Com decisão judicial, desocupação foi tranquila e Jotapar segue com a posse das terras
Com decisão judicial, desocupação foi tranquila e Jotapar segue com a posse das terras

Com decisão judicial, desocupação foi tranquila e Jotapar segue com a posse das terras

A disputa por terras na região das áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, sob propriedade do Grupo Jotapar no distrito do Quebra Coco em Sidrolândia foi encerrada por meio de uma decisão judicial em favor da Jotapar.
A ordem de reintegração de posse foi emitida ontem pelo juiz Fernando Moreira Freitas, cumprindo a decisão do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
Funcionários da BS1 foram comunicados da decisão judicial e deixaram o local pacificamente. Eles estavam instalados nas áreas com containers, barracas e tendas.
A disputa por terras na região das áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, sob propriedade do Grupo Jotapar no distrito do Quebra Coco em Sidrolândia foi encerrada por meio de uma decisão judicial em favor da Jotapar.
A ordem de reintegração de posse foi emitida ontem pelo juiz Fernando Moreira Freitas, cumprindo a decisão do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
Funcionários da BS1 foram comunicados da decisão judicial e deixaram o local pacificamente. Eles estavam instalados nas áreas com containers, barracas e tendas.
O advogado David Olindo que representa a Jotapar procurou a reportagem do Noticidade e destacou que após a realização de um leilão no contexto do processo de recuperação judicial do Grupo CBAA, as áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar, foram arrematadas.
“O lance foi efetuado utilizando créditos habilitados no processo de recuperação, supostamente adquiridos de outros credores. Contudo, antes da imissão na posse pelos arrematantes, surgiu a notícia de fraude relacionada à aquisição dos créditos utilizados pela Bams Participações BS1 para a aquisição das terras. Isso levantou suspeitas de que os créditos utilizados no lance não pertenciam, de fato, à Bams Participações, por isso a justiça decidiu que a BS1 não poderia assumir a área, permanecendo a posse para a Jotapar”, destacou.
A justiça concedeu liminar em favor da Jotapar garantindo a manutenção da posse sobre as fazendas Boa Vista e Pantanal, parcialmente ocupadas há duas semanas por seguranças da Bs1 Agro Participações que arrematou num leilão realizado em de setembro 2021, por R$ 28 milhões, as propriedades que somam 8 mil hectares.
Contudo, para usufruir os efeitos da liminar, a Jotapar terá que depositar em juízo R$ 260 mil, referente a parcela do arrendamento no valor de R$ 3 milhões que firmou com a Bs1 Agropecuária.
O advogado David Olindo que representa a Jotapar procurou a reportagem do Noticidade e destacou que após a realização de um leilão no contexto do processo de recuperação judicial do Grupo CBAA, as áreas pertencentes à antiga fazenda Santa Olinda, agora sob propriedade do Grupo Jotapar, foram arrematadas.
“O lance foi efetuado utilizando créditos habilitados no processo de recuperação, supostamente adquiridos de outros credores. Contudo, antes da imissão na posse pelos arrematantes, surgiu a notícia de fraude relacionada à aquisição dos créditos utilizados pela Bams Participações BS1 para a aquisição das terras. Isso levantou suspeitas de que os créditos utilizados no lance não pertenciam, de fato, à Bams Participações, por isso a justiça decidiu que a BS1 não poderia assumir a área, permanecendo a posse para a Jotapar”, destacou.
A justiça concedeu liminar em favor da Jotapar garantindo a manutenção da posse sobre as fazendas Boa Vista e Pantanal, parcialmente ocupadas há duas semanas por seguranças da Bs1 Agro Participações que arrematou num leilão realizado em de setembro 2021, por R$ 28 milhões, as propriedades que somam 8 mil hectares.
Contudo, para usufruir os efeitos da liminar, a Jotapar terá que depositar em juízo R$ 260 mil, referente a parcela do arrendamento no valor de R$ 3 milhões que firmou com a Bs1 Agropecuária.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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