Chuva causa alagamentos e deixa bairros sem energia elétrica em Maracaju
Chuva causa alagamentos e deixa bairros sem energia elétrica em Maracaju

Chuva causa alagamentos e deixa bairros sem energia elétrica em Maracaju

Após a forte chuva que atingiu Maracaju ontem, segunda-feira (02), o Noticidade recebeu vídeos e fotos de internautas mostrando o transtorno causado com os alagamentos em bairros do município que ainda ficou por um bom tempo sem energia elétrica.
O Bairro BNH foi um dos mais atingidos, a água invadiu as residências e encobriu mais da metade de alguns veículos que estavam estacionados, o trânsito ficou complicado após o cruzamento da Avenida José Pereira da Rosa com a Rua Antônio de Souza Marcondes.
Outros bairros como o Conjunto Napoleão e o Bairro Alto Maracaju também sofreram com os alagamentos, segundo os moradores, o problema é causado por falta de drenagem no local.
Os moradores também tiveram que enfrentar o problema de ficar sem energia elétrica em alguns bairros, foi o caso da Vila Juquita, Bairro Cambaraí, Fortaleza, Vila Prateada e outros, logo após a chuva equipes da Energisa começaram a realizar os reparos.
Outros Municípios - Em Corumbá a chuva que durou cerca de uma hora derrubou árvore sobre um carro na região central da cidade. De acordo com o cabo André Marti, do Corpo de Bombeiros, o veículo modelo Voyage estava estacionado na rua Dom Aquino, mas não havia ninguém dentro quando a árvore caiu.
Já Paranaíba, foi a oitava cidade do Brasil com maior volume de chuvas nesta segunda-feira, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrando 38,2 milímetros de chuva.
Também foi em Mato Grosso do Sul o registro da segunda menor UR (Umidade Relativa do Ar) do País ontem. Rio Brilhante teve 11% de UR, ficando atrás apenas de Patos, na Paraíba, onde a UR registrada foi de 10%.
Previsão - As pancadas de chuva devem continuar em Mato Grosso do Sul ao longo desta semana, segundo o Inmet. As altas temperaturas também predominam, podendo alcançar 37°. As trovoadas e o tempo nublado também predominam nos próximos dias.
Rallph Barbosa – Noticidade
Após a forte chuva que atingiu Maracaju ontem, segunda-feira (02), o Noticidade recebeu vídeos e fotos de internautas mostrando o transtorno causado com os alagamentos em bairros do município que ainda ficou por um bom tempo sem energia elétrica.
O Bairro BNH foi um dos mais atingidos, a água invadiu as residências e encobriu mais da metade de alguns veículos que estavam estacionados, o trânsito ficou complicado após o cruzamento da Avenida José Pereira da Rosa com a Rua Antônio de Souza Marcondes.
Outros bairros como o Conjunto Napoleão e o Bairro Alto Maracaju também sofreram com os alagamentos, segundo os moradores, o problema é causado por falta de drenagem no local.
Os moradores também tiveram que enfrentar o problema de ficar sem energia elétrica em alguns bairros, foi o caso da Vila Juquita, Bairro Cambaraí, Fortaleza, Vila Prateada e outros, logo após a chuva equipes da Energisa começaram a realizar os reparos.
Outros Municípios - Em Corumbá a chuva que durou cerca de uma hora derrubou árvore sobre um carro na região central da cidade. De acordo com o cabo André Marti, do Corpo de Bombeiros, o veículo modelo Voyage estava estacionado na rua Dom Aquino, mas não havia ninguém dentro quando a árvore caiu.
Já Paranaíba, foi a oitava cidade do Brasil com maior volume de chuvas nesta segunda-feira, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrando 38,2 milímetros de chuva.
Também foi em Mato Grosso do Sul o registro da segunda menor UR (Umidade Relativa do Ar) do País ontem. Rio Brilhante teve 11% de UR, ficando atrás apenas de Patos, na Paraíba, onde a UR registrada foi de 10%.
Previsão - As pancadas de chuva devem continuar em Mato Grosso do Sul ao longo desta semana, segundo o Inmet. As altas temperaturas também predominam, podendo alcançar 37°. As trovoadas e o tempo nublado também predominam nos próximos dias.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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