Atleta maracajuense Ylka Maluf conquista o Tetracampeonato de Bocha Paralímpica
Atleta maracajuense Ylka Maluf conquista o Tetracampeonato de Bocha Paralímpica

Atleta maracajuense Ylka Maluf conquista o Tetracampeonato de Bocha Paralímpica

Foi realizado neste mês de dezembro em Aquidauana, o Campeonato de Bocha Paralímpica, evento de grande repercussão no estado que vem ganhando cada vez mais participantes com elevando nível de competição.
Durante a competição realizada dentro do VII Open de Bocha da Associação Pestalozzi a atleta maracajuense Ylka Maluf, conquistou o Tetracampeonato na competição. A atleta contou com o apoio da Prefeitura de Maracaju por meio da Secretaria Municipal de Esportes com o transporte.
“Para nós, apoiar a Ylka é motivo de orgulho, leva o nome de nossa cidade, bem representando e sempre conquistando excepcionais resultados, fechando o ano com este tetracampeonato que muito nos alegria e nos motiva a continuar apoiando o esporte em suas mais diversas categorias”, afirmou Erlei Pires Dias.
A competição contou com atletas de Campo Grande, Aquidauana, Corumbá, Maracaju, Paranaíba, Sidrolândia, Dourados e Rio Verde.
Sobre a Bocha
Praticada por atletas com grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica só apareceu no Brasil na década de 1970. A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim).
Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos.
É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (Calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.
Foi realizado neste mês de dezembro em Aquidauana, o Campeonato de Bocha Paralímpica, evento de grande repercussão no estado que vem ganhando cada vez mais participantes com elevando nível de competição.
Durante a competição realizada dentro do VII Open de Bocha da Associação Pestalozzi a atleta maracajuense Ylka Maluf, conquistou o Tetracampeonato na competição. A atleta contou com o apoio da Prefeitura de Maracaju por meio da Secretaria Municipal de Esportes com o transporte.
“Para nós, apoiar a Ylka é motivo de orgulho, leva o nome de nossa cidade, bem representando e sempre conquistando excepcionais resultados, fechando o ano com este tetracampeonato que muito nos alegria e nos motiva a continuar apoiando o esporte em suas mais diversas categorias”, afirmou Erlei Pires Dias.
A competição contou com atletas de Campo Grande, Aquidauana, Corumbá, Maracaju, Paranaíba, Sidrolândia, Dourados e Rio Verde.
Praticada por atletas com grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica só apareceu no Brasil na década de 1970. A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim).
Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos.
É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (Calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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