Com reajuste de 6,7%, botijão de gás de cozinha pode custar R$ 69 em MS
Com reajuste de 6,7%, botijão de gás de cozinha pode custar R$ 69 em MS

Com reajuste de 6,7%, botijão de gás de cozinha pode custar R$ 69 em MS

Consumidores irão pagar até R$ 69 pelo botijão de gás de cozinha a partir desta quinta-feira (8). A Petrobras anunciou uma nova política com correção de preços, que deverá ser aplicada todos os meses, sempre a partir de dia 05.
Atualmente, o botijão está custando entre R$ 50 e R$ 65, porém, com o reajuste de 6,7%, o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), deve subir para R$ 69, segundo a consultora do Sindicato do Gás de Mato Grosso do Sul, Lidiane Fernandes.
O índice de reajuste foi definido para este mês. Com relação aos outros meses, a Petrobras divulga que o preço final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, conforme divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.
Sobre o preço final ao consumidor, o valor pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias, isso vai depender de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e revendedores, já que a lei garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. A medida não se aplica para gás industrial e comercial.
Em março deste ano, houve um reajuste no preço do botijão de gás. Além disso, todos os anos em setembro, também é repassado ao consumidor final um reajuste, devido ao dissídio coletivo, ou seja, aumento de salários de funcionários.
Campo Grande News
Consumidores irão pagar até R$ 69 pelo botijão de gás de cozinha a partir desta quinta-feira (8). A Petrobras anunciou uma nova política com correção de preços, que deverá ser aplicada todos os meses, sempre a partir de dia 05.
Atualmente, o botijão está custando entre R$ 50 e R$ 65, porém, com o reajuste de 6,7%, o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), deve subir para R$ 69, segundo a consultora do Sindicato do Gás de Mato Grosso do Sul, Lidiane Fernandes.
O índice de reajuste foi definido para este mês. Com relação aos outros meses, a Petrobras divulga que o preço final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, conforme divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.
Sobre o preço final ao consumidor, o valor pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias, isso vai depender de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e revendedores, já que a lei garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. A medida não se aplica para gás industrial e comercial.
Em março deste ano, houve um reajuste no preço do botijão de gás. Além disso, todos os anos em setembro, também é repassado ao consumidor final um reajuste, devido ao dissídio coletivo, ou seja, aumento de salários de funcionários.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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