas da cúpula da Sejusp avaliam que a operação pode ter sido antecipada pelo governador por conta da visita ao Estado do ministro interino da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, na próxima sexta-feira (17).
Duas reuniões foram feitas desde então com lideranças das polícias Militar e Civil para se organizar a atuação conjunta. Ministério Público e Poder Judiciário, além dos agentes penitenciários, também participaram do planejamento. Todos estão presentes também nas dependências da Máxima.
A ação acontece um dia após o Estado-Maior das Forças Armadas anunciar que adiou a realização de operações em presídios por considerar que as tropas necessitavam de treinamento específico para a tarefa e estava sobrecarregada tendo que auxiliar na segurança pública de Rio de Janeiro e Espírito Santo por conta da greve das PMs locais.
Além disso, a Sejusp falava que esperava secreto específico de Temer para atuação militar no Estado. |Temos um entendimento diferente, de que a partir do momento que foi autorizado inicialmente e Mato Grosso do Sul formalizou seu pedido, já estaríamos aptos a planejar e executar a tarefa|, disse Machado.
Pessoas da cúpula da Sejusp avaliam que a operação pode ter sido antecipada pelo governador por conta da visita ao Estado do ministro interino da Justiça e Segurança Pública, José Levi Mello do Amaral Júnior, na próxima sexta-feira (17).

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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