Caminhoneiros ignoram escolta e apedrejam comboio na BR-163
Caminhoneiros ignoram escolta e apedrejam comboio na BR-163

Caminhoneiros ignoram escolta e apedrejam comboio na BR-163

Comboio com cerca de 40 veículos escoltados por viaturas da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e do Exército foram apedrejados por caminhoneiros em greve, na tarde de ontem (29), em frente ao posto Kátia Locatelli, na BR 163, em Campo Grande. Alguns veículos tiveram o para-brisa quebrado.
Um dos motorista, que pediu para não ser identificado com medo de represália, contou que saiu de Dourados com o caminhão tanque vazio e seguia com o comboio para abastecer na Capital, quando já em Campo Grande, foram surpreendidos e tiveram os veículos atacados pelos manifestantes da categoria. “Eles atearam paus e pedras. Somos a favor da greve, mas estamos com medo da situação. O cliente pressiona porque quer combustível. A gente fica entre a cruz e a espada”, desabafou.
Ele está em frente a distribuidora da Petrobras, que fica na região da Vila Eliane, e garante que não vai voltar para o interior. “Não temos condições de sair daqui. Mesmo com escolta. Eles os [manifestantes] estão atacando”, lamentou.
Compartilha da mesma opinião outro motorista de caminhão de combustível, que também pediu para não ter o nome divulgado. “As despesas do caminhão tanque é maior do que de outros veículos de cargas”, disse. Indagada, a Polícia Rodoviária Federal confirmou a situação. Eram quatro viaturas da PRF e quatro do Exército que faziam a escolta dos veículos.
Campo Grande News
Comboio com cerca de 40 veículos escoltados por viaturas da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e do Exército foram apedrejados por caminhoneiros em greve, na tarde de ontem (29), em frente ao posto Kátia Locatelli, na BR 163, em Campo Grande. Alguns veículos tiveram o para-brisa quebrado.
Um dos motorista, que pediu para não ser identificado com medo de represália, contou que saiu de Dourados com o caminhão tanque vazio e seguia com o comboio para abastecer na Capital, quando já em Campo Grande, foram surpreendidos e tiveram os veículos atacados pelos manifestantes da categoria. “Eles atearam paus e pedras. Somos a favor da greve, mas estamos com medo da situação. O cliente pressiona porque quer combustível. A gente fica entre a cruz e a espada”, desabafou.
Ele está em frente a distribuidora da Petrobras, que fica na região da Vila Eliane, e garante que não vai voltar para o interior. “Não temos condições de sair daqui. Mesmo com escolta. Eles os [manifestantes] estão atacando”, lamentou.
Compartilha da mesma opinião outro motorista de caminhão de combustível, que também pediu para não ter o nome divulgado. “As despesas do caminhão tanque é maior do que de outros veículos de cargas”, disse. Indagada, a Polícia Rodoviária Federal confirmou a situação. Eram quatro viaturas da PRF e quatro do Exército que faziam a escolta dos veículos.

Título, descrição, avaliações, elementos visuais e dados de desempenho participam da apresentação de um app nas plataformas de distribuição.

Modelo adotado no país estabelece características comuns para identificar automóveis e facilitar o uso dos registros pelos órgãos de trânsito.

Decisão depende das regras do estado, do valor disponível no momento e da capacidade de manter as parcelas previstas sem comprometer outras despesas.