Casos de influenza desaceleram, mas índice sobe 8% em MS
Casos de influenza desaceleram, mas índice sobe 8% em MS

Casos de influenza desaceleram, mas índice sobe 8% em MS

O número de casos notificados do vírus influenza desaceleram em Mato Grosso do Sul com relação a semana passada. Dados desta semana apontam um aumento de 8% nos registros. O boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria do Estado de Saúde) no dia 30 junho teve um acréscimo de 17,1% com relação aos dados de 19 de junho.
De acordo com o boletim epidemiológico desta semana, até esta quinta-feira (6) foram 496 internados por síndrome respiratória aguda grave, sendo 38 a mais que o dia 30 de junho. Nos dados divulgados no dia 19 de junho eram 391 casos da síndrome, sendo um aumento de 17,1% para a semana passada, que registrou 458.
De acordo com SES (Secretaria do Estado de Saúde) não foram registrados casos do vírus H1N1, mas são 64 de H3N2, um a mais que o último boletim, dois casos de gripe A e seis de B.
Campo Grande é a cidade que lidera o ranking do Estado. A Capital teve um caso a mais de H3N2, sendo 28 registros, mas manteve os dados de influenza A, com um. Ainda não há notificações de influenza B e H1N1. Até agora são 258 registros de síndrome respiratória aguda grave.
A cidade branca, Corumbá, segue em segundo lugar nos levantamentos da SES e tem 53 notificações por síndrome respiratória aguda grave e nove casos de H3N2. Não houve registros de H1N1 ou influenza A ou B.
O número de óbitos não aumentou, são cinco ao todo. Campo Grande teve três mortes por H3N2, Coxim uma por influenza B e Rio Verde de Mato Grosso uma por influenza A.
Dengue - As notificações de dengue também estão baixas neste ano, até agora Mato Grosso do Sul teve 3.810, são 2,30% a mais que a semana passada. Campo Grande está em primeiro lugar com relação aos municípios, com 1.267, seguida de Corumbá com 399. O número de mortes permanece estável com uma em Cassilândia e outra em Camapuã.
Campo Grande News
O número de casos notificados do vírus influenza desaceleram em Mato Grosso do Sul com relação a semana passada. Dados desta semana apontam um aumento de 8% nos registros. O boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria do Estado de Saúde) no dia 30 junho teve um acréscimo de 17,1% com relação aos dados de 19 de junho.
De acordo com o boletim epidemiológico desta semana, até esta quinta-feira (6) foram 496 internados por síndrome respiratória aguda grave, sendo 38 a mais que o dia 30 de junho. Nos dados divulgados no dia 19 de junho eram 391 casos da síndrome, sendo um aumento de 17,1% para a semana passada, que registrou 458.
De acordo com SES (Secretaria do Estado de Saúde) não foram registrados casos do vírus H1N1, mas são 64 de H3N2, um a mais que o último boletim, dois casos de gripe A e seis de B.
Campo Grande é a cidade que lidera o ranking do Estado. A Capital teve um caso a mais de H3N2, sendo 28 registros, mas manteve os dados de influenza A, com um. Ainda não há notificações de influenza B e H1N1. Até agora são 258 registros de síndrome respiratória aguda grave.
A cidade branca, Corumbá, segue em segundo lugar nos levantamentos da SES e tem 53 notificações por síndrome respiratória aguda grave e nove casos de H3N2. Não houve registros de H1N1 ou influenza A ou B.
O número de óbitos não aumentou, são cinco ao todo. Campo Grande teve três mortes por H3N2, Coxim uma por influenza B e Rio Verde de Mato Grosso uma por influenza A.
Dengue - As notificações de dengue também estão baixas neste ano, até agora Mato Grosso do Sul teve 3.810, são 2,30% a mais que a semana passada. Campo Grande está em primeiro lugar com relação aos municípios, com 1.267, seguida de Corumbá com 399. O número de mortes permanece estável com uma em Cassilândia e outra em Camapuã.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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