Com demissão, ajuste fiscal e mudança na previdência, reforma está pronta
Com demissão, ajuste fiscal e mudança na previdência, reforma está pronta

Com demissão, ajuste fiscal e mudança na previdência, reforma está pronta

Equilíbrio fiscal. Essa é a meta pretendida pelo Governo do Estado para formar caixa e enfrentar a crise. Medidas administrativas, internas e externas, já estão prontas para seguir ao crivo dos deputados estaduais em meados da próxima semana, segundo o secretário de Governo, Eduardo Riedel.
|São ações no âmbito da despesa e da receita|. Porém, ele adianta: |a conta não é simples e existe muita especulação sobre esse assunto|.
Segundo Riedel, a discussão sobre a reforma administrativa se intensificou desde domingo (29), às vésperas do retorno do governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), que retomou as atividades na manhã desta terça-feira (31). O tucano já começou as tratativas com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB), para encaminhar o pacote de mudanças à casa.
Já os reencontros do governador com os secretários acontecem separadamente ao longo da semana. Até o momento, não houve reunião coletiva do tucano com todo seu primeiro escalão para finalizar a pauta.
Ao Campo Grande News, Eduardo Riedel confirma alguns pontos do que é verdade e do que é mentira sobre a tal reforma administrativa que vem por aí. Entre as verdades, haverá corte de parte dos dois mil comissionados, ou seja, de pessoas que ocupam cargos de confiança hoje no governo - um gigante que abriga 53 mil servidores na ativa e mais de 20 mil inativos. Também está confirmada a redução de contratos em áreas não essenciais que, diz ele, passam longe da Educação, Saúde e Segurança Pública.
Arrocho fiscal e Previdência – Um dos temas mais polêmicos trata da redução e até corte de incentivos fiscais a empresas, que já vem sendo feito pelo governo. Em poucas palavras, Riedel garante que não haverá aumento no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços), situação bem diferente da contribuição previdenciária, cujo aumento |não está descartado|.
Para descobrir mais detalhes sobre o aumento do percentual de contribuição, o Campo Grande News procurou o secretário especial de Governo, o advogado Felipe Mattos. Segundo ele, o provável reajuste em nível nacional deve balizar os demais estados, |mas é especulação dizer que aqui será de 11% para 14%|.
Mattos confirma que o tema é um dos principais da reforma estadual, mas que o percentual poderá ser de 12, 13, 15 ou até 16%.
Ele explica que a definição exata de um novo percentual de contribuição dos servidores estaduais está nas mãos da equipe técnica e |ainda vai chegar ao crivo dos secretários e governador| Reinado Azambuja (PSDB). |Não está bem detalhado, existem muitos pontos de dúvida a serem definidos, o que deve levar pelo menos mais duas semanas|, ponderou. A previdência estadual terminou o ano passado com deficit de R$ 1,299 bilhão.
O fato é que o governo teve de escolher como cortar gastos e quais áreas |enxugar|. Decisões que demandaram horas e mais de seis meses de trabalho. |Foi difícil, porque o Estado tem uma série de situações que você não pode mexer, como pessoal, saúde, educação, segurança pública|, disse Eduardo Ridel, reiterando que |não irão mexer| em áreas essenciais.
Ridel mostra-se cauteloso ao falar em novos investimentos. Em época de contenção, a reportagem perguntou se novas obras serão evitadas. Neste aspecto, ele garante apenas que serão mantidas obras previstas e já em andamento, como pavimento, drenagem, pontes e similares, pagos com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de MS).
|São várias medidas, administrativas e internas. Tem medidas que dependem de Lei e outras que não. Para cada situação dessa, há um tipo de ação diferente|, finalizou o secretário, ressaltando que os primeiros projetos seguem para a Assembleia Legislativa na próxima semana e que |a somatória dessas ações manterão o Estado com o equilíbrio necessário|.
Campo Grande News
Equilíbrio fiscal. Essa é a meta pretendida pelo Governo do Estado para formar caixa e enfrentar a crise. Medidas administrativas, internas e externas, já estão prontas para seguir ao crivo dos deputados estaduais em meados da próxima semana, segundo o secretário de Governo, Eduardo Riedel.
|São ações no âmbito da despesa e da receita|. Porém, ele adianta: |a conta não é simples e existe muita especulação sobre esse assunto|.
Segundo Riedel, a discussão sobre a reforma administrativa se intensificou desde domingo (29), às vésperas do retorno do governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), que retomou as atividades na manhã desta terça-feira (31). O tucano já começou as tratativas com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB), para encaminhar o pacote de mudanças à casa.
Já os reencontros do governador com os secretários acontecem separadamente ao longo da semana. Até o momento, não houve reunião coletiva do tucano com todo seu primeiro escalão para finalizar a pauta.
Ao Campo Grande News, Eduardo Riedel confirma alguns pontos do que é verdade e do que é mentira sobre a tal reforma administrativa que vem por aí. Entre as verdades, haverá corte de parte dos dois mil comissionados, ou seja, de pessoas que ocupam cargos de confiança hoje no governo - um gigante que abriga 53 mil servidores na ativa e mais de 20 mil inativos. Também está confirmada a redução de contratos em áreas não essenciais que, diz ele, passam longe da Educação, Saúde e Segurança Pública.
Arrocho fiscal e Previdência – Um dos temas mais polêmicos trata da redução e até corte de incentivos fiscais a empresas, que já vem sendo feito pelo governo. Em poucas palavras, Riedel garante que não haverá aumento no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços), situação bem diferente da contribuição previdenciária, cujo aumento |não está descartado|.
Para descobrir mais detalhes sobre o aumento do percentual de contribuição, o Campo Grande News procurou o secretário especial de Governo, o advogado Felipe Mattos. Segundo ele, o provável reajuste em nível nacional deve balizar os demais estados, |mas é especulação dizer que aqui será de 11% para 14%|.
Mattos confirma que o tema é um dos principais da reforma estadual, mas que o percentual poderá ser de 12, 13, 15 ou até 16%.
Ele explica que a definição exata de um novo percentual de contribuição dos servidores estaduais está nas mãos da equipe técnica e |ainda vai chegar ao crivo dos secretários e governador| Reinado Azambuja (PSDB). |Não está bem detalhado, existem muitos pontos de dúvida a serem definidos, o que deve levar pelo menos mais duas semanas|, ponderou. A previdência estadual terminou o ano passado com deficit de R$ 1,299 bilhão.
O fato é que o governo teve de escolher como cortar gastos e quais áreas |enxugar|. Decisões que demandaram horas e mais de seis meses de trabalho. |Foi difícil, porque o Estado tem uma série de situações que você não pode mexer, como pessoal, saúde, educação, segurança pública|, disse Eduardo Ridel, reiterando que |não irão mexer| em áreas essenciais.
Ridel mostra-se cauteloso ao falar em novos investimentos. Em época de contenção, a reportagem perguntou se novas obras serão evitadas. Neste aspecto, ele garante apenas que serão mantidas obras previstas e já em andamento, como pavimento, drenagem, pontes e similares, pagos com recursos do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de MS).
|São várias medidas, administrativas e internas. Tem medidas que dependem de Lei e outras que não. Para cada situação dessa, há um tipo de ação diferente|, finalizou o secretário, ressaltando que os primeiros projetos seguem para a Assembleia Legislativa na próxima semana e que |a somatória dessas ações manterão o Estado com o equilíbrio necessário|.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.