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Ano de 2019 começa com redução nas ocorrências de violência doméstica em Sidrolândia

Ano de 2019 começa com redução nas ocorrências de violência doméstica em Sidrolândia

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Ano de 2019 começa com redução nas ocorrências de violência doméstica em Sidrolândia

O fim de 2018 e início de 2019 apresentou redução de cerca de 60% no registro de ocorrências de violência doméstica no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O trabalho da delegada Thais Duarte Miranda que recentemente assumiu a delegacia da mulher, além de outras demandas parece estar tendo um ótimo desempenho.

É a primeira vez que há uma redução nessas ocorrências, pelo menos nos últimos quatro anos o aumento era gradativo com registro de cerca de 10 a 25% a cada ano, inclusive com crimes de feminicídio.

“Estamos atuando na prevenção e na repressão desse crime, nosso objetivo é realmente fazer diminuir as ocorrências, levar o conhecimento as mulheres a cerca dos seus direitos para que venham à delegacia e denunciem, e que não tenham medo, pois estaremos aqui para ajuda-las”. Destacou a delegada.

Nacional - Apesar de ser um problema mundial, a violência doméstica atinge 2 milhões de mulheres no Brasil a cada ano. Os dados são da pesquisa Instituto Avon - Ipsos, “Percepções sobre a violência doméstica contra a mulher”. O medo da morte é a principal barreira para mulheres que relutam em entregar seus agressores. Segundo a socióloga Fátima Jordão, conselheira do Instituto Patrícia Galvão, que desenvolve projetos sobre direitos das mulheres, a agressão doméstica é crime e deve ser denunciado. |As mulheres precisam ter a consciência de que o ciúme, por exemplo, não é paixão, é algo mais complexo, o homem acha que tem posse da mulher e isto é um equívoco. Nossa sociedade é machista, muitos homens acreditam que a mulher não tem direito à autoestima, nem pode se manifestar|, frisou.

Redação – Noticidade

O fim de 2018 e início de 2019 apresentou redução de cerca de 60% no registro de ocorrências de violência doméstica no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O trabalho da delegada Thais Duarte Miranda que recentemente assumiu a delegacia da mulher, além de outras demandas parece estar tendo um ótimo desempenho.

É a primeira vez que há uma redução nessas ocorrências, pelo menos nos últimos quatro anos o aumento era gradativo com registro de cerca de 10 a 25% a cada ano, inclusive com crimes de feminicídio.

“Estamos atuando na prevenção e na repressão desse crime, nosso objetivo é realmente fazer diminuir as ocorrências, levar o conhecimento as mulheres a cerca dos seus direitos para que venham à delegacia e denunciem, e que não tenham medo, pois estaremos aqui para ajuda-las”. Destacou a delegada.

Nacional - Apesar de ser um problema mundial, a violência doméstica atinge 2 milhões de mulheres no Brasil a cada ano. Os dados são da pesquisa Instituto Avon - Ipsos, “Percepções sobre a violência doméstica contra a mulher”. O medo da morte é a principal barreira para mulheres que relutam em entregar seus agressores. Segundo a socióloga Fátima Jordão, conselheira do Instituto Patrícia Galvão, que desenvolve projetos sobre direitos das mulheres, a agressão doméstica é crime e deve ser denunciado. |As mulheres precisam ter a consciência de que o ciúme, por exemplo, não é paixão, é algo mais complexo, o homem acha que tem posse da mulher e isto é um equívoco. Nossa sociedade é machista, muitos homens acreditam que a mulher não tem direito à autoestima, nem pode se manifestar|, frisou.

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