Casa de funileiro que desapareceu no rio Dourados é arrombada e furtada
Casa de funileiro que desapareceu no rio Dourados é arrombada e furtada

Casa de funileiro que desapareceu no rio Dourados é arrombada e furtada

A casa do funileiro Sérgio Paulo Lopes da Silva, 41, que desapareceu no rio Dourados no sábado (4) foi arrombada e saqueada na noite de domingo. A residência está localizada no bairro Cohab, em Fátima do Sul, distante 246 km de Campo Grande.
A irmã do funileiro procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência para informar que foram roubados eletrodomésticos, além de cadeiras e botijão de gás.
Buscas - As buscas pelo corpo de Sérgio continuam no rio Dourados. Ele se afogou enquanto pulava de uma ponte no rio. As buscas começaram no mesmo dia, mas até o momento o corpo não foi encontrado.
De acordo com o sub-tenente do Corpo de Bombeiros do município, Jair Balduíno, são três mergulhadores no local fazendo buscas que começam às 6h e finalizam às 18h. |Depois de 48 horas, não tem mais porque mergulhar, já que o corpo sobe. Não temos ideia de onde pode estar, mas estamos monitorando as margens no trecho de 10 quilômetros|, explica.
Como a pesca foi liberada e o rio está movimentado, os militares também informam aos pescadores que caso encontrem o corpo, seja comunicado. |Todos estão em alerta, agora é só esperar|, diz.
Campo Grande News
A casa do funileiro Sérgio Paulo Lopes da Silva, 41, que desapareceu no rio Dourados no sábado (4) foi arrombada e saqueada na noite de domingo. A residência está localizada no bairro Cohab, em Fátima do Sul, distante 246 km de Campo Grande.
A irmã do funileiro procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência para informar que foram roubados eletrodomésticos, além de cadeiras e botijão de gás.
Buscas - As buscas pelo corpo de Sérgio continuam no rio Dourados. Ele se afogou enquanto pulava de uma ponte no rio. As buscas começaram no mesmo dia, mas até o momento o corpo não foi encontrado.
De acordo com o sub-tenente do Corpo de Bombeiros do município, Jair Balduíno, são três mergulhadores no local fazendo buscas que começam às 6h e finalizam às 18h. |Depois de 48 horas, não tem mais porque mergulhar, já que o corpo sobe. Não temos ideia de onde pode estar, mas estamos monitorando as margens no trecho de 10 quilômetros|, explica.
Como a pesca foi liberada e o rio está movimentado, os militares também informam aos pescadores que caso encontrem o corpo, seja comunicado. |Todos estão em alerta, agora é só esperar|, diz.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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