Com aval de Lúcio Basso, G9 reafirma apoio a Carlos Henrique para presidência da Câmara
Com aval de Lúcio Basso, G9 reafirma apoio a Carlos Henrique para presidência da Câmara

Com aval de Lúcio Basso, G9 reafirma apoio a Carlos Henrique para presidência da Câmara

Não se pode negar que o filho do ex-prefeito Ari Basso, o também produtor rural Lúcio Basso é uma forte liderança política na cidade, atualmente e desde ás últimas eleições já é apontado como possível pré-candidato a prefeito em 2020, porém ele evita falar nisso.
Lúcio recebeu em sua propriedade o grupo de vereadores que formam o G9 e deu seu ‘aval’ de apoio à candidatura do vereador Carlos Henrique (PDT) a presidência da Câmara Municipal para o biênio 2019/2020.
O grupo é composto pelos vereadores Adilson Brito (PROS), Itamar Souza (PTN), Vilma Felini (PSDB), Ganso (PSDB), Celso Pereira (Patriota), Cledinaldo Cotócio (PROS), Fá (MDB) e pelo próprio Carlos Henrique (PDT), além de Waldemar Acosta (PDT) que não compareceu a reunião, porém conforme informações segue firme no projeto.
Havia especulações de que o petista e atual presidente Jean Nazareth pretendia atrair a vereadora Vilma Felini com a promessa de que iria apoiá-la, mas depois ofereceria a presidência para outro vereador, porém, mais uma vez o atual presidente teve seus planos frustrados e a tucana negou qualquer tipo de aproximação com o petista, que inclusive já está condenado por improbidade administrativa e é apontado como o pior presidente da câmara da história de Sidrolândia e vai fechar sua administração no legislativo com alto índice de rejeição e vários processos judiciais.
“Estamos coesos, Carlos Henrique tem nossa confiança, nos representa e não há motivos para qualquer um de nós querer ser marcado como traidor, a política velha deixa marcas eternas e inesquecíveis e nós não queremos isso, pelo contrário, o tempo é de mudança, traidores que usam essa política suja de manobras estão com os dias contados”. Destacou o vereador Cledinaldo Cotócio, que levou consigo seu padrinho Felipe Feitosa da JFM que também apoia o projeto de Carlos Henrique.
Redação – Noticidade
Não se pode negar que o filho do ex-prefeito Ari Basso, o também produtor rural Lúcio Basso é uma forte liderança política na cidade, atualmente e desde ás últimas eleições já é apontado como possível pré-candidato a prefeito em 2020, porém ele evita falar nisso.
Lúcio recebeu em sua propriedade o grupo de vereadores que formam o G9 e deu seu ‘aval’ de apoio à candidatura do vereador Carlos Henrique (PDT) a presidência da Câmara Municipal para o biênio 2019/2020.
O grupo é composto pelos vereadores Adilson Brito (PROS), Itamar Souza (PTN), Vilma Felini (PSDB), Ganso (PSDB), Celso Pereira (Patriota), Cledinaldo Cotócio (PROS), Fá (MDB) e pelo próprio Carlos Henrique (PDT), além de Waldemar Acosta (PDT) que não compareceu a reunião, porém conforme informações segue firme no projeto.
Havia especulações de que o petista e atual presidente Jean Nazareth pretendia atrair a vereadora Vilma Felini com a promessa de que iria apoiá-la, mas depois ofereceria a presidência para outro vereador, porém, mais uma vez o atual presidente teve seus planos frustrados e a tucana negou qualquer tipo de aproximação com o petista, que inclusive já está condenado por improbidade administrativa e é apontado como o pior presidente da câmara da história de Sidrolândia e vai fechar sua administração no legislativo com alto índice de rejeição e vários processos judiciais.
“Estamos coesos, Carlos Henrique tem nossa confiança, nos representa e não há motivos para qualquer um de nós querer ser marcado como traidor, a política velha deixa marcas eternas e inesquecíveis e nós não queremos isso, pelo contrário, o tempo é de mudança, traidores que usam essa política suja de manobras estão com os dias contados”. Destacou o vereador Cledinaldo Cotócio, que levou consigo seu padrinho Felipe Feitosa da JFM que também apoia o projeto de Carlos Henrique.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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