Ceasa volta a receber carregamentos, mas apenas 40% do esperado
Ceasa volta a receber carregamentos, mas apenas 40% do esperado

Ceasa volta a receber carregamentos, mas apenas 40% do esperado

A Ceasa (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande volta a receber carregamentos de hortifrúti nessa segunda-feira (28). Dos 100 caminhões previstos para chegar apenas 40 conseguiram descarregar nesta manhã. O local já enfrenta a falta de produtos desde quarta-feira (23), devido à greve dos caminhoneiros.
Segundo o gerente de abastecimento, Cristiano Chaves, o local recebeu um pouco do previsto e funciona com o estoque mínimo de produtos o que pode refletir alta para os consumidores.
“A expectativa é normalizar o abastecimento a partir de amanhã, recebemos um pouco de tudo hoje para não faltar, mas ainda estamos funcionando com o estoque mínimo”, afirma Cristiano.
Alta nos preços - Até o último fim de semana a batata, um dos produtos de consumo básico, já havia subido 112% pela falta de entregas. Na terça-feira (22) o produto era vendido por valores entre R$ 2,70 a R$ 3,50 o quilo, já no sábado (26) a batata chegou a custar R$ 6,00 o quilo no Ceasa.Cristiano explica que o abastecimento de produtos como batata e cebola é difícil porque não há produção no estado, são produtos que vêm de fora.Greve dos caminhoneiros - A greve dos caminhoneiros continua e entra em seu oitavo dia consecutivo nesta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), os pontos de bloqueio continuam em todo o estado, com uma estimativa de 19 pontos em rodovias federais.O Governo Federal fez uma proposta à categoria neste domingo, com a redução de R$ 0,46 no valor do diesel e a atualização do preço do combustível mensalmente. A proposta é vista como positiva pelos caminhoneiros, mas não suficiente para parar as manifestações. Segundo o presidente do sindicato, Roberto Sinai, foram feitas concessões dos governos estadual e federal, mas a reivindicação é pela redução dos combustíveis e não só do diesel.
Alta nos preços - Até o último fim de semana a batata, um dos produtos de consumo básico, já havia subido 112% pela falta de entregas. Na terça-feira (22) o produto era vendido por valores entre R$ 2,70 a R$ 3,50 o quilo, já no sábado (26) a batata chegou a custar R$ 6,00 o quilo no Ceasa.
Cristiano explica que o abastecimento de produtos como batata e cebola é difícil porque não há produção no estado, são produtos que vêm de fora.
Greve dos caminhoneiros - A greve dos caminhoneiros continua e entra em seu oitavo dia consecutivo nesta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), os pontos de bloqueio continuam em todo o estado, com uma estimativa de 19 pontos em rodovias federais.
O Governo Federal fez uma proposta à categoria neste domingo, com a redução de R$ 0,46 no valor do diesel e a atualização do preço do combustível mensalmente. A proposta é vista como positiva pelos caminhoneiros, mas não suficiente para parar as manifestações. Segundo o presidente do sindicato, Roberto Sinai, foram feitas concessões dos governos estadual e federal, mas a reivindicação é pela redução dos combustíveis e não só do diesel.
Correio do Estado
A Ceasa (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande volta a receber carregamentos de hortifrúti nessa segunda-feira (28). Dos 100 caminhões previstos para chegar apenas 40 conseguiram descarregar nesta manhã. O local já enfrenta a falta de produtos desde quarta-feira (23), devido à greve dos caminhoneiros.
Segundo o gerente de abastecimento, Cristiano Chaves, o local recebeu um pouco do previsto e funciona com o estoque mínimo de produtos o que pode refletir alta para os consumidores.
“A expectativa é normalizar o abastecimento a partir de amanhã, recebemos um pouco de tudo hoje para não faltar, mas ainda estamos funcionando com o estoque mínimo”, afirma Cristiano.
Alta nos preços - Até o último fim de semana a batata, um dos produtos de consumo básico, já havia subido 112% pela falta de entregas. Na terça-feira (22) o produto era vendido por valores entre R$ 2,70 a R$ 3,50 o quilo, já no sábado (26) a batata chegou a custar R$ 6,00 o quilo no Ceasa.Cristiano explica que o abastecimento de produtos como batata e cebola é difícil porque não há produção no estado, são produtos que vêm de fora.Greve dos caminhoneiros - A greve dos caminhoneiros continua e entra em seu oitavo dia consecutivo nesta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), os pontos de bloqueio continuam em todo o estado, com uma estimativa de 19 pontos em rodovias federais.O Governo Federal fez uma proposta à categoria neste domingo, com a redução de R$ 0,46 no valor do diesel e a atualização do preço do combustível mensalmente. A proposta é vista como positiva pelos caminhoneiros, mas não suficiente para parar as manifestações. Segundo o presidente do sindicato, Roberto Sinai, foram feitas concessões dos governos estadual e federal, mas a reivindicação é pela redução dos combustíveis e não só do diesel.
Alta nos preços - Até o último fim de semana a batata, um dos produtos de consumo básico, já havia subido 112% pela falta de entregas. Na terça-feira (22) o produto era vendido por valores entre R$ 2,70 a R$ 3,50 o quilo, já no sábado (26) a batata chegou a custar R$ 6,00 o quilo no Ceasa.
Cristiano explica que o abastecimento de produtos como batata e cebola é difícil porque não há produção no estado, são produtos que vêm de fora.
Greve dos caminhoneiros - A greve dos caminhoneiros continua e entra em seu oitavo dia consecutivo nesta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), os pontos de bloqueio continuam em todo o estado, com uma estimativa de 19 pontos em rodovias federais.
O Governo Federal fez uma proposta à categoria neste domingo, com a redução de R$ 0,46 no valor do diesel e a atualização do preço do combustível mensalmente. A proposta é vista como positiva pelos caminhoneiros, mas não suficiente para parar as manifestações. Segundo o presidente do sindicato, Roberto Sinai, foram feitas concessões dos governos estadual e federal, mas a reivindicação é pela redução dos combustíveis e não só do diesel.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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