Assassinato de Telma completou quatro anos e autor continua foragido; família pede justiça
Assassinato de Telma completou quatro anos e autor continua foragido; família pede justiça

Assassinato de Telma completou quatro anos e autor continua foragido; família pede justiça

Nesta sexta-feira (11), completaram quatro anos e um dia que a professora Telma Ferreira Rabero foi assassinada pelo marido Jadir Souza da Silva, que na época tinha de 51 anos de idade. O crime ocorreu na noite de 10 de abril de 2021 em Sidrolândia e abalou toda comunidade, onde Telma era muito querida e conhecida.
A irmã de Telma, Silvia Regina Pinheiro, afirmou saber que nada vai trazer a professora de volta, mas que a família deseja que Jadir seja encontrado e preso para pagar pelo crime cruel. O processo tramita em segredo de Justiça. “Nosso desejo é que ele pague pelo que fez com minha irmã e com nossa família. Todo dia pensamos no que aconteceu e estamos lutando para que a justiça seja feita”, relatou Silvia Regina.
“Dá a impressão que o caso foi esquecido. Meu irmão sempre passa pela delegacia para saber se tem alguma novidade, mas não tivemos mais nenhuma informação que aponte o lugar onde ele possa estar. Está foragido e nós ficamos com essa sensação de impunidade”, pontuou Silvia.
Sobre o filho do casal que presenciou o crime, Silvia explica que o menino hoje em dia mora com a avó materna e já recebeu alta do tratamento psicológico. Ela afirmou ainda que Jadir não tinha nenhum histórico de agressão contra Telma. “Meu sobrinho foi liberado do acompanhamento ano passado. Ele está seguindo a vida na medida do possível. Estuda, pratica esportes, mas tem que conviver com a dor e a falta da mãe. Ele também pede por justiça. Jadir era tranquilo, mas não aceitou o fim do relacionamento e tirou a vida da minha irmã, nunca tinha batido nela antes”, alegou Silva.
“Continuamos postando em nossas redes sociais e pedindo ajuda da população para que possamos encontrar esse assassino. Estamos tentando levar a vida, mas o sentimento que temos é de dor e revolta por até hoje não termos resposta nenhuma. Lutamos por justiça e para que ele pague pelo crime. Não queremos que o caso seja esquecido”, finalizou.
O crime - A discussão que culminou no assassinato de Telma começou por volta das 20 horas do dia 10 de abril, o filho de 12 anos estava no quarto e tentou socorrer a mãe, que foi atingida por golpes de barra de ferro e depois por um machado, porém ela não resistiu e faleceu no local. Familiares informaram que ela tentava se separar do marido com quem conviveu por cerca de 20 anos, porém era ameaçada.
Nesta sexta-feira (11), completaram quatro anos e um dia que a professora Telma Ferreira Rabero foi assassinada pelo marido Jadir Souza da Silva, que na época tinha de 51 anos de idade. O crime ocorreu na noite de 10 de abril de 2021 em Sidrolândia e abalou toda comunidade, onde Telma era muito querida e conhecida.
A irmã de Telma, Silvia Regina Pinheiro, afirmou saber que nada vai trazer a professora de volta, mas que a família deseja que Jadir seja encontrado e preso para pagar pelo crime cruel. O processo tramita em segredo de Justiça. “Nosso desejo é que ele pague pelo que fez com minha irmã e com nossa família. Todo dia pensamos no que aconteceu e estamos lutando para que a justiça seja feita”, relatou Silvia Regina.
“Dá a impressão que o caso foi esquecido. Meu irmão sempre passa pela delegacia para saber se tem alguma novidade, mas não tivemos mais nenhuma informação que aponte o lugar onde ele possa estar. Está foragido e nós ficamos com essa sensação de impunidade”, pontuou Silvia.
Sobre o filho do casal que presenciou o crime, Silvia explica que o menino hoje em dia mora com a avó materna e já recebeu alta do tratamento psicológico. Ela afirmou ainda que Jadir não tinha nenhum histórico de agressão contra Telma. “Meu sobrinho foi liberado do acompanhamento ano passado. Ele está seguindo a vida na medida do possível. Estuda, pratica esportes, mas tem que conviver com a dor e a falta da mãe. Ele também pede por justiça. Jadir era tranquilo, mas não aceitou o fim do relacionamento e tirou a vida da minha irmã, nunca tinha batido nela antes”, alegou Silva.
“Continuamos postando em nossas redes sociais e pedindo ajuda da população para que possamos encontrar esse assassino. Estamos tentando levar a vida, mas o sentimento que temos é de dor e revolta por até hoje não termos resposta nenhuma. Lutamos por justiça e para que ele pague pelo crime. Não queremos que o caso seja esquecido”, finalizou.
O crime - A discussão que culminou no assassinato de Telma começou por volta das 20 horas do dia 10 de abril, o filho de 12 anos estava no quarto e tentou socorrer a mãe, que foi atingida por golpes de barra de ferro e depois por um machado, porém ela não resistiu e faleceu no local. Familiares informaram que ela tentava se separar do marido com quem conviveu por cerca de 20 anos, porém era ameaçada.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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