Colheita de milho em Maracaju já atinge 50% da área plantada
Colheita de milho em Maracaju já atinge 50% da área plantada

Colheita de milho em Maracaju já atinge 50% da área plantada

A colheita do milho safrinha chegou ao número de 50% em Maracaju, os dados são do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio – Siga MS e foram compilados pela Associação de Produtores de Soja – Aprosoja/MS.
A nível de Estado, os números somam 44,5% dos 1,7 milhão de hectares cultivados na atual safra em Mato Grosso do Sul. O percentual de área colhida é 13,7% inferior em relação ao mesmo período na safra passada. Até o momento estima-se que tenham sido colhidos 739.811 hectares.
A região Norte é a mais avançada, com média de 76,8% da área colhida e destaque para o município de Alcinópolis que já finalizou a colheita, enquanto que Chapadão do Sul e Costa Rica se aproximam dos 90%. Na região central do Estado foram colhidos apenas 39,6% da área, sendo Jaraguari e Terenos os dois únicos municípios que chegaram aos 60% do total.
Já na região mais produtora de MS, Sul, o percentual de colheita é o menor, com 36,4%. Entre os municípios desta região, Itaporã se destaca por chegar aos 80% da área, enquanto que Maracaju e Naviraí estão próximos dos 50%.
Presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, explica que a região Norte está dentro da normalidade de colheita, porém na área Sul e Centro segue prejudicada, com quebras de safra. “A estiagem transformou 2018 em um ano atípico, o que também já está refletindo no preço. Há um ano atrás o milho era vendido a média de R$ 15, e agora, entre R$ 29 e R$ 30, quase o dobro, reduzindo um pouco do prejuízo de alguns produtores”.
A partir das informações captadas pela ferramenta de monitoramento do Sistema Famasul e da Aprosoja/MS, a Associação reduziu em 23,31% a expectativa de produção em relação à safra passada, caindo e 9,8 milhões de toneladas na safra 2016/2017 para 6,936 milhões de toneladas no ciclo atual. Também houve redução da área plantada em aproximadamente 8,21%, passando de 1,8 milhão para 1,7 milhão de hectares.
Luiz Ribeiro – Noticidade
A colheita do milho safrinha chegou ao número de 50% em Maracaju, os dados são do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio – Siga MS e foram compilados pela Associação de Produtores de Soja – Aprosoja/MS.
A nível de Estado, os números somam 44,5% dos 1,7 milhão de hectares cultivados na atual safra em Mato Grosso do Sul. O percentual de área colhida é 13,7% inferior em relação ao mesmo período na safra passada. Até o momento estima-se que tenham sido colhidos 739.811 hectares.
A região Norte é a mais avançada, com média de 76,8% da área colhida e destaque para o município de Alcinópolis que já finalizou a colheita, enquanto que Chapadão do Sul e Costa Rica se aproximam dos 90%. Na região central do Estado foram colhidos apenas 39,6% da área, sendo Jaraguari e Terenos os dois únicos municípios que chegaram aos 60% do total.
Já na região mais produtora de MS, Sul, o percentual de colheita é o menor, com 36,4%. Entre os municípios desta região, Itaporã se destaca por chegar aos 80% da área, enquanto que Maracaju e Naviraí estão próximos dos 50%.
Presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, explica que a região Norte está dentro da normalidade de colheita, porém na área Sul e Centro segue prejudicada, com quebras de safra. “A estiagem transformou 2018 em um ano atípico, o que também já está refletindo no preço. Há um ano atrás o milho era vendido a média de R$ 15, e agora, entre R$ 29 e R$ 30, quase o dobro, reduzindo um pouco do prejuízo de alguns produtores”.
A partir das informações captadas pela ferramenta de monitoramento do Sistema Famasul e da Aprosoja/MS, a Associação reduziu em 23,31% a expectativa de produção em relação à safra passada, caindo e 9,8 milhões de toneladas na safra 2016/2017 para 6,936 milhões de toneladas no ciclo atual. Também houve redução da área plantada em aproximadamente 8,21%, passando de 1,8 milhão para 1,7 milhão de hectares.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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